Ao pisar na quadra do Curso G9, os visitantes entravam em um novo universo de poesia e literatura. Na Mostra Literária do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio “Cecília Meireles – É isto e também é aquilo” foi possível vivenciar e sentir toda intensidade da obra da escritora, consideradas uma das melhores poetisas do país. A arte da poesia representada na máquina de escrever ou o aconchego de uma escrivaninha no quarto – todo o sentimento captado pelos alunos estava lá, entre livros, fotos, maquetes, vestuários e reproduções de ambientes inteiros.
A 4ª edição da Mostra Literária esteve aberta para visitação de pais, familiares e demais interessados nos dias 6 e 7 de junho. Durante o evento, os alunos, também, realizaram apresentações artísticas envolvendo música, teatro, dança e declamação de poesia.
Para a diretora pedagógica do G9, professora Maria Aparecida Fernandes, a Mostra Literária é um projeto fundamental para o aprendizado e formação de novos leitores. “A atividade abre as portas da literatura e faz com que os alunos percebam que um livro pode ser fascinante. São convidados a desfrutar da leitura de forma prazerosa e agradável”, disse. “Os trabalhos estão excelentes e mostram o envolvimento e empenho de alunos, professores, coordenadores e outros funcionários da escola na produção do evento”, completou.
“Conhecer Cecília Meireles por meio dos seus livros e poesias, é também apaixonar-se um pouco por essa grande escritora”, disse a coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II, professora Estela Maria de Oliveira. A coordenadora contou que a vida e obra da poetisa foram trabalhadas de forma interdisciplinar nas matérias de Arte, História, Espanhol, Inglês e Português durante o bimestre. “O resultado não podia ser outro, uma exposição de grande criatividade e sensibilidade que encantou a todos”, contou. Estela ainda agradeceu a todo empenho e dedicação de professores e alunos para a realização da atividade.
A aluna do 1º ano do Ensino Médio, Ana Cecília de Souza Faria Floriano (Turma M12), falou sobre as características mais marcantes da obra de Cecília Meireles. “A Cecília falava muito sobre a figura da mulher e do feminino. Retratou, especialmente, a mulher materna. Sempre com uma sensibilidade e sentimentos muito intensos. Foi ótima a oportunidade de conhecer e aprofundar na obra da poetisa”, contou.
Mostra faz homenagem a Cecília Meireles
O burburinho e a expectativa da plateia foram rompidos pela entrada dos pequenos atores. Fez-se o silêncio, abrindo espaço para as falas cuidadosamente ensaiadas e declamadas. Com fantoches ou fantasias, cenários produzidos, música e diversão, os textos e livros escritos pelos alunos da Educação Infantil e Fundamental I do Curso G9 ganharam vida no palco do auditório da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas (Facesm). O objetivo do Projeto de Literatura é a formação do leitor literário, por meio do desenvolvimento do gosto e do hábito da leitura.
Cada série, dos dois segmentos de ensino, escreveu um livro ou fez uma releitura a partir de uma obra literária lida em sala de aula. A proposta pedagógica foi uma atividade curricular do segundo bimestre letivo. O resultado dos trabalhos ganhou os palcos, com as apresentações realizadas entre os dias 2 a 6 de junho. As obras literárias utilizadas pelo Infantil até o 5º ano do Fundamental I foram: “Fábulas”, “Quem vai ficar com o pêssego”, “É um livro”, “Fábulas de Esopo”, “Memórias zoológicas” e “Que saracutico”.
“Os alunos foram convidados, nessa proposta, a se tornarem autores e atores. No caminho, descobrem o prazer da leitura e são instigados a adquirir esse hábito. Eles se interessam bastante, pois têm um objetivo em vista: produzir um livro coletivamente. Além disso, é um trabalho lúdico e divertido”, contou a coordenadora pedagógica do Infantil e Fundamental I, professora Nilcéia Juliana Ribeiro de Carvalho Pereira. A coordenadora ainda ressaltou a importância do envolvimento dos pais na atividade e a sensibilização de toda a família sobre o prazer de ler e escrever.
Para Flávia Silva, mãe da aluna do 1º ano Maria Luísa Ribeiro Silva (Turma F11), essa é uma atividade muito importante para o desenvolvimento da criança. “É despertado o interesse pela leitura e escrita desde cedo. Também são muito trabalhados o raciocínio, a criatividade e a interpretação. Achei a apresentação linda, com certeza, fruto de muito trabalho, dedicação e carinho”, disse.
Projeto do Infantil e EF I une leitura, escrita e teatro
Festa Julina será dia 19
Sorrisos, alegria e felicidade marcaram a Noite Cultural, em 11 de junho, encerramento oficial da Gincana 20149. Os integrantes das equipes Sinensis (Laranja) e Pactus (Preta) foram colocados à prova a cada atividade – artística, esportiva e recreativa – e mostraram todo o seu potencial durante o evento, tradicional no Curso G9. Com brilho no olhar e os sentimentos de colaboração, coletividade e amizade os alunos da Educação Infantil ao 2º ano do Ensino Médio superaram desafios, estabeleceram vínculos de união e se emocionaram a cada prova.
A abertura da gincana, em 9 de junho, deu início à realização das provas esportivas, intelectuais, artísticas, culturais e muitas brincadeiras. Também ocorreram jogos em sábados letivos e desafios surpresas durante os meses de maio e junho. Em uma disputa equilibrada, saudável e colaborativa, a equipe Sinensis conquistou a vitória.
“Momento máximo de união, solidariedade e amizade da escola”, assim a diretora pedagógica do G9, Maria Aparecida Fernandes, definiu a gincana. Para a diretora, essa é uma atividade em que todos são vitoriosos. “É uma disputa muito saudável, com um saldo extremamente positivo de respeito, amadurecimento e espírito de equipe. Estou bastante feliz com os resultados e o somatório de benefícios vividos pelos nossos alunos”, disse.
O líder da equipe Sinensis, Guilherme Augusto Carvalho Camanducaia (Turma M22), contou que “guiar a equipe durante a gincana foi algo indescritível”. “Não tenho palavras para expressar o quanto estou feliz. Nós viramos uma grande família e, juntos, tivemos força para superar os desafios e ter sucesso na competição”, disse.
Para a líder da equipe Pactus, Letícia Alkmin (Turma M21), a gincana é um momento de grande desafio e amadurecimento. “Transformei-me muito com a intensidade das experiências vividas durante a gincana. A união de todos os integrantes da equipe em prol de um mesmo propósito e a felicidade de cada pequena realização é algo fantástico. Fiquei muito feliz de viver essa oportunidade”, contou.
Noite Cultural encerra Gincana 2014
Homenagem aos formandos e celebração de mais um ciclo finalizado do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD). Os alunos do 5º ano do Fundamental do Curso G9 participaram da cerimônia de formatura, realizada no Ginásio Municipal Tigre Maia (Tigrão), em 10 de junho. O evento lotou o ginásio com pais, familiares e professores dos formandos de todas as escolas participantes do programa no semestre.
Foram homenageados os policiais militares que instruíram as turmas formadas e, os alunos participantes, receberam certificados. O aluno Fernando Kauan Santos Costa (Turma F51), também recebeu uma medalha como premiação do concurso de redações do programa, que selecionou um aluno de cada escola.
“É uma sensibilização fundamental para formação do cidadão. Acolhemos esse programa na escola com muita satisfação, pois vem ao encontro com nossos objetivos de trabalho e desenvolvimento do aluno. As crianças aprendem a se posicionar e dizer não às drogas desde cedo”, explicou a coordenadora pedagógica da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I, professora Nilcéia Juliana Ribeiro de Carvalho Pereira. A coordenadora ainda agradeceu toda a disponibilidade e cooperação com a Polícia Militar.
“Eu adorei participar do programa”, contou Fernando Kauan sobre as aulas, que abordavam temas como o vício nas drogas, como evitá-las e sobre as consequências e perigos do seu uso. “As aulas eram bem divertidas, falavam de assuntos práticos de uma forma dinâmica e interessante. Nosso instrutor nos ensinou sobre o controle da tensão, os relacionamentos, amizade e respeito. Essas são condições individuais que podem ser determinantes na escolha do uso das drogas”, disse.
Alunos do 5º ano participam do PROERD
Conciliar agendas de pais e filhos, especialmente os que moram em regiões metropolitanas, não é tarefa fácil. É comum encontrar famílias nas quais cada membro tem um horário diferente para acordar, fazer as refeições e dormir.
No entanto, educadores e psicólogos têm enfatizado a importância dos momentos de convívio no lar. A orientação é respaldada por pesquisas, como a realizada em 2012 pelo Centro Nacional sobre Dependência e Abuso de Substâncias da Universidade Columbia, de Nova York.
O levantamento constatou que os adolescentes que faziam refeições em família com frequência – de cinco a sete vezes por semana– eram menos estressados, tiravam notas melhores na escola e estavam menos vulneráveis ao consumo de drogas legais e ilegais. Esse grupo foi comparado a outro que reunia jovens que se sentavam à mesa com os pais duas vezes por semana ou menos.
"A família é o núcleo fundamental de constituição do ser humano. É nesse convívio que os pais transmitem aos filhos valores, educação, cultura, tradições e um modelo de comportamento social", explica a psicóloga Denise Maria Perissini, especialista em Psicologia da Família e membro-colaboradora da Comissão de Direito da Família da OAB de Santo Amaro, em São Paulo.
"Além disso, os esforços para manter a família unida mostram, principalmente aos mais jovens, que os problemas podem (e devem) ser resolvidos em conjunto, respeitando as diferenças individuais", diz a psicóloga.
Vale a pena, portanto, colocar todo o empenho possível no objetivo de aproximar a família, garantindo o bem-estar de todos os membros. Confira, a seguir, algumas atitudes que podem ajudá-lo a atingir essa meta.
1. Reunir a família ao redor da mesa
Procure fazer pelo menos uma refeição diária com a família toda junta. Se não for possível reunir o grupo no almoço ou no jantar, vale acordar um pouco mais cedo para fazer um café da manhã especial ou, ao contrário, preparar uma ceia bem tarde da noite, quando todos já chegaram. O importante é criar um momento para pôr em dia as novidades. Envolver os filhos no preparo dos alimentos e na organização da cozinha também ajuda a criar momentos de intimidade.
2. Estimular a comunicação
Mantenha abertas todas as vias de diálogo, mesmo que haja divergências. "Para estar unido, não é necessário concordar em todos os pontos", diz Cíntia Reis de Silva, psicóloga pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de Campinas e especialista em psicologia familiar e conjugal. O importante é compreender, aceitar as diferenças e desenvolver o sentimento de respeito mútuo.
Isso vale mesmo quando os membros estão geograficamente distantes. Nesse caso, a psicóloga Denise sugere aproveitar todos os recursos de comunicação disponíveis: "Se não é possível garantir a presença física, telefonemas periódicos ou postagens frequentes nas redes sociais ajudam a manter a comunicação ativa entre os familiares. Isso aumenta a motivação para se reunirem, não apenas nas datas comemorativas ou em circunstâncias extremas (como falecimentos, por exemplo), mas o ano inteiro".
Casar-se ou ter um relacionamento sério com alguém que já tem filhos costuma provocar faíscas e até sérios problemas emocionais com os enteados. Porém, por mais complicado que seja tentar uma aproximação pacífica, há maneiras sensatas para alcançar a tão sonhada harmonia familiar. A seguir, especialistas consultados pelo UOL revelam quais são os dez mandamentos para se dar bem com os enteados. Por Catarina Arimateia, do UOL, em São Paulo Thinkstock
3. Programar atividades de lazer
Garantir que a família se divirta unida, com alguma regularidade, ajuda a manter o vínculo. Vale planejar atividades simples, das quais todos possam desfrutar: filmes adequados a todas as faixas etárias (os adultos vão se surpreender com a qualidade de algumas produções infantis e adolescentes), jogos de tabuleiro ou uma caminhada no parque.
4. Criar novas datas para comemorar e relembrar
Se os membros da família dividirem os mesmos valores morais, culturais e religiosos, a probabilidade de que continuem caminhando próximos será maior. E uma boa maneira de reforçar os princípios da família é criar novas datas para comemorar ou relembrar feitos ou pessoas importantes, fora do calendário comercial.
"Nessas cerimônias particulares, lembrar datas de luto em respeito aos que já se foram tem um enorme significado simbólico e afetivo para a compreensão e o fortalecimento da história da família", afirma Cíntia. Pais e filhos também podem se reunir para ações de caridade ou para a prestação de serviços, como arrecadação de suprimentos para asilos, orfanatos ou vítimas de tragédias. "Essas atividades transmitem o sentimento de solidariedade", diz a psicóloga.
5. Participar da vida escolar dos filhos
O compromisso com a educação dos filhos não se resume apenas à presença nas reuniões de pais e nos eventos comemorativos da escola. Cabe aos pais acompanhar as lições de casa, sem interferir na execução da tarefa, e buscar, na medida do possível, a integração em outras atividades educativas, incluindo as esportivas, que contribuem para o cultivo de afinidades.
E, nessas situações, participar não é apenas conferir os resultados, mas acompanhar todo o processo: "Existem pais que nunca assistem aos treinos do filho e só aparecem nos dias de competição. Isso pode deixar a criança ou o adolescente confuso quanto à valorização que a família lhe dá. Os filhos devem ser valorizados em todas as etapas, inclusive nos fracassos, e não somente quando ganham medalhas", declara Denise Perissini.
6. Não forçar a barra
As atividades que buscam integrar a família precisam ser prazerosas para todos, ou perderão completamente o sentido. Por isso, é preciso atenção e cuidado com as diferenças individuais. Há pessoas que precisam ficar mais tempo reclusas do que outras e essa característica precisa ser respeitada.
A psicóloga Cíntia diz, ainda, que não se pode confundir autonomia com ausência de laços afetivos: "A autonomia emocional é necessária para que cada indivíduo da família cresça e busque viver a sua própria história, porém, sem abrir mão da sensação de pertencimento a um grupo familiar no qual encontra segurança. Os membros da família devem estar juntos por prazer, não por dependência".
7. Buscar ajuda
Que ninguém se engane: onde há convivência, há conflito. Então, diante de um problema familiar, encarar o problema e buscar recursos para resolvê-lo o quanto antes é sempre a melhor saída. Portanto, não hesite em buscar a ajuda de um profissional especializado em terapia familiar quando perceber que pais e filhos não estão conseguindo, sozinhos, curar as feridas e restabelecer a confiança fundamental para que, juntos, possam seguir adiante.
Medidas simples ajudam a manter uma família unida
Desafio, dedicação e disciplina marcaram a participação de mais de 300 alunos do Curso G9 na Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). A prova da primeira fase foi realizada pelos estudantes do Ensino Fundamental II (6º ao 9º anos) e do Ensino Médio (1º e 2º anos), em 3 de junho. Os aprovados realizarão a segunda fase, também no G9, em 6 de setembro. Já os finalistas irão para o Rio de Janeiro para a terceira etapa, nos dias 25 e 26 de outubro. A Olimpíada é promovida pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA).
“A participação de todos os alunos é uma proposta bem interessante, eles não se sentem tão pressionados com o desafio de uma olimpíada nacional, superam suas inseguranças e têm ótimos desempenhos. É uma oportunidade de gerar motivação e instigar o gosto pela Matemática de maneira lúdica e divertida”, contou o diretor de Planejamento do Curso G9, professor Giovanni Henrique Faria Floriano. “Participamos todos os anos, também, das olimpíadas de Astronomia e História. Todas têm papel muito importante no aprendizado dos alunos”, completou.
A aluna do 2º ano do Ensino Médio, Rebecca Silva Mariano (Turma M21), contou que participar da Olimpíada foi uma ótima oportunidade para se avaliar. “Fiquei bastante satisfeita em realizar a prova da OBM. Ela exigiu bastante interpretação e lógica, mas acredito que me saí bem, estava fácil. Além de ganhar experiência e treinar, pude avaliar meu desempenho”, disse.
Olimpíada de Matemática reúne 300 alunos
Sala cheia, aprendizagem de maneira descontraída e quebra de paradigmas marcaram o seminário sobre Mobilidade Urbana, promovido pelo Curso G9 aos alunos do 3º ano do Ensino Médio e Pré-vestibular. Três debatedores puderam expor suas opiniões e conhecimentos sobre o assunto: o diretor do Detranit (Departamento de Trânsito de Itajubá), Renato Moraes; o presidente da AENAI (Associação de Engenheiros e Arquitetos de Itajubá), Fredmarck Gonçalves Leão; e o coordenador do curso de Engenharia Civil da FEPI, Demarcus Werdine. A atividade, em 29 de maio, teve como mediador o professor de Sociologia e Filosofia, Petrus Ferreira Ricetto.
Durante o seminário, os alunos puderam ouvir dos convidados uma contextualização sobre o que consiste Mobilidade Urbana. Depois, medidas que possibilitam a redução do trafego de automóveis, como andar de bicicleta e combinar carona com amigos. De acordo com os palestrantes, são pequenas atitudes que transformam o trânsito em algo melhor para todos, motoristas e pedestres. Por fim, os alunos conheceram o projeto de reestruturação da malha urbana em Itajubá que, apesar de apresentar problemas, poderá melhorar o trânsito da cidade, nas palavras de Renato Moraes.
O seminário proporcionou aos alunos uma aprendizagem diferente da ministrada em sala de aula e que fará a diferença na hora do vestibular. Como disse o aluno Leonardo Maciel Costa do Pré-vestibular: “Os seminários que o Curso G9 proporciona são uma fonte de conhecimento, que nos ajudam a escrever melhor nossas redações”. “Foram muito boas as palestras. Para mim, a conclusão do Renato Moraes foi interessante, pois ele deixou claro que a culpa do trânsito ser ruim não é somente dos órgãos públicos, mas de toda a população. Para que esse problema se resolva, precisamos da união entre todos”, completou.
Os palestrantes também saíram muitos satisfeitos com o seminário. Nas palavras de Fredmarck Gonçalves Leão, “O Curso G9 está no caminho certo, pois só se vence os problemas estudando, e o que falta neste país é a educação”. E, como forma de incentivo, complementou: “Não deixem de estudar, pois isso faz parte da cidadania”. Renato Moraes ficou feliz em ser um dos debatedores do seminário. “Foi muito interessante essa conversa com o público jovem, pois é importante conscientizá-los, uma vez que serão eles os futuros gestores do país”.
G9 promove seminário sobre mobilidade urbana
Equipe de alunos do Curso G9 é a única classificada de Minas Gerais para a etapa final do Web Jogo Facamp 2014. O jogo é uma competição nacional, promovida pelas Faculdades de Campinas (Facamp), voltada aos alunos do 3º ano do Ensino Médio e do Pré-vestibular. Além das duas etapas online, o grupo participará da terceira e última etapa, em Campinas, em 17 de agosto.
“É uma grande satisfação ver nossos alunos se dedicando e se empenhando em atividades saudáveis como o Web Jogo. A competição, de conhecimentos gerais, tem um caráter cultural que motiva os estudos. As questões são bastante complexas e bem elaboradas, o que exige muita pesquisa, lógica e agilidade dos competidores”, explicou o diretor de Planejamento do Curso G9, professor Giovanni Henrique Faria Floriano.
Para a coordenadora pedagógica do Ensino Médio e Pré-vestibular do Curso G9, professora Marcia Gil de Souza, o desempenho de todos os alunos foi excelente. “Eles enfrentaram grandes desafios e mostraram o domínio de várias competências. Esse é um resultado do trabalho que desenvolvemos aqui na escola e da dedicação dos alunos. A participação em eventos como esse também é um ótimo treino de trabalho em equipe, interpretação, responsabilidade e disciplina”, disse.
O aluno Lucas Vieira Azevedo falou sobre os desafios das provas e a dedicação de toda a equipe. “Era um modelo de testes totalmente novo para nós. Tivemos que nos adaptar e pesquisar muito. Na segunda fase, já pude perceber nossa evolução, estávamos mais focados, dinâmicos e a equipe mais sintonizada. É uma alegria enorme para todos chegar até a final”, contou o líder da equipe Bolchevikings.
Os alunos integrantes da equipe Bolchevikings são Jonas de Souza Faria Floriano, Andre Aoun Montevechi, Lucas Vieira Azevedo, Caio Azevedo Oliveira e Gabriel Motta Coli Putti. Já a equipe Mgvalhala foi composta por Arthur Braga Alves, Flavio Mohallem Luz, Mathias Rennó Chaves, Rafael Souto Viana e Pedro Henrique Fonseca Siqueira. Todos são alunos do 3º ano do Ensino Médio, turma M31. Ambas as equipes foram orientadas pelo professor de Filosofia Petrus Ricetto.
Alunos são finalistas do Web Jogo Facamp
Comemoração dos 20 anos do Curso G9
Spot - Bolsa PV
Feira do Conhecimento 2012 - Portinari
Curso G9 - Jingle
Globo ciência
Feira do Conhecimento 2014 - 1
Feira do Conhecimento 2014 - 2