Preparação para os campeonatos de Futsal, descontração e integração. Esses foram os objetivos do amistoso realizado entre os times do Curso G9 e do colégio Anglo. A organização do jogo e o convite foram iniciativas do professor de Educação Física do Fundamental II e do Ensino Médio, Alexsandro de Souza, e do time de alunos da escola. A partida ocorreu na quadra do G9, em 24 de março.
“Esse é o segundo jogo contra outros times que propomos aos alunos. O primeiro foi contra o time dos professores do Curso G9. Pretendemos marcar partidas com os times de outras escolas ainda”, contou Alexsandro. “Esse é um trabalho muito importante de preparação para os campeonatos que virão, como os Jogos de Inverno e de Primavera. Os atletas desenvolvem espírito competitivo e esportivo, ganham maturidade nos jogos e adquirem experiência prática“, completou.
Para o aluno do 2º ano do Ensino Médio (turma M22), Lucas Rodrigues Chiaradia, a iniciativa dos jogos foi ótima. “Nós podemos sair da rotina que temos na escola e descontrair. Além disso, o esporte faz bem física e mentalmente. É uma brincadeira sadia que integra os alunos do G9 com os de outras escolas”, disse. “Todos nós já estamos ansiosos pelas próximas partidas”, completou.
G9 e Anglo se enfrentam em amistoso de Futsal
Alunos do G9 têm aula sobre administração na Prefeitura
Pequenos príncipes e princesas: é assim que muitas vezes os pais chamam carinhosamente os filhos. Até aí, não há nada de errado. O problema começa quando os filhos incorporam os papéis da "realeza", incentivados pelos pais, tornando-se verdadeiros "reis" e "rainhas" da casa e assumindo um comportamento autoritário. Para evitar que isso aconteça, os pais precisam, desde os primeiros meses de vida do bebê, estabelecer rotinas, limites e ensinar os filhos a esperar a hora certa de serem atendidos.
Crianças que desde o início da vida são acostumadas a ter todos os seus desejos e necessidades satisfeitos imediatamente podem crescer com a ideia errada de que devem ter sempre atendimento preferencial na vida. Veja as dicas dos especialistas para saber como agir e evitar que os filhos se tornem mandões.
1. A partir de qual idade deve se começar a educar o filho para que ele não se torne autoritário? De que forma se deve fazer isso?
Esse ensinamento começa nos primeiros meses de vida. É normal que as mães, ao ver o bebê chorando, queiram se apressar para satisfazer imediatamente seus desejos ou necessidades, dando colo ou amamentando, por exemplo. Mas elas devem aprender - e consequentemente ensinar aos filhos, por meio de suas ações - que há uma hora certa para tudo: não se deve demorar demais para atender o bebê, mas também não é necessário correr sempre para satisfazê-lo. "Tanto a mãe que atende às solicitações do bebê ansiosamente, achando que ele não "sobreviverá" à espera, como aquela que demora demais para atender, correm o risco de ter um filho mandão. Isso porque esse bebê poderá crescer inseguro de não ser atendido nunca ou egocêntrico a ponto de se achar a preferência do mundo. Deve-se atender a urgência dos filhos com calma e de acordo com as possibilidades", explica Aurélio Melo, professor de desenvolvimento humano do curso de psicologia da Universidade Mackenzie.
2. Crianças muito pequenas precisam de regras e limites?
Sim. Limites e regras devem ser estabelecidos desde cedo, respeitando, é lógico, a idade e o entendimento da criança. "Os pais não devem se culpar em impor limites. Os limites são elementos organizadores. Mas é importante estar atento para que eles sejam claros, coerentes e aplicados com constância", afirma a psicóloga clínica Elisa Villela, mestre e doutora em desenvolvimento humano pela Universidade de São Paulo (USP). O professor de psicologia Aurélio Melo, da Universidade Mackenzie, acrescenta que os pais que não conseguem impor limites aos filhos, por se sentirem culpados de fazer isso, precisam fazer uma reflexão e rever os motivos desses sentimentos que os impedem de dizer "não" aos filhos.
3. Como estabelecer regras e limites para crianças pequenas?
Os limites e as cobranças devem respeitar a maturidade da criança. "Por exemplo: não se deve exigir que uma criança com menos de dois anos adquira o controle esfincteriano (ou seja, saiba controlar a vontade de evacuar). Os pais podem até treinar a criança, mas, por imaturidade física e emocional, provavelmente ela não conseguirá", afirma a psicóloga clínica Elisa Villela, mestre e doutora em desenvolvimento humano pela Universidade de São Paulo (USP). Mesmo que a criança consiga fazer isso, ela poderá sofrer prejuízos emocionais posteriores. "Isso porque esse controle não terá sido alcançado pelo domínio do próprio corpo e sim por uma submissão ao desejo dos pais", diz Elisa. Segundo ela, a maioria dos pais, intuitivamente, sabe quando o filho está maduro para aprender algo novo. "Esta percepção algumas vezes fica afetada quando os pais sofrem pressões sociais para adequar seus filhos a um determinado padrão, forçando adaptações prematuras. Mas em geral os pais, e em especial as mães, devem sempre valorizar suas próprias sensações a respeito do quando e quanto exigir de seus filhos", diz.
4. Como evitar que os filhos se tornem autoritários, mas sem correr o risco de que se tornem o contrário, ou seja, submissos?
Tudo depende de como os pais exercem sua própria autoridade em relação aos filhos. Pais que não impõem limites podem criar filhos mandões e autoritários. "Por outro lado, pais excessivamente repressores podem gerar filhos obedientes, mas incapazes de desenvolver uma ética madura, ou seja, as crianças obedecem por medo e não pelo respeito. A autoridade saudável é aquela exercida com constância, impondo limites e ao mesmo tempo dando segurança às crianças", orienta a psicóloga clínica Elisa Villela, mestre e doutora em desenvolvimento humano pela Universidade de São Paulo (USP).
5. Crianças autoritárias podem se tornar agressivas? Como lidar com isso?
Sim. Crianças que não são ensinadas a saber esperar e que não aprendem a obedecer regras e limites são também crianças mais sensíveis às frustrações. E, quando frustradas, podem reagir negativamente, muitas vezes de forma agressiva, fazendo escândalos ou tendo ataques de birra. "Quando a criança tem baixa tolerância à frustração tende a reagir agressivamente de forma a tentar controlar o ambiente, ou seja, a punir a pessoa ou o objeto que, a seu ver, está lhe fazendo sofrer", afirma a psicóloga clínica Elisa Villela, mestre e doutora em desenvolvimento humano pela Universidade de São Paulo (USP). Portanto, segundo ela, é importante que os pais sejam firmes na aplicação dos limites e regras, mostrando que os filhos podem superar as frustrações. "Isso só os ajudará a se fortalecer e a ter uma visão mais realística de si, ou seja, a conhecer melhor suas capacidades e também suas limitações", diz Elisa.
Como lidar com o autoritarismo de seu filho
Itajubá News destaca Xadrez do G9 no Festival Mineiro
Conquista do Xadrez no Mineiro é destaque no Itajubá Notícias
Campeão em 7 de um total de 12 categorias e premiado com seis troféus na segunda colocação. Esse foi o saldo conquistado pelo Clube de Xadrez do G9 (CXG9) durante o Festival Mineiro da Juventude de Xadrez Clássico 2014. A iniciativa foi da Federação Mineira de Xadrez (FMX) e do CXG9. O evento foi realizado no Curso G9, em 22 de março.
O Festival também contou com o apoio do Curso G9, Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas do Sul de Minas (Facesm), Prefeitura Municipal de Itajubá, Hotel Bramig, Hotel Amantykir e escola de idiomas CELIL. Os campeões poderão solicitar aos organizadores hospedagens gratuitas para os eventos nacionais: Festival Nacional da Criança de Xadrez (FENAC) e o Festival Nacional da Juventude de Xadrez (FENAJ).
“O resultado foi muito positivo. Nossos atletas demonstraram toda a força e o potencial que possuem e se destacaram no cenário estadual”, comemorou o professor de Xadrez do Curso G9, Antônio Martins, conhecido pelos alunos como Toninho. “O sucesso foi fruto de muitos treinos, dedicação, empenho e trabalho em equipe. Também foi bastante gratificante ver o espírito esportivo e o respeito aos adversários”, completou.
Para Toninho, os atletas estão bem preparados e aptos a disputar campeonatos maiores. “O próximo grande evento de que iremos participar com a equipe do CXG9 será o Campeonato Brasileiro de Xadrez Escolar 2014”, contou o professor. “Temos chances de conquistar medalhas e títulos nacionais. Nossos atletas são de alto nível e muito competentes”, disse. A competição acontecerá no segundo semestre, mas ainda não tem local e data definidos.
Campeões
Os campeões, por categoria, foram: Sub 8 Feminino: Jennyfer Martins Ribeiro de Souza, CXG9; Sub 8 Absoluto: Lucas Teixeira Silva, Ipatinga/MG; Sub 10 Feminino: Vivian dos Santos Carvalho, CXG9; Sub 10 Absoluto: Pedro Esteban Arango, CXG9; Sub 12 Feminino: Eymi Priscila Berrios Montúfar, Uberlândia/MG; Sub 12 Absoluto: Lucas Soares dos Santos, CXG9; Sub 14 Feminino: Lesly Viviane Montúfar Berrios, Uberlândia/MG; Sub 14 Absoluto: André Velloso de Almeida, CXG9; Sub 16 Feminino: Ana Cecília de Souza Faria Floriano, CXG9; Sub 16 Absoluto: Matheus Resende Guedes, Betim/MG; Sub 18 Absoluto: Ezequias de Morais, Machado/MG; Sub 20 Absoluto: Erick Alexandre Moreira Ramos, CXG9.
Xadrez do G9 é campeão em 7 de 12 categorias
Disputa equilibrada, espírito esportivo e integração. Assim foi o 1º Campeonato Itajubense de Xadrez Escolar, promovido pelo Curso G9 e a Prefeitura Municipal de Itajubá, em 15 de março. O torneio contou com a participação de alunos das escolas das redes pública e privada de ensino. No total, participaram 40 atletas.
O vencedor de cada categoria - Sub 7, Sub 9, Sub 11, Sub 13, Sub 15, Sub 17 e sub 19 nos naipes Absoluto e Feminino – foi premiado com certificado e medalha, entregues pelo diretor de Planejamento do Curso G9, professor Giovanni Henrique Faria Floriano; pelo presidente do Clube de Xadrez, Hector Arango; e pelo professor de Xadrez do colégio, Antônio Martins (Toninho). Todos os outros atletas receberam medalhas de participação.
“O objetivo foi divulgar o esporte no Município e estimular sua prática. Convidamos todas as escolas, nos segmentos Fundamental e Médio, a adotar o xadrez em suas atividades”, ressaltou Hector Arango. “O campeonato foi um sucesso, estamos muito satisfeito. Nossa expectativa é que aumente o número de participantes a cada ano”, completou.
Giovanni Faria contou que, para concretizar a meta do Clube de Xadrez em difundir o esporte em Itajubá, será realizado o Programa de Formação de Instrutores. “É um incentivo e apoio para as escolas que não têm tradição e profissionais preparados. Vamos capacitar um profissional de cada instituição para que seja responsável pelo treinamento dos alunos”, explicou.
Para Luciana Ferreira Cardoso, mãe do aluno Pedro Ferreira Cardoso (turma F11), o campeonato “é um ótimo aprendizado e estímulo à força de vontade e superação”. Luciana ainda contou que está achando muito interessante seu contato com o xadrez: “Eu não conhecia nada sobre o esporte. E agora, através do Pedro, estou aprendendo bastante. Despertou minha curiosidade”.
“O campeonato foi muito legal, fiquei bastante satisfeito em participar. Joguei com amigos, conheci outros alunos do G9 e de outras escolas de Itajubá também“, contou o aluno do 5º ano (turma F51), Raul Trevisan. “Este é o 2º torneio desse ano, aqui no G9. O primeiro foi mais fácil, era em equipes. Agora jogamos na modalidade individual, foi um desafio maior”, completou.
Os campeões no Absoluto por categoria foram: Sub 7: Renan S. Morais (2º ano); Sub 9: Jhonatan A. Rodrigues (Escola Municipal São Sebastião, 3º ano); Sub 11: Pedro E. Arango (5º ano); Sub 13: Lucas S. dos Santos (6º ano); Sub 15: Luiz Gustavo C. Camanducaia (8º ano); e Sub 17: Guilherme Augusto C. Camanducaia (2º ano Ensino Médio). No Feminino foram: Sub 7: Jennyfer M. R. de Souza (1º ano); Sub 9: Lavínea C. Tornieri (2º ano); Sub 11: Vivian dos Santos Carvalho (5º ano); Sub 13: Thais K. Y. Ito (7º ano); Sub15: Ana Cecília F. Floriano (1º ano Ensino Médio); Sub 17: Leticia Joanny Alkmin (2º ano Ensino Médio). O Curso G9, também, recebeu os prêmios de melhor escola e maior delegação.
Torneio Itajubense de Xadrez Escolar no G9
Aulas de Ensino a Distância (EAD) do Sistema Poliedro preparam alunos do Curso G9 para os vestibulares do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Instituto Militar de Engenharia (IME). O objetivo é complementar as classes regulares para aprofundar os conteúdos aprendidos aos níveis exigidos nas provas do ITA e do IME. É dedicado uma hora de estudo na semana para cada disciplina: Física, Química e Matemática, por meio de vídeo aulas. A atividade é direcionada aos estudantes do 3º ano do Ensino Médio e do Pré-vestibular.
Para o tutor do EAD no Curso G9, professor Rafael Colucci, as aulas têm um nível de aprofundamento muito elevado. “São excelentes. Essas aulas podem ajudar os alunos nos vestibulares dos dois institutos, que são muito exigentes”, contou Rafael. “A turma de alunos está bem interessada e focada. Os resultados serão muito positivos”, acredita.
O aluno Marcos Vinícius Ribeiro Silva (Turma M32) concorda com a importância e benefícios das aulas. “Nós vamos sair na frente, pois são poucas as escolas que oferecem esse tipo de oportunidade tão específica e aprofundada. O nível de competitividade nesses vestibulares é muito alto, precisamos nos dedicar muito”, explicou Marcos. “Com o apoio do G9, esse processo pode se tornar mais fácil”, completou.
Aulas de EAD preparam alunos do G9 para o ITA
A Feira do Conhecimento já movimenta alunos do Curso G9. As pesquisas para a elaboração dos trabalhos, os quais têm como tema “Consumo Sustentável”, também já começaram. Uma das atividades envolveu alunos do 2º ano do Ensino Médio, que foram a campo entrevistar os funcionários da ACIMAR (Associação dos Catadores Itajubenses de Material Reciclável).
Acompanhados da professora Luciana Barros, os alunos Guilherme Augusto Carvalho Camanducaia e Bruno Luiz Sales conheceram a rotina de trabalho dos catadores, em 21 de fevereiro. “Nosso objetivo é ver o estilo de vida desses trabalhadores e mostrar a importância deles para a sociedade”, disse Guilherme Camanducaia. “Precisamos compreender, na prática, como a ajuda da ACIMAR beneficia a população”, completou a professora.
Tendo como subtema: “Consumo Sustentável, Cooperativa de Catadores”, o grupo já traçou o plano de trabalho: pretende divulgar os problemas vividos pelos catadores e conscientizar a população sobre a dificuldade que eles enfrentam. “Poderiam trabalhar em melhores condições se as pessoas partilhassem a responsabilidade de cuidar do lixo, separando o material reciclável dos resíduos orgânicos”, ressalta Bruno Sales.
Cooperativa de catadores é subtema da Feira
Apresentação teatral: Piatã
Apresentação do Curso G9, orientação sobre a participação dos pais no processo pedagógico e na preparação dos alunos para o vestibular. Esses foram os temas abordados na primeira reunião do ano para as famílias dos estudantes do 3º ano do Ensino Médio e do Pré-vestibular (PV). O encontro, em 8 de março, foi conduzido pela coordenadora pedagógica do segmento, professora Marcia Gil de Souza e pelos diretores Maria Aparecida Fernandes (Pedagógico) e Giovanni Henrique Faria Floriano (Planejamento).
“Este é um segmento do processo educacional e pedagógico que possui características bastante particulares. A reunião teve como objetivo orientar os pais sobre como podem agir e auxiliar os alunos em parceria com o Curso G9. É preciso entendê-los e saber suas reais necessidades e dificuldades nesse momento“, explicou Marcia Gil. A coordenadora também enfatizou a disponibilidade para atender aos pais e pediu colaboração “nessa fase de transição marcada pelo vestibular e pela entrada no ensino superior”.
Para Teresinha Siqueira Ferreira, mãe do aluno Matheus Augusto Siqueira Ferreira (PV), a reunião foi muito importante e esclarecedora. “Foi o primeiro contato do ano para nos aproximar do G9 e saber como lidar com as dificuldades ao lado dos nossos filhos”, contou. “Achei excelente a abordagem feita no encontro, assim como o atendimento em geral que os profissionais realizam aqui”, completou.
Opinião semelhante tem Marilene L’Abbate Faria, mãe da aluna Lais L’Abbate Faria (PV): “Foi muito interessante o encontro. Deram várias dicas e orientações sobre os obstáculos do período pré-vestibular, a maneira de agir e como participar ativamente nesse processo. Temos um papel fundamental de pais e familiares a cumprir”, contou Marilene. “Estou bastante satisfeita com a atuação e aproximação feita pelo Curso G9”, completou.
Reunião para os pais dos alunos do 3º ano e PV
Seminário aborda a questão da violência urbana
Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia.
Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local. Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.
Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava a uma semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso? Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais. Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras. Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.
Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas Partidas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores. Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito. Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas. Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos espaços são progressivamente ocupados pelos delinquentes.
A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.
A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se também aplicar-se a tolerância zero. Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana. Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na rua onde vivemos. A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras. Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc. Reflita sobre isso!
Teoria das Janelas Partidas
Xadrez Clássico
Ao serem divulgados os resultados das primeiras provas do Enem, um grande grupo educacional encomendou uma pesquisa com os alunos das dez melhores escolas do Brasil. Pois não é que eram todas bem parecidas? Chamava atenção o fato de serem muito rígidas na disciplina. Ou seja, nada de bagunça. E entre as instituições públicas, com sua disciplina severa, os colégios militares têm ótimo desempenho. Viajando por outras terras, consideremos a França, a Alemanha e a Inglaterra. De lá vieram as mais abundantes colheitas de artistas, filósofos, cientistas, empresários e estadistas. Historicamente, suas escolas sempre foram extraordinariamente rígidas, chegando até a umas varadinhas aqui e umas reguadas acolá. Em maio de 1968, os universitários parisienses se rebelaram contra o atraso da universidade, promovendo um evento de espantosa visibilidade mundial. Barricadas na rua, paralelepípedos voando pelos ares, choques retumbantes com a polícia! Ecoava o slogan mais poderoso: "É proibido proibir". As consequências do Maio de 68 varreram o mundo e remoldaram a alma da escola. Muitos manifestantes viraram professores, sentindo-se pouco confortáveis com sua autoridade. A epidemia do "proibido proibir" contaminou a América Latina. Em um dos seus primeiros discursos, depois de presidente, Sarkozy chama atenção para a lastimável erosão da autoridade do professor, com suas raízes em 68. 0 filósofo Luc Ferry, em entrevistas, também rememora a queda na disciplina escolar, resultante de professores inapetentes por manter a ordem na sala de aula. Antes de tudo, porque erodiram as regras de disciplina, claras e compartilhadas. Mas, segundo ele, o pêndulo volta, com Cláudio de moura as escolas francesas recobrando sua capacidade castro é economista de controlar a baderna. Não é preciso muito esforço para verificar a onipresença de problemas de indisciplina nas nossas escolas. Nem falamos de alunos agredindo professores. Há uma incapacidade generalizada dos professores em impedir a bagunça nas aulas, sobretudo nas escolas públicas. No caso brasileiro, a alma penada de Maio de 68 parece muito presente, embora possa haver outros fatores contribuindo para as dificuldades de manter a disciplina. Aula chata? Quem sabe, a disseminação de uma caricatura da psicanálise, com seus pavores de que uma disciplina rígida vá frustrar ou traumatizar os alunos? Ou uma esquerda que confunde autoridade com autoritarismo? Ou um DNA tropical e insubmisso? Mas que consequências teria essa incapacidade da escola para manter a ordem? O professor James Ito-Adler fez para o Positivo uma pesquisa etnográfica — entrevistando uma amostra de alunos. Nela surge uma descoberta surpreendente. Quando perguntou aos alunos o que mais atrapalhava o seu aprendizado, a resposta foi enfática: a bagunça dos outros! São os próprios estudantes que clamam por uma disciplina careta. Não é lamento de professor saudosista. Ou seja, os próprios alunos admitem que conversas e turbulência na sala de aula atrapalham os estudos. Resultados espúrios? Não parece, pois pesquisas nos Estados Unidos e na França sugerem o mesmo. A bagunça é tóxica. A ideia de que a escola não pode tolher a liberdade dos alunos é falsa. Embora possamos conduzir a discussão de forma mais sofisticada, vale a pena repetir o princípio de que a minha liberdade acaba onde começa a lesai- a liberdade de outrem. No caso, a liberdade dos colegas para estudar e aprender.
Bagunça tóxica
Torneio Interno por Equipes marcou o início das competições internas de Xadrez no Curso G9, em 2014. O campeonato motivou, integrou e divertiu os 33 atletas participantes. Também estavam presentes os pais dos alunos, amigos e professores. A atividade ocorreu na quadra poliesportiva da escola, em 22 de fevereiro.
A disputa era por equipes; mas os jogos, individuais. Foram cinco rodadas, com 15 minutos de reflexão para cada jogador, em três categorias: Ensino Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio. Todos os atletas foram premiados com medalhas, entregues pelo diretor de Planejamento do G9, professor Giovanni Faria; pelo presidente do Clube de Xadrez, Hector Arango; e pelo professor de Xadrez, Antônio Martins – mais conhecido como Toninho.
“O Torneio incentivou e motivou os atletas, reconheceu esforços e premiou a todos. Foi um momento de descontração para iniciar o ano”, contou o professor. Hector ainda destacou a importância de integrar toda a equipe e, principalmente, os alunos novos. “Muitos tiveram aqui a primeira experiência no Clube de Xadrez, mas já estão se sentindo parte do grupo”, disse.
“Essa, também, foi uma ótima oportunidade para os atletas se prepararem para os vários torneios que ocorrerão ao longo de todo o semestre”, destacou o professor Giovanni. Serão quatro eventos: Campeonato Itajubense de Xadrez Escolar, em 15 de março; Circuito Sul Mineiro de Xadrez, em 16 de março; Festival Mineiro da Juventude de Xadrez, nos dias 22 e 23 de março; e Microrregional dos Jogos Escolares de Minas Gerais, em maio.
O aluno do 6º ano (turma F61), Caio Martins Pereira Flauzino, ficou bastante satisfeito em participar do Torneio. “Foi muito legal. Ficamos tensos por ser o primeiro campeonato do ano, mas nos divertimos muito também”, contou. Para Meiriellen Trevisan, mãe do atleta Raul Trevisan, do 5º ano (F51), o xadrez é uma importante ferramenta de aprendizado. “A atividade desenvolve o raciocínio e a concentração e incentiva o compromisso e a responsabilidade”, disse Meiriellen.
Categoria: Ensino Fundamental I
1º Lugar: Pedro Esteban Arango, Vivian dos Santos Carvalho e Rafael Monti Benac, todas da turma F51; 2º Lugar: Gabriel Teixeira Cardoso, Beatriz de Souza Faria Floriano e Helena Ribeiro, também da turma F51; 3º Lugar: Gabriel Lopes (F51), Mateus Silva (F51) e Renan S. de Moraes (F31).
Categoria: Ensino Fundamental II
1º Lugar: Luiz Gustavo Camanducaia, André Velloso de Almeida e Gabriel Di Lorenzo, todos da turma F81; 2º Lugar: Lucas Soares (F62), Gabriel Soares e Caio Martins, ambos da F61; 3º Lugar: Luiza Gonçalves Soares, Sophia Fuchs de Almeida e Marina da Silva Pereira, todos da turma F71.
Categoria: Ensino Médio
1º Lugar: Ana Clara Wei Lim Hsu (M11), Ana Cecília de Souza Faria Floriano (M12) e Letícia Joanny Alkmin (M21).
Curso G9 promove 1º Torneio Interno de Xadrez