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NOTÍCIAS

Alunos do Ensino Médio visitam hangar da Unifei

Alunos da 2ª série do Ensino Médio que integram o Itinerário Formativo “Isto é Matemática e Laboratório STEAM” visitaram o Hangar da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), a convite do professor Yohan Ali Diaz Mendez, do curso de Engenharia Mecânica Aeronáutica.

 

“Nossa visita teve um foco maior ao Projeto de Vida, pois pudemos conhecer um pouco mais sobre o curso de Engenharia Mecânica Aeronáutica”, explicou o professor de Matemática do Curso G9 e responsável pelo itinerário, Mateus Francisco. “Nosso objetivo foi conhecer o curso e aplicar os conceitos desenvolvidos nas aulas teóricas do itinerário”, completou.

 

Durante a visita, os alunos puderam conhecer vários modelos de aviões e helicópteros que são utilizados nas aulas práticas de engenharia.

 

O Curso G9 adota, desde o ano letivo de 2021, os Itinerários Formativos, previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Eles contemplam as áreas de Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. Também há o Projeto de Vida, trabalhado nos encontros dos itinerários na medida em que é oportunizada a reflexão sobre o projeto de vida de cada aluno.

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30 de junho de 2022

Alunos do Ensino Médio visitam hangar da Unifei

Alunos participam da OBA 2022 e constroem foguete para MBFOG

Alunos do 4º ano do Ensino Fundamental I à 3ª série do Ensino Médio realizaram as provas da edição 2022 da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a primeira totalmente presencial desde o início da pandemia. No total, foram 81 participantes.

 

“O projeto pedagógico do Curso G9 prima pela qualidade e pela formação cidadã dos alunos e, ao estimular a participação em eventos como as olimpíadas escolares, trabalha valores muito importantes para a vida, como autonomia, respeito e trabalho em equipe”, explica o professor de Matemática, Mateus Francisco. Ao lado do professor Vicente Carlos Martins, coordena o Clube de Ciências do Curso G9.

 

A OBA, realizada anualmente pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e a Agência Espacial Brasileira (AEB), é dividida em quatro níveis: os três primeiros são para alunos do Ensino Fundamental e o quarto para os estudante do Ensino Médio. A prova é composta por dez perguntas, sendo sete de astronomia e três de astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico. As medalhas são distribuídas conforme a pontuação obtida por cada nível.

 

O Curso G9 tem tradição em olimpíadas escolares, como na OBA. Na edição de 2021, os alunos conquistaram 23 medalhas, sendo 13 são de ouro, 8 de prata e 2 de bronze; na edição de 2020, foram cinco medalhas de ouro, nove de prata e uma de bronze.

 

MBFOG

Três alunos da 2ª série do Ensino Médio, todos da turma M22, participam da 16ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), olimpíada inteiramente experimental, que consiste em construir e lançar foguetes. São eles: Caio Christopher Fernandes Ribeiro, Daniel Gonçalves Ribeiro e Guilherme Oliveira Masseli. Eles construíram o foguete e já começaram a fase de testes.

 

“O foguete tem como propulsão a ejeção da mistura do vinagre e do bicarbonato de sódio pelo gás gerado pelo contato destas duas substâncias. O foguete com motor de propelente sólido tem como propulsão a ejeção dos gases resultantes da queima do propelente, em alta velocidade”, explicou o professor Mateus.

 

O aluno Vinicius Moreira Campos conquistou, em 2020, uma medalha de ouro na MBFOG. Na época, ele estava na 1ª série do Ensino Médio.

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25 de maio de 2022

Alunos participam da OBA 2022 e constroem foguete para MBFOG

Feira tem como tema o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922

Alunos da Educação Infantil à 2ª série do Ensino Médio já começaram as pesquisas para a Feira do Conhecimento 2022, que terá como tema o centenário da Semana de Arte Moderna, realizada em São Paulo, em 1922.

 

Na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I (EF I) o trabalho de sensibilização para Feira acontece, desde março,  por meio de atividades desenvolvidas em sala de aula, na biblioteca e no pátio do Curso G9. Foram feitas apresentações musicais, encenações teatrais e oficinas de desenhos e pinturas.

 

No Ensino Fundamental I, réplicas das principais obras dos artistas modernistas, como o Abaporu, da pintora Tarsila do Amaral, foram expostas no “museu a céu aberto”, criado no pátio interno do colégio. Como em um museu, os alunos do 1º ao 5º ano puderam passear e conhecer mais, com apoio de um guia-professor, sobre as principais obras dos artistas da Semana de 1922.

 

No Ensino Fundamental II, os alunos do 7º ano foram convidados a conhecer o tema da Feira por meio de uma apresentação feita pelas professoras Bruna Xavier Medeiros, Cláudia Fortes de Souza e Tamara Moraes Amorim. “Para aproximá-los desse assunto, fomos caracterizadas, até com a ‘presença’ da pintora Tarsila do Amaral, representada pela professora Bruna; os alunos conheceram uma das manifestações mais interessantes e polêmicas de nossa história cultural”, disse Cláudia Fortes.

 

As turmas do 8º ano (Turma F81 e F82) participaram de uma apresentação com o tema “Reflexos da Semana da Arte Moderna de 1922 até os dias atuais e perspectivas futuras”. “A condução das atividades surpreendeu a todos com músicas e telas bastante conhecidas”, disse a professora Eloiza Montanari. Também participaram da atividade os professores Glauber Luz, André Andrade e Alex Souza.

 

Já os alunos do 9º ano (Turmas F91 e F92) participaram de uma palestra sobre a Semana de Arte Moderna com a professora Giuliana Capistrano Mendes de Andrade, do Curso de Letras da Fepi. Os coordenadores das pesquisas das turmas são os professores Marco Antônio, Silvânia Maria Pereira e Valência Conti.

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25 de abril de 2022

Feira tem como tema o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922

Alunos participam do Concurso Canguru de Matemática

Alunos do 4º ano do Ensino Fundamental I (EF I) até a 3ª série do Ensino Médio (EM) participaram da Concurso Canguru de Matemática, a maior competição escolar da disciplina no mundo. As provas foram realizadas em 18 de março, no Curso G9.

 

A competição teve origem na França e é administrada globalmente pela Associação Canguru sem Fronteiras (Association Kangourou sans Frontières – AKSF).

 

Os objetivos do Concurso Canguru são: ampliar e incentivar o desenvolvimento dos conhecimentos matemáticos; contribuir para a melhoria do ensino de Matemática em todos os níveis da Educação Básica; favorecer o estudo de maneira interessante e contextualizada, aproximando os alunos do universo da Matemática; e estimular a capacidade dos alunos de obter prazer e satisfação intelectual na resolução de problemas de Matemática pura ou aplicada.

 

A olimpíada está dividida em seis níveis: Nível P (Pre Ecolier)  – alunos do 3º e 4º anos do EF I; Nível E (Ecolier) – alunos do 5º e 6º anos do EF I e Ensino Fundamental II (EF II), respectivamente; Nível B (Benjamin) – alunos do 7º e 8º anos do EF II; Nível C (Cadet) – alunos do 9º ano do EF II; Nível J (Júnior) – alunos da 1ª e 2ª séries do EM; e Nível S (Student) – alunos da 3ª série do EM.

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25 de março de 2022

Alunos participam do Concurso Canguru de Matemática

Alunos recebem medalhas da OBA, da ONC e da Canguru

O professor Mateus Francisco e a coordenadora pedagógica, Marcia Gil de Souza, entregaram medalhas aos alunos da 3ª série do Ensino Médio premiados nas olimpíadas do conhecimento realizadas em 2020 e 2021.

 

Eles participaram das seguintes competições: Olimpíada Canguru de Matemática, Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) e Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA).

 

O Curso G9 já tem uma longa tradição, com ótimos resultados, em olimpíadas do conhecimento.

 

Saiba mais sobre a proposta pedagógica para a 3ª série do Ensino Médio e Pré-vestibular no link: https://www.curso-g9.com.br/pre-vestibular.

 

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03 de dezembro de 2021

Alunos recebem medalhas da OBA, da ONC e da Canguru

Turma do 7º ano trabalha conforto térmico em aula Lego

Alunos do 7º ano do Ensino Fundamental I (Turma F71) tiveram uma aula Lego com os professores Camila Aparecida dos Santos Pereira e Glauber Luz, com um objetivo específico: avaliar o impacto da iluminação no conforto térmico de um ambiente. Foi proposto que eles construíssem a casa e o sistema de iluminação, utilizando os kits apropriados para a atividade.

 

Com o projeto de cada equipe montado, fez-se a medição de temperatura do ambiente utilizando uma lâmpada comum e, depois, uma lâmpada de LED. “Eles perceberam que houve diferença de temperatura e, a partir daí, cada equipe elegeu qual delas proporcionaria o melhor conforto térmico”, explicou Glauber Luz.

 

De acordo com o professor, no caso em que os alunos classificaram como um caso de menor conforto térmico, cada grupo propôs uma adequação ao projeto, de modo a resolver o problema.

 

“Durante essa atividade, levamos os alunos a refletir sobre o que causa a diferença na temperatura ao usar os dois tipos de lâmpada; assim, puderam compreender um pouco mais o conceito de transformação e dissipação de energia”, completou.

 

LEGO

O material Lego é utilizado nas aulas regulares e de acordo com a proposta pedagógica de cada componente, da Educação Infantil à 2ª série do Ensino Médio. O projeto é uma parceria entre o Curso G9 e a Zoom Education For Life, empresa representante da Lego no país.

 

Clique e veja atividades na Educação Infantil, no Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

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01 de dezembro de 2021

Turma do 7º ano trabalha conforto térmico em aula Lego

Alunos do Ensino Médio debatem erradicação do trabalho infantil

Alunos da 1ª série do Ensino Médio (Turmas M11 e M12) participaram de simulação de uma reunião da OIT (Organização Internacional do Trabalho) para debater a Erradicação do Trabalho Infantil no mundo. A atividade faz parte do Trabalho Interdisciplinar de Humanas, que envolve as disciplinas de Geografia, História, Filosofia e Sociologia.

 

“O projeto visa oportunizar ao aluno vivenciar desafios similares aos enfrentados pelas delegações nas reuniões ministeriais da OIT, e propor formas de intervenção para solução de um problema social tão grave. Foi realmente muito importante e incrível o resultado desse trabalho”, explicou a professora de Geografia, Marília Gil de Souza.

 

O trabalho começou no início do ano letivo e, desde então, os alunos pesquisaram informações aprofundadas sobre o país que representaram, suas características e projetos que buscam a erradicação do trabalho infantil, preparando-se adequadamente para simular uma reunião da OIT.  A culminância do projeto aconteceu em outubro.

 

APRENDIZADO

“Participar de uma simulação é sempre um momento de muito aprendizado. Além de ter que estudar profundamente o assunto e o país que lhe foi determinado, é necessário se preparar para falar para várias pessoas e responder perguntas”, disse a aluna Aline Ramos de Souza, da 1ª série do Ensino Médio (Turma M11). “Agradeço ao Curso G9 e à professora Marília pela grande oportunidade, pois a simulação da OIT nos fez perceber a necessidade de erradicar o trabalho infantil no mundo”, completou.

 

Para o aluno Fabiano Júnior,  da Turma M12, “o trabalho proposto fez com que discutíssemos e pesquisássemos mais sobre os piores casos de Trabalho Infantil e como eles são capazes de afetar cada país que se envolve no debate”. “Procurar saber mais sobre os projetos desenvolvidos pelos países para acabar com esse problema nos faz ter um choque de realidade sobre o que essas crianças realmente vivem e como isso precisa ser resolvido para não atrapalhar o desenvolvimento infantil”, ressaltou.

 

“Estudo no Curso G9 há 5 anos e uma das atividades que mais me deixa ansioso e me faz ter vontade de correr atrás de respostas é a realização de debates como esse”, destacou Fabiano Júnior.

 

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01 de novembro de 2021

Alunos do Ensino Médio debatem erradicação do trabalho infantil

Turmas do Ensino Médio aprendem eletrônica na prática

Os professores de Matemática, Mateus Bibiano Francisco e Vicente Carlos Martins, trabalharam o tema resistência elétrica durante aula para os alunos da 2ª série do Ensino Médio do Curso G9. A atividade prática utilizou o material “Introdução à Eletrônica”, da Zoom Education for Live, parceira do colégio desde 2011.

 

“Atividades como essa atraem a atenção dos alunos porque eles colocam, literalmente, a mão na massa: cada um tem o seu kit e pode ir realizando as tarefas à medida que trabalhamos os conceitos teóricos”, explica o professor Mateus Francisco.

 

Ele lembra que os interessados no tema podem se aprofundar nas pesquisas no itinerário “Isto é Matemática e Laboratório Steam II”, que acontecem semanalmente. Os itinerários formativos, previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), foram implantados pelo Curso G9 no início deste ano.

 

Durante a aula prática, as turmas M21 e M22 puderam conhecer o conceito de resistor elétrico e sua aplicação em um circuito elétrico; aplicar o conceito de resistência elétrica em situações reais em um circuito elétrico; e entender na prática uma associação em paralelo de componentes em um circuito elétrico.

 

 

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02 de setembro de 2021

Turmas do Ensino Médio aprendem eletrônica na prática

Ivan Vilela conversa com alunos do Ensino Médio sobre mineiridades

O compositor, arranjador, pesquisador, professor universitário e violeiro brasileiro, Ivan Vilela, conversou com os alunos da 2ª série do Ensino Médio – Turma M22, dentro do projeto de pesquisa para a Feira do Conhecimento 2021. O encontro, pela plataforma Meet, aconteceu em 10 de junho.

 

O tema geral da Feira é “300 anos de mineiridade – os sonhos não envelhecem”. Já o subtema da Turma M22 é “Linda Juventude: os múltiplos rostos do jovem mineiro”.

 

A ideia do convite a Ivan Vilela surgiu porque as equipes estão pesquisando o modo de viver , os costumes, os gostos e as influências musicais dos jovens, em todas as regiões de Minas. Além disso, a sala tem observado a influência do Clube da Esquina em grandes compositores e intérpretes mineiros da atualidade.

 

O trabalho tem a orientação dos professores Carlos Lescura, João Sita e Regiane Ramos.

 

 

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12 de junho de 2021

Ivan Vilela conversa com alunos do Ensino Médio sobre mineiridades

Alunos conquistam dez medalhas na Canguru de Matemática

Alunos do Curso G9 conquistaram dez medalhas na edição 2021 da olimpíada Canguru de Matemática Brasil, realizada em março passado. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira, 17 de maio. Do total de medalhas, três são de ouro, três de prata, três de bronze e uma Honra ao Mérito.

 

A Canguru de Matemática reuniu, de forma online, estudantes matriculados regularmente desde o 3º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio. O colégio teve a participação de 78 alunos nesta edição. No ano passado, o Curso G9 conquistou três medalhas na competição.

 

O Curso G9 incentiva os alunos a participarem nas mais variadas olimpíadas do conhecimento porque essas provas ajudam a desenvolver a disciplina, o foco nos estudos e são um ótimo treinamento para os vestibulares. Várias universidades já adotam as notas de olimpíadas como opção aos vestibulares, como Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Unifei (Universidade Federal de Itajubá).

 

SENSIBILIZAÇÃO

Em 11 de maio, os ex-alunos Luíza Gonçalves (UFMG), Pedro Henrique Mouallem (Unifei) e Renan Barbosa Silva (Unifei) conversaram com os alunos do 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental II sobre a importância de participar das olimpíadas do conhecimento.

 

Em comum, todos foram medalhistas em olimpíadas do conhecimento: Luíza Gonçalves e Renan Barbosa foram premiados em várias edições da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA); e Pedro Henrique, conquistou medalha na ONC (Olimpíada Nacional de Ciências).

 

Aliás, Renan Barbosa Silva, medalha de ouro na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) 2020, foi o primeiro do colégio a entrar na Unifei (Universidade Federal de Itajubá) dessa forma.

 

Os alunos interessados em participar das demais olimpíadas que irão acontecer ainda este ano, como OBA e OBMEP, devem procurar os professores Mateus Francisco ou Vicente Carlos Martins ou a coordenação pedagógica do segmento.

 

CANGURU BRASIL

Com origem na França, essa olimpíada do conhecimento é administrada globalmente pela Associação Canguru sem Fronteiras (Association Kangourou sans Frontières – AKSF). O concurso, que é o maior do gênero no mundo, reúne em média 6 milhões de participantes por ano, de ao menos 75 países.

 

O concurso é dividido em seis níveis: nível P (Pre Ecolier) – alunos do 3º e 4º anos do EFI; nível E (Ecolier) – alunos do 5º e 6º anos do EFI e EFII, respectivamente; nível B (Benjamin) – alunos do 7º e 8º anos do EFII; nível C (Cadet) – alunos do 9º ano do EFII; nível J (Junior) – alunos da 1ª e 2ª séries do EM; e nível S (Student) – alunos da 3ª série do EM.

 

Confira os alunos medalhistas do Curso G9:

 

OURO

Maria Luísa Ribeiro e Silva – 8° AnoJoão Pedro Tilmann de Souza – 1ª SériePedro Féris Renno El Alam – 1ª Série

 

PRATA

Marcos Renato Gonçalves Dias – 8° AnoThalita Guimarães Pedrosa – 6° AnoLetícia Ribeiro Guedes – 8° Ano

 

BRONZE

Matheus Dourado de Campos Lima – 9° AnoPedro Ferreira Cardozo – 8° AnoLivia Castilho Pereira – 2ª Série

 

HONRA AO MÉRITO

Rafael Monti Benac – 3ª Série

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17 de maio de 2021

Alunos conquistam dez medalhas na Canguru de Matemática

Ensino Médio adota Itinerários Formativos da BNCC

O Ensino Médio do Curso G9 adotou, a partir do ano letivo de 2021, os Itinerários Formativos, previstos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Eles contemplam as áreas de Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. Também há o Projeto de Vida, trabalhado nos encontros dos itinerários na medida em que é oportunizada a reflexão sobre o projeto de vida de cada aluno.

 

Na prática, os Itinerários Formativos são uma das grandes mudanças propostas pela reforma do Ensino Médio (Lei nº 13.415/2017). Formam um conjunto de disciplinas, projetos, oficinas, núcleos de estudo, dentre outros formatos de situação de trabalho que os alunos escolherão fazer. A lei exige que os itinerários sejam voltados ao empreendedorismo, à investigação científica e à mediação e intervenção sociocultural.

 

“O Curso G9, sempre atento às necessidades e mudanças do mundo e cumpridor da legislação educacional, desenvolveu projetos piloto de itinerários durante um ano e meio. Em 2021, implantou os itinerários em seu formato legal, definidos a partir do diagnóstico das demandas dos jovens de nossa escola”, explica a coordenadora pedagógica do Ensino Médio e do Pré-vestibular, professora Marcia Gil de Souza.

 

PROTAGONISMO JUVENIL

De acordo com Marcia Gil, o objetivo dos Itinerários Formativos é oferecer aos estudantes uma formação à parte do núcleo comum de disciplinas obrigatórias (Linguagens e Matemática). O aluno escolherá, dentre os itinerários oferecidos pela escola (veja abaixo), aqueles que se encaixam em suas preferências e intenções de carreira.

 

“Acredito que, assim, o Ensino Médio será mais atrativo do que aquele que sempre preparou o aluno para ‘passar no vestibular’, com aprofundamento excessivo em todos as áreas do conhecimento, sem respeitar as preferências dos jovens”, destaca. “No formato do itinerário, o Ensino Médio pretende atender às necessidades e expectativas dos alunos, fortalecendo o protagonismo juvenil na medida em que possibilita-lhes escolher os itinerários formativos nos quais desejam aprofundar os conhecimentos”, completa.

 

Para ela, “a experiência tem sido motivadora” para a instituição e para os alunos. “Vamos vivenciar, acompanhar, avaliar e ajustar os itinerários na medida em que se fizer necessário, para que os jovens possam utilizá-los como mola propulsora para seu projeto de vida, fazendo escolhas de maneira mais consciente”, finaliza.

 

Abaixo, os itinerários oferecidos pela escola.

 

LINGUAGENS

Argumentação e Pensamento Crítico I (1ª série) | Professor João Eduardo SitaArgumentação e Pensamento Crítico II (2ª série) | Professor João Eduardo SitaEspanhol I (1ª série) | Professora Eloíza MontanariEspanhol II (2ª série) | Professora Eloíza MontanariPesquisa Científica Interdisciplinar em Projetos (1ª e 2ª série) | Professores Anabel Faria Floriano, Marília Gil, Erikson Luz e João Sita

 

MATEMÁTICA

Isto é Matemática e Laboratório Steam I (1ª série) | Professores Francisca Batista, Mateus Bibiano Francisco e Vicente Carlos MartinsIsto é Matemática e Laboratório Steam II (2ª série) | Professores Mateus Bibiano Francisco e Vicente Carlos Martins

 

CIÊNCIAS DA NATUREZA

Tópicos especiais de Química I (1ª série) | Professor Glauber LuzTópicos especiais de Química II (2ª série) | Professor Edson GonçalvesTópicos especiais de Biologia I (1ª série) | Professor Melina PasiniTópicos especiais de Biologia II (2ª série) | Professor Camila AparecidaTópicos especiais de Física I (1ª série) | Professor Kléber LuizTópicos especiais de Física II (2ª série) | Professor Kléber Luiz

 

CIÊNCIAS HUMANAS

Empreendedorismo social e intervenção sociocultural I (1ª e 2ª série) | Professor Erikson LuzRelações internacionais I (1ª e 2ª série) | Professora Marília Gil

 

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24 de março de 2021

Ensino Médio adota Itinerários Formativos da BNCC

35 alunos estão na 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências

O Curso G9 será representado por 35 alunos, do Ensino Médio e 9º anos do Ensino Fundamental II, na segunda fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC). A prova será realizada, também de forma online, em 22 de janeiro de 2021. Participaram da primeira etapa em torno de dois milhões de estudantes do Brasil.

 

A ONC integra o Programa Ciência na Escola e é uma realização de cinco Sociedades Científicas: a SBF (Sociedade Brasileira de Física), a ABQ (Associação Brasileira de Química), o Instituto Butantan, a Sociedade Astronômica Brasileira e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

 

Na primeira fase, em agosto, os alunos responderam a 20 questões objetivas, envolvendo as disciplinas de química, física, biologia, história e astronomia. Os conteúdos são sempre referentes à série anterior a que o estudante está cursando.

 

OBA – MOBFOG

Alunos do Curso G9 conquistam 15 medalhas na 23ª edição da OBA. Do total, cinco medalhas de ouro, nove de prata e uma de bronze; O aluno Vinicius Moreira Campos também conquistou uma medalha de ouro na 14ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG).

 

CANGURU – ONHB

Em agosto, três alunos conquistam bronze na olimpíada Canguru de Matemática, que está em sua 11ª edição. O Curso G9 também foi, pela décima vez consecutiva, finalista da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), promovida pela Unicamp.

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18 de dezembro de 2020

35 alunos estão na 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências

Alunos do Curso G9 conquistam 15 medalhas na 23ª edição da OBA

Alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio do Curso G9 conquistaram cinco medalhas de ouro, nove de prata e uma de bronze na 23ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), edição realizada por meio de uma plataforma digital.

 

O aluno Vinicius Moreira Campos também conquistou uma medalha de ouro na 14ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), olimpíada inteiramente experimental, que consiste em construir e lançar foguetes. Neste ano, em função do isolamento social, não houve lançamento presencial, uma simulação por meio de uma plataforma digital. Os resultados da OBA e da MOBGOG foram divulgados em 14 de dezembro.

 

Outra boa notícia para os medalhistas do Curso G9: Elisa de Lorenzi, Enzo Conti, João Pedro Bernardo, João Pedro Tilmann, Mariana Amorim, Renan Barbosa, Thiago Taets, Vinicius Ferreira, Vinicius Moreira e Vinícius Souza irão participar da pré-Seleção para as Olimpíadas Internacionais de Astronomia de 2021.

 

Os estudantes selecionados nos treinamentos, que serão realizados em 2021, irão compor as equipes brasileiras que participarão da IOAA (International Olympiad of Astronomy and Astrophysics), GeCAA (Global e-Competition of Astronomy and Astrophysics) e OLAA (Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica).

 

Em agosto, três alunos conquistam bronze na olimpíada Canguru de Matemática, que está em sua 11ª edição. O Curso G9 conquistou, pela décima vez consecutiva, vaga para a final da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), promovida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

 

EXPERIÊNCIA

“Participar da OBA é uma experiência incrível. Ela nos proporciona um aprendizado mais profundo sobre temas como física, matemática, astronomia básica e sua história”, disse o aluno Renan Barbosa, da 3ª série do Ensino Médio (Turma M32).

 

Para ele, ter conquistado ouro este ano, é fruto de uma longa dedicação e incentivo dos professores Mateus Bibiano Francisco e Vicente Carlos Martins. “Eles me estimulam, desde o Ensino Fundamental, a participar dessa olimpíada. Isso, com certeza, contribuiu para o meu crescimento a cada edição, tornando possível tal conquista”, completou.

 

“Assim como as demais olimpíadas, chegamos a mais um resultado sensacional na OBA, mantendo a trajetória de conquistas que temos imprimido ao longo dos anos. Apesar das adversidades do ano 2020, que obrigaram a desenvolver uma prova online, nosso alunos aceitaram o desafio e puderam aplicar o que foi aprendido em várias atividades com a temática de astronomia, sobretudo no Clube de Ciências, na qual a maioria dos medalhistas são assíduos”, explicou o professor Mateus Bibiano Francisco, um dos coordenadores do Clube de Ciências, ao lado do também professor de Matemática, Vicente Carlos Martins.

 

OBA – MOBFOG

A OBA e a MOBFOG são organizadas, em âmbito nacional, pela Sociedade Astronômica Brasileira e pela Agência Espacial Brasileira. A OBA conta com dez questões, com os mais variados temas sobre Astronomia e Astronáutica, avalia tanto o conhecimento teórico dos alunos quanto o raciocínio lógico para resolução de problemas. A olimpíada é dividida em quatro níveis – os três primeiros são para alunos do Ensino Fundamental e o quarto para os do Ensino Médio.

 

A Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) é uma olimpíada inteiramente experimental, pois consiste em construir e lançar, obliquamente, foguetes, a partir de uma base de lançamento, o mais distante possível. Foguetes e bases de lançamentos devem ser construídos por alunos individualmente ou em equipes de até três componentes. Neste ano, também foi feita de forma remota.

 

Confira abaixo os alunos medalhistas:

 

MEDALHISTAS OBA – ENSINO MÉDIO

 

OURO

Renan Barbosa Silva: 3ª série (Turma M32)

 

PRATA

Enzo Serrano Conti: 3ª série (Turma M32)João Pedro Bernardo de Paula: 3ª série (Turma M31)Thiago Taets e Sales: 2ª série (Turma M21)Vinicius Ferreira dos Santos: 2ª série (Turma M21)Vinicius Moreira Campos: 3ª série (Turma M32)

 

BRONZE

Vinícius Souza dos Santos: 1ª série (Turma M12)

 

 

MEDALHISTAS OBA – ENSINO FUNDAMENTAL II

 

OURO

Elisa Valença de Lorenci: 9º ano (Turma F92)João Pedro Tilmann Souza: 9º ano (Turma F92)Mariana Amorim Santos: 9º ano (Turma F91)Pedro Ferreira Cardozo: 7º ano (Turma F71)

 

PRATA

Gustavo Taets e Sales: 9º ano (Turma F92)Ian Fernandes de Lima e Silva: 8º ano (Turma F82)Maria Júlia Monti Bustamante: 7º ano (Turma F71)Mariane Marques Marcondes: 7º ano (Turma F72)

 

MEDALHISTA – MBFO

 

OURO

Vinicius Moreira Campos: 1ª série (Turma M12)

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17 de dezembro de 2020

Alunos do Curso G9 conquistam 15 medalhas na 23ª edição da OBA

GDroid é campeã geral do Torneio Brasil de Robótica 2020

O Curso G9 é bicampeão do Torneio Brasil de Robótica (TBR) com o primeiro lugar geral da Etapa Nacional 2020 conquistada pela equipe GDroid. O anúncio foi feito neste sábado, 12 de dezembro, por meio de transmissão da organização do evento pelo YouTube. Em 2019, a grande vencedora foi a Equipe GTEeN que, neste ano, venceu na Categoria Tecnologia & Engenharia.

 

Destaques individuais para os atletas robóticos Luiza Gonçalves e Pedro Henrique Gonçalves Mouallem, ambos da 3ª série do Ensino Médio, que foram agraciados com bolsa de estudo do Centro Universitário ENIAC. No total, a organização do evento destinou seis bolsas de estudo aos participantes que se destacaram durante a competição.

 

“Apesar das dificuldades decorrentes da pandemia, conquistar o bicampeonato para o Curso G9 revela que estamos no caminho certo e que as incontáveis horas de dedicação valeram a pena”, disse o professor de Matemática e um dos mentores da equipe, Mateus Francisco.

 

Tradição em Robótica

Para Vicente Carlos Martins, o mentor mais antigo das equipes de robótica do Curso G9, a trajetória vitoriosa da GDroid, que tem apenas três anos de existência, vem coroar o trabalho que é desenvolvido pelo colégio. “Há mais de dez anos, o Curso G9 investe em robótica e na criação de equipes competitivas”, destacou.

 

“A GTEeN é a mais longeva participante do TBR e a que obteve o maior número de premiações nesses dez anos. Agora em 2020 conquistou o 1º. lugar no difícil quesito ‘Tecnologia e Engenharia’, que é o projeto, a montagem e a programação do robô”, disse Vicente Martins.

 

A GTEeN e GDroid chegaram à etapa nacional depois de vencerem a Etapa Regional Mineira. A GTEeN conquistou a Categoria Middle 2, para alunos de 12 a 15 anos, e a GDroid venceu a Categoria High, para alunos de 15 a 19 anos.

 

Recompensa

“Foi muito gratificante poder continuar desenvolvendo programações e usando o que aprendemos nos anos anteriores para explorar o nosso robô, ainda que de maneira virtual; ver um prêmio nacional nos recompensando por todo esse esforço nos motiva a continuar ousando e criando cada vez mais em robótica”, disse João Pedro Tilmann de Souza, aluno do 9º ano do Ensino Fundamental II (Turma F92), da equipe GTEeN.

 

Para Luíza Gonçalves, é muito gratificante receber a bolsa de estudos do Centro Universitário ENIAC, “pois ela representa mais um reconhecimento dos nossos esforços nos trabalhos para o Torneio Brasil de Robótica”. A bolsa é fruto de todo empenho e dedicação da equipe. Fico mais feliz ainda de recebê-la junto com o Pedro, que participa da GDroid desde a sua formação”, disse.

 

“Estava em um momento de muita celebração com a conquista do primeiro lugar no TBR quando a organização do evento anunciou os contemplados com as bolsas. Foi mais um motivo de comemoração, principalmente para mim e minha colega de robótica Luiza, que me convidou para participar da equipe. Foi nosso último campeonato e nos despedimos, muito gratos e felizes, vendo que a equipe cresceu e já faz história”, completou.

 

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16 de dezembro de 2020

GDroid é campeã geral do Torneio Brasil de Robótica 2020

Grupo de Teatro do Curso G9 lança curta com mensagem natalina

O Grupo de Teatro e Dança do Curso G9 proporcionou, aos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I ao Pré-vestibular, momentos de descontração e recarga das energias para a reta final das atividades letivas com a apresentação do curta-metragem “Talvez Ele seja o Messias”.

 

O filme, uma adaptação da obra de Max Lucado, marcou o encerramento do trabalho do grupo em 2020. “Nosso objetivo foi proporcionar um instante de leveza e de reflexão aos alunos, com uma mensagem sobre empatia e amor”, explicou o professor de Teatro e Dança, Luan Fernandes.

 

“Todo o grupo deseja que a mensagem central do curta encontre corações férteis para ela brotar e dar frutos, afinal de contas, o amor ao próximo e o não julgamento das pessoas ão condições necessárias para a nossa vida, não somente no Natal”, destacou.

 

Luan Fernandes lembrou que o Grupo de Teatro e Dança, como as demais atividades letivas do Curso G9, foram adaptadas para as plataformas virtuais desde a suspensão das aulas presenciais, em março. Isso foi necessário diante do necessário isolamento social por causa da Covid-19.

 

Ele conta que foram muitos os desafios que o grupo enfrentou porque as gravações não poderiam ser presenciais. “Vale frisar que cenas nas quais aparecem mais de uma pessoa, são familiares e estão convivendo no mesmo espaço desde o início do isolamento”, ressaltou.

 

Em setembro, alunos da Oficina de Teatro tiveram a oportunidade de apresentar a comédia “Não Toque”, também às turmas do Ensino Fundamental II, Ensino Médio e Pré-vestibular. Confira aqui os vídeos produzidos pela trupe neste ano.

  

EXPERIÊNCIA MARCANTE

“Para mim, participar desse curta-metragem foi uma experiência ótima. No total, foram mais de cinco horas de gravação, mas foi gratificante ver que todo o esforço resultou em um material incrível, e que serviu de ensinamento para várias pessoas”, disse a aluna Mariane Marques Marcondes, do 7º ano do Ensino Fundamental II (Turma F72). “Ficou tudo perfeito, todos os atores fizeram um ótimo trabalho. Espero que mais projetos assim estejam esperando por nós, no próximo ano”, completou.

 

Para Gabriele dos Santos Ribeiro, do 6º ano (Turma F61), mais uma vez “foi incrível participar do teatro”. “A parte de gravação das cenas, mesmo que sozinhos, sempre é a mais divertida. Simplesmente amei o resultado do curta-metragem. Quando o professor nos explicou não achei que fosse ficar tão bom e tão profissional”, disse.

 

Opinião semelhante tem Maria Júlia Monti Bustamante, do 7º ano (Turma F71). “Foi uma experiência maravilhosa. Admito que, no início, não achei que iria ficar tão bom quanto ficou, imaginei algo menor. Quando assisti, fiquei assustada com a qualidade do vídeo e como meus colegas foram bem”.

 

“Adorei participar desse curta, ainda que tenha demandado muito tempo, trabalho e dedicação; isso é o que nos faz ser melhores no que fazemos. A sensação de ver o resultado de tudo aquilo que fizemos e aprendemos é muito gratificante. O curta ficou muito bom, os editores, os atores, o Luan, a coordenação, todos, fizeram um ótimo trabalho. Continuaremos a nos esforçar para que os próximos trabalhos sejam ainda melhores que esse”, disse Yarah Dias da Silva Lucas, do 6º ano (Turma F62).

 

CRÉDITOS

Direção e Preparação de Elenco: Luan Fernandes. Elenco: Fabiano Júnior, Gabriele Ribeiro, Giovanna Totti, Inayá Ahau, Júlia Monti, Mariane Marques, Yarah Dias. Figuração: Ana Lívia Monti, André Totti e Rosimeire Oliveira. Edição: Produtora No Set. Direção de Fotografia: Luan Fernandes. Direção de Arte: Produtora No Set. Edição e Finalização: Alexandre Lopes. Produção: Curso G9. Trilha Sonora: Cold (Jorge Mendéz), Nuvole Bianche (Ludovico Einaudi) e More Than a Feeling (Midtown Stories). Texto: Max Lucado. Roteiro: Luan Fernandes

 

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04 de dezembro de 2020

Grupo de Teatro do Curso G9 lança curta com mensagem natalina

Vídeo de alunos são apresentados no Festival Ciência é Cultura

Vídeos produzidos por alunos do Curso G9 integram o Festival Ciência é Cultura, que será realizado, de forma remota, nos dias 5 e 6 de dezembro, com transmissão pelo Youtube. Eles participaram da Oficina Comciência na Arte, projeto contemplado com o Prêmio Funarte Descentrarte, realizado em parceria com Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA).

 

“A Oficina Comciência na Arte foi um projeto incrível. Nela, tivemos diversas aulas preparatórias com profissionais, durante o mês de outubro, para aprender sobre astronomia, audiovisual e divulgação científica por meio da arte”, explicam os alunos Bruno Martins Ribeiro, da 2ª série do Ensino Médio (Turma M21), Ana Lívia Santos Franqueira e Henrique Mateus Ferreira, ambos da Turma M22. Eles se uniram para fazer o vídeo proposto pela oficina.

 

Aos sábados, de acordo com o grupo, os participantes tiveram a oportunidade de aprimorar o conhecimento nos temas em aulas abertas ao público. “No final, desenvolvemos um curta-metragem a respeito de um tema de nossa escolha, em que decidimos falar sobre a cientista Vera Rubin, abordando a questão da participação feminina na ciência. Foi muito bom aprender tanto e poder falar de um tema tão significativo na atualidade”, completou.

 

Para o aluno Pedro Henrique Mouallem Gonçalves, da 3ª série (Turma M31), a oficina “proporcionou diversos momentos de aprendizado, compartilhamento de ideias, novas amizades e diversão”. “Com o tema centrado na astronomia e no universo e objetivando, ao final, a divulgação na forma de vídeo de tudo aquilo que se ventilou durante as reuniões, tivemos a oportunidade de trabalhar temas como edição de vídeo, obtenção de imagens, roteirização e áudio, com diferentes profissionais de inúmeras áreas do conhecimento”, destacou.

 

Também participou da oficina a aluna Inayá Ahau Tatamiya Medeiros, ambos da Turma M22.

 

CIÊNCIA É CULTURA

O festival é uma organização da Oficina Comciência na Arte, idealizada e coordenada por Natalia Amarinho e Julia Chacur. Os encontros aconteceram nos meses de outubro e novembro, com professores renomados de diversos campos do conhecimento. Foram no nove encontros, via plataforma Zoom.

 

O evento contará com a presença de artistas, cientistas e divulgadores científicos, como a multiartista Zaika dos Santos, o Núcleo Arte Ciência no Palco, o grupo de teatro Tocoferois, pesquisadores do Laboratório Nacional de Astrofísica e professores da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

 

A Mostra de Filmes do festival será realizada, em 6 de dezembro, das 18h às 20h. Clique aqui, ative o lembrete no canal do YouTube e curta a exibição dos filmes produzidos pelos alunos.

 

OFICINA COMCIÊNCIA

O festival é uma organização da Oficina Comciência na Arte que, nos meses de outubro e novembro, promoveu aulas com professores renomados de diversos campos do conhecimento. Foram no nove encontros, via plataforma Zoom

 

Como produto, os participantes realizaram um curta documentário sobre tema da astronomia. O propósito é inovar em técnicas e linguagens para produzir um filme que consiga se conectar com o público. Para tal, serão mobilizados conhecimentos de roteiro, storytelling, edição de som e montagem de vídeo. Dentre os professores colaboradores, estão cientistas, divulgadores da ciência, cineastas, jornalistas e professores.

 

 

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02 de dezembro de 2020

Vídeo de alunos são apresentados no Festival Ciência é Cultura

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