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NOTÍCIAS

Feira do Conhecimento 2014 - 3

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03 de junho de 2014

Feira do Conhecimento 2014 - 3

Feira do Conhecimento 2014 - 4

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03 de junho de 2014

Feira do Conhecimento 2014 - 4

Feira do Conhecimento 2014 - 5

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03 de junho de 2014

Feira do Conhecimento 2014 - 5

A necessária união entre família e escola

 

“Ser mãe é reinar em amor, ser amor”. Esse trecho de um poema marcou a abertura do evento em homenagem às mães, promovido pelo Curso G9, em 17 de maio. Durante toda a manhã de sábado, elas puderam participar de oficinas – Tear, Teatro e Fotografia –, assistir a apresentações de música, dança e ginástica rítmica e se confraternizar em um café preparado especialmente para a data. 

Essas atividades encerraram as homenagens às mães do G9, que também foram realizadas nos dias 15 e 16, com apresentações de flauta dos alunos do Ensino Fundamental I. Os dois eventos aconteceram no auditório Professor Dario Gargaglioni. 

“Momentos de descontração, alegria e amorosidade. Esse foi o nosso presente às mães e filhos nessa data especial. Sabemos que a rotina diária da família muitas vezes não permite ter momentos assim, por isso proporcionamos às mães o ‘viver’ a escola por meio da confraternização, oficinas e apresentações”, contou a coordenadora pedagógica do Enisno Fundamental II, professora Estela Maria de Oliveira. 

A coordenadora pedagógica da Educação Infantil e Ensino Fundamental I, professora Nilcéia Juliana Ribeiro de Carvalho Pereira, ressaltou a importância em levar até os pais o que os alunos têm aprendido e desenvolvido na escola. “São apresentações do que eles aprendem nas aulas”, contou. “É fundamental unir família e escola em momentos de partilha, felicidade e alegria”, completou. 

Para Adriana Soares, mãe da aluna Ana Laura Vieira (Turma F31), as comemorações foram emocionantes e surpreendentes. “Eu adorei tudo, especialmente ver minha filha se apresentando. A integração e participação dos pais são fundamentais para a valorização e desenvolvimento da criança, melhor ainda quando nós, as mães, estamos sendo homenageadas”, disse. 

As oficinas reuniram em torno de 50 mães, que se mostraram bastante animadas com as atividades. A Oficina de Tear foi ministrada pela assistente pedagógica, Sheila Bourdon; a de Teatro, pela professora Sandra Simon de Paula Abrahão; e a de Fotografia, pelo jornalista Bill Souza, responsável pela área de Comunicação do Curso G9.

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30 de maio de 2014

A necessária união entre família e escola

Alunos do G9 participam de evento na Facamp

Uma conversa direta e esclarecedora com profissionais sobre a carreira a ser escolhida e o mercado de trabalho. Assim foi a participação dos alunos do 3º ano do Ensino Médio do Curso G9 na “Galeria de Profissões”, promovido pelas Faculdades de Campinas (Facamp). As palestras foram apresentadas por empresários, diplomatas e outros especialistas em diversas áreas. O evento ocorreu em 18 de maio. 

O grupo de 16 alunos participou do evento, acompanhado por Renato de Castro Cardoso, do Departamento de Vestibular do G9. As apresentações tiveram o objetivo de preparar os estudantes para a escolha do futuro profissional, da faculdade a ser cursada, entrada no mercado de trabalho e sucesso profissional. As áreas abordadas foram Administração, Design, Direito, Economia, Engenharia, Jornalismo, Marketing e Relações Internacionais. 

Para Renato Cardoso, é importante auxiliar aqueles alunos que ainda têm dúvidas e precisam de direcionamento quanto à vocação profissional. “Muitos já tem certeza do curso que querem estudar na graduação, mas a maioria ainda tem dúvidas. Por isso, é fundamental proporcionar oportunidades para esclarecer e informar sobre os cursos e as carreiras. Nossa próxima atividade será uma visita a Faculdade de Medicina de Itajubá (FMIt)”, contou. 

 

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29 de maio de 2014

Alunos do G9 participam de evento na Facamp

Atletas do CXG9 conquistam ouro e prata

Atletas do Clube de Xadrez do G9 (CXG9) conquistaram ouro e prata na 2ª Etapa do Circuito Sul de Minas de Xadrez 2014. O aluno Pedro Esteban Arango foi o 1º colocado na categoria Sub 15 e as alunas Vivian dos Santos Carvalho e Beatriz de Souza Faria Floriano garantiram, respectivamente, os 1º e 2º lugares no Feminino. Todos são do 5º ano do Ensino Fundamental I. O torneio ocorreu no município de Estiva (MG), em 18 de maio. 

“Os atletas jogaram contra competidores de todas as cidades participantes. Apenas no final do torneio foi contabilizada a classificação por categoria. O desempenho de todos os três foi excelente, inclusive, disputaram jogos contra adversários de diferentes idades”, contou o professor de Xadrez do G9, Antônio Martins. “Ficamos bastante felizes pelos resultados conquistados e pelo nível e qualidade dos nossos alunos”. 

O professor, mais conhecido por Toninho, ainda ressaltou a importância de participar dos campeonatos para o amadurecimento e desenvolvimento dos atletas. “No Xadrez, assim como em qualquer outro esporte, o aperfeiçoamento depende da prática. Por isso, é de fundamental importância que os alunos participem de oportunidades de treinamento de alto nível, como são esses torneios. A dedicação e o empenho beneficiam a todos: os estudantes conquistam seu desenvolvimento individual e o CXG9 se fortalece cada vez mais”, acredita. 

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28 de maio de 2014

Atletas do CXG9 conquistam ouro e prata

Arte e Matemática vistas sob as lentes fotográficas

 

A chegada dos alunos do 8º ano do Curso G9 despertou olhares curiosos e atentos. Em pouco tempo se estabeleceu um diálogo entre os jovens e os idosos do Lar da Providência. A partir daí, as lentes fotográficas dos estudantes começaram a registrar a sabedoria dos anos, expressa nas linhas dos rostos, e a alegria, transmitida no brilho do olhar e no sorriso fácil e sincero. Despertar a visão artística na fotografia, essa foi uma das propostas do trabalho interdisciplinar do segundo semestre para as disciplinas de Arte e Matemática, que conta com apoio da área de Comunicação do colégio. 

Além do primeiro registro fotográfico dos idosos, em 23 de maio, será agendada uma segunda visita, acompanhada pela professora de Arte Anabel Faria Floriano Ribeiro. Os alunos também foram à instituição com o professor de Matemática, Rafael Colucci, com o objetivo de realizar fotografias do espaço físico e analisar as formas geométricas da arquitetura do prédio e de sua planta baixa. Para se prepararem para as atividades práticas, os estudantes assistiram a uma palestra sobre o tema.

“O trabalho é uma oportunidade para que os alunos aprendam mais sobre fotografia, desenvolvendo a sensibilidade artística e de composição visual. Por ser uma atividade prática e dinâmica, eles têm bastante interesse e se dedicam muito. Além disso, os idosos adoram as visitas e a presença dos jovens. É um contato que gera um amadurecimento emocional muito grande e uma compreensão de uma realidade que está, no geral, distante da rotina dos jovens“, contou a professora Anabel. 

“Esse encontro de gerações proporciona a troca de experiência entre os jovens, que estão descobrindo os valores da vida, e as pessoas da terceira idade, que acumulam larga experiência. Essa aproximação sensibiliza os nossos jovens que visualizam nos idosos os seus avós”. O trabalho com o Lar da Providência também faz parte do Projeto Solidário do Curso G9, esclarece a Coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamental II, Estela Maria de Oliveira. 

A aluna Mirihan Neves Lemos, da Turma F82, ressaltou que o trabalho beneficia a todos. “Nós, alunos, aprendemos muito sobre as questões técnicas e artísticas e os idosos se distraem e se divertem com nossa presença. Eles sentem falta de pessoas para conversar e ficam contentes em nos contar suas histórias. A atividade também tem o objetivo de participar da comemoração dos 80 anos do Lar da Providência. Faremos uma exposição com a melhor foto de cada aluno”, disse. 

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28 de maio de 2014

Arte e Matemática vistas sob as lentes fotográficas

Campeonato Brasileiro de Xadrez Escolar 2014

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23 de maio de 2014

Campeonato Brasileiro de Xadrez Escolar 2014

Mostra Literária - Cecília Meireles

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21 de maio de 2014

Mostra Literária - Cecília Meireles

Novo modelo propõe mais diálogo entre os pais

Espaço para esclarecer as dúvidas, sugestões, dificuldades e trocar experiências entre os pais, familiares e o G9 por meio de um diálogo franco e transparente. Essa é a proposta para uma série de reuniões do Ensino Fundamental II, seguindo um novo formato: mais interação e participação dos pais. O primeiro encontro ocorreu com os responsáveis pelos alunos do 6º ano, em 15 de maio. 

“Queremos transformar o formato das reuniões e abrir espaço de compartilhamento. Percebemos que os pais sempre ficam com vontade de falar mais e decidimos propor algo novo para atender a essa necessidade”, contou a coordenadora pedagógica do Fundamental II, professora Estela Maria de Oliveira. “É uma oportunidade de troca e partilha entre os pais, na qual perceberão que não estão sozinhos, que muitas outras famílias passam pelas mesmas dúvidas e dificuldades”, completou. 

A coordenadora contou que nesse primeiro encontro, os principais tópicos debatidos foram as dificuldades em inerentes a essa faixa etária, a educação dos filhos, a rotina tanto na escola quanto em casa e as maneiras de melhor educar. “Ao final, buscamos encontrar conclusões por meio da troca de experiências. Em conjunto podemos ajudar uns aos outros e descobrir as melhores práticas para cada um”, acredita Estela. 

Para Cláudia Barbosa Silva, mãe do aluno Renan Barbosa Silva (F61), a reunião foi excelente e muito importante para aproximar a família do G9. “Esse é o momento que realmente ficamos sabendo sobre o desempenho, dificuldades e comportamento de nossos filhos. A escola é outro ambiente, em que os alunos interagem de forma diferente do que vemos em casa. Estou bem satisfeita com as trocas de informações e a facilidade de comunicação proporcionadas por todos os profissionais daqui”, contou. 

Ao final da reunião foi solicitado aos pais presentes que encaminhem sugestões de temas para os próximos encontros do Grupo de Pais.

 

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20 de maio de 2014

Novo modelo propõe mais diálogo entre os pais

Primeira escola do Sul de Minas a implantar Programa da ZOOM completa quatro anos de parceria

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20 de maio de 2014

Primeira escola do Sul de Minas a implantar Programa da ZOOM completa quatro anos de parceria

Alunos visitam aterros para projeto da Feira

Compreender o contexto histórico desde a atuação dos catadores no antigo depósito de lixo de Itajubá até a atual formação de cooperativas e construção de aterros. Esse foi o principal objetivo das visitas realizadas pelos alunos do 2º ano do Ensino Médio (Turma M22) do Curso G9 aos aterros controlado, dia 24, e sanitário, em 30 de abril. O grupo está desenvolvendo o subtema “Cooperativas de catadores de material reciclável e economia solidária” para a “Feira do Conhecimento 2014”, que tem como tema “Consumo Sustentável”. 

“O aterro controlado é o antigo lixão desativado de Itajubá, que foi recoberto por uma camada de terra. Já o aterro sanitário tem uma adequada disposição do lixo, com impermeabilização do local e gestão dos resíduos. Nesse local será construído um Eco Parque, onde centralizaremos o material recolhido na coleta seletiva. Também haverá uma usina para processamento dos recicláveis”, contou o presidente do projeto de construção do Eco Parque, Ivan Carvalho. “Esse projeto está sendo desenvolvido pela ONG Curupira”, completou. 

A professora de Língua Portuguesa do Ensino Médio, Luciana Barros, contou que essa é a segunda etapa do projeto da Feira do Conhecimento. “A primeira foi a visita às cooperativas e uma terceira fase consistirá na realização de entrevistas para conhecer os catadores. A partir desses dados, os alunos farão uma intervenção e sensibilização para mostrar a importância dos catadores e integrar e conscientizar a população sobre o valor desse trabalho”, explicou. 

Para a aluna Karen Kallás, esse é um trabalho muito importante para o aprendizado dos alunos e para a conscientização da população. “No final do projeto realizaremos um trabalho com a população de Itajubá para informar e esclarecer sobre temas, como economia solidária e coleta seletiva. Também abordaremos temas como segurança, saúde e prevenção de doenças com os catadores”, disse.

 

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09 de maio de 2014

Alunos visitam aterros para projeto da Feira

Reunião reúne pais de alunos do Ensino Médio

Apresentar o desempenho dos alunos durante o 1º bimestre do ano e propor estratégias e ações para corrigir os pontos fracos. Esse foi o objetivo da 2ª reunião pedagógica de 2014 para os pais dos alunos dos 1º e 2º anos do Ensino Médio do Curso G9. Durante o encontro, em 3 de maio, a coordenadora pedagógica, Marcia Gil de Souza, explicou os métodos de avaliação e acompanhamento e orientou os pais sobre como apoiar seus filhos nessa fase da vida escolar. 

“Nesse momento, avaliamos a efetiva realização da proposta pedagógica apresentada no início do ano. É sempre um processo conjunto de pais e escola, deixando bem claro qual é o papel da escola e o da família. Na reunião, abordamos a avaliação dos alunos, os planos de estudo e a recuperação. É um momento bastante importante para os pais conhecerem de perto o desempenho e dedicação dos filhos, entenderem suas necessidades e dificuldades e se aproximarem do processo de aprendizado, que se completa em casa”, explicou Marcia Gil. 

Para Flavia Heloisa Moraes, mãe do aluno Caio Moraes, do 2º ano (Turma M21), a reunião tem um papel excelente na participação e aproximação entre pais e escola. “Recebemos orientações para auxiliar nossos filhos com problemas enfrentados nesse período”, contou. Opinião semelhante tem Maristela Paris, mãe da aluna Julia Paris, do 1º ano (Turma M11): “Essa interação entre o G9 e as famílias é extremamente importante. Ficamos preparados para participar de perto do aprendizado e da disciplina dos nossos filhos”.

 

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09 de maio de 2014

Reunião reúne pais de alunos do Ensino Médio

Estudo: criança que joga no smartphone tem desenvolvimento verbal atrasado

Crianças de até três anos que usam os smartphones dos pais para brincar com jogos não educativos podem ter atraso no desenvolvimento verbal, afirma um estudo do Cohen Medical Centre, instituição médica em Nova York, nos Estados Unidos.

De acordo com o "Daily Mail", a pesquisa feita por pediatras com 65 famílias buscava determinar se havia algum benefício educacional para as crianças entre zero e três anos que brincavam com dispositivos sensíveis ao toque, como smartphones e tablets.

Foram aplicados a essas crianças testes básicos de desenvolvimento. As que brincavam com jogos não educativos (como Angry Birds e Fruit Ninja) tiveram notas menores na parte sobre linguagem verbal.

Além disso, embora cerca de 60% dos pais entrevistados acreditem que seus filhos tenham benefícios educacionais por brincarem com os smartphones e tablets, isso não ocorre na prática. A pesquisa não encontrou diferenças significativas na média geral dos testes das crianças que demonstrassem maior inteligência daquelas que usam dispositivos móveis sobre as demais.

"A tecnologia nunca pode substituir a interação de um pai com seu filho. Conversar com a criança é a melhor maneira de estimular seu aprendizado", alerta Ruth Milanaik, investigadora chefe do estudo.

A médica considera "impressionante" o hábito de muitos pais em substituir livros e brinquedos para bebês pelos smartphones e tablets. "Muitos pais não parecem oferecer nenhum outro tipo de distração para seus filhos além dos dispositivos com tela touch."

Das famílias que participaram do estudo, quase 97% possuíam dispositivos com tela sensível ao toque. A idade média com que as crianças começaram a brincar com esses aparelhos foi de 11 meses e o tempo de uso ficou em torno de 36 minutos por dia.

Os usos mais comuns dos dispositivos móveis, prossegue a pesquisa, foram assistir a programas educacionais (30%), brincar com aplicativos educacionais (26%), apertar botões na tela aleatoriamente (28%) e brincar com aplicativos não educacionais (14%). A margem de erro não foi divulgada.

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07 de maio de 2014

Estudo: criança que joga no smartphone tem desenvolvimento verbal atrasado

Habilidades socioemocionais são chave para empregos do futuro

 

Que competências os jovens precisam aprender hoje para se prepararem para as profissões do futuro? Muitas dessas carreiras ainda nem existem, mas a pergunta tem mobilizado especialistas em educação e mercado de trabalho em busca de aperfeiçoamentos nos sistemas de ensino atuais. E cresce entre analistas a percepção de que muitas habilidades cruciais não serão técnicas, mas, sim, sociais e emocionais: resiliência, curiosidade, colaboração, pensamento crítico e capacidade de resolução de problemas, por exemplo. "Com o acesso abundante ao conteúdo, o que a pessoa precisa é saber escolher, separar fatos de opiniões, saber navegar em meio a muitas informações não filtradas", afirma Denis Mizne, diretor-executivo da fundação educacional Lemann. "Daí a importância do pensamento crítico. E a resiliência tem a ver com um mundo menos previsível. Se não sei que profissões existirão, preciso me adaptar." Mas como ensinar habilidades desse tipo, sem descuidar do conteúdo escolar? E será que muitas delas têm sido pouco exercitadas pelas últimas gerações? Para a professora Carmen Migueles, especialista em educação e desenvolvimento organizacional da Epabe (Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas) da FGV (Fundação Getúlio Vargas), parte das novas gerações –crescida na internet– "perdeu o contato com o sacrifício e a capacidade de vencer obstáculos".

 

Segundo ela, essas habilidades socioemocionais –chamadas também de "soft skills" ou habilidades não cognitivas– foram citadas por todas as empresas quando questionadas sobre o que queriam em seus funcionários, em pesquisas feitas pelo MBA da FGV no Rio de Janeiro. "É um cultivo de virtudes, como paciência, solidariedade e entendimento de diferenças em uma sociedade multicultural", diz ela. "Isso ajuda, por exemplo, a lidar com o choque de culturas quando uma empresa é comprada por uma estrangeira."

Debate

As habilidades das gerações futuras foram debatidas recentemente em eventos nacionais e internacionais: no seminário Educar para as Competências do Século 21, em março, no Brasil, e na Conferência de Educação Privada, realizada em abril em San Francisco, nos Estados Unidos, pela International Finance Corporation, ligada ao Banco Mundial. Um dos participantes da conferência internacional foi o especialista americano Brian Waniewski. "Um dos fatores mais importantes é aprender a aprender –e a curiosidade não é algo que seja muito estimulado pelos sistemas educacionais atuais", diz Waniewski à BBC Brasil. "O mercado de trabalho se move mais rápido do que o educacional." Mas já existem diversos experimentos em curso para ensinar e mensurar essas habilidades. Um deles é do próprio Waniewski, ex-diretor do Institute of Play, empresa que desenvolve métodos de ensino baseados em jogos.

Na prática

Waniewski argumenta que o uso de jogos na sala de aula ajuda a simular a resolução de problemas na vida real. "Você progride de um nível para outro, supera desafios e é um agente proativo", diz. A mesma lógica vale para levar casos concretos e questões da vida real –por exemplo, problemas da comunidade–para o debate entre alunos, em vez de focar apenas o conteúdo teórico. "Isso passa por tirar o aluno de seu papel e colocá-lo para desenvolver problemas complexos e em equipe", diz Migueles. Ainda que isso já seja estimulado em alguns cursos superiores ou pós-graduações, ainda é algo incipiente nas escolas, diz sua colega na FGV-SP, a professora de economia Priscilla Tavares. "Hoje aprende-se muito mais o conteúdo do que o que fazer com ele", opina, citando o exemplo do logaritmo, elemento matemático comumente usado por profissionais de finanças. "Mas, quando aprendemos logaritmo, não aprendemos para que ele pode ser aplicado." A dica, aí, é que os alunos tentem estudar não apenas para passar na prova, mas buscar entender a aplicação prática do conteúdo e como relacioná-los a outras disciplinas aprendidas. "Muita gente trata o debate como se fosse preciso escolher entre ensinar essas habilidades e o conteúdo tradicional, como matemática e português", afirma Mizne, da Fundação Lemann. "Mas os alunos precisam das duas coisas, e essas habilidades ajudam no aprendizado do conteúdo." A tecnologia também colabora. Um grupo do Laboratório de Media do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos Estados Unidos, dedica-se a desenvolver métodos de aprendizado criativo. Uma de suas maiores apostas é uma linguagem de programação chamada Scratch (disponível no site http://scratch.mit.edu/), que estimula o aprendizado de programação mas também "estratégias para resolução de problemas, design de projetos e ideias de comunicação". E pais podem estimular os filhos a desenvolver essas habilidades desde cedo, diz Resnick, com brincadeiras que envolvam design e criação, como blocos de montar, desenhos e jogos.

Experimentos

Aqui no Brasil, o Instituto Ayrton Senna e a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) fizeram um estudo, recém-divulgado, com 24,6 mil alunos da rede estadual do Rio de Janeiro, com uma ferramenta desenvolvida para a medição de competências socioemocionais. Algumas das conclusões são de que ter em casa mais de uma estante de livros aumenta em 40% a chance de uma criança ser mais aberta a novas experiências e que estimular habilidades como planejamento e o protagonismo entre os alunos melhora seu desempenho em matemática e português, respectivamente. "Notamos que as escolas, em geral, já praticam essas habilidades em seu cotidiano, mas de maneira não intencional", afirma Mozart Neves Ramos, diretor de articulação e inovação do Instituto Ayrton Senna. "Se as escolas conseguirem trabalhar esses valores, eles serão potencializados." E eles podem ser potencializados por atividades esportivas e culturais, pela incorporação de jogos que colaborem no aprendizado das diferentes disciplinas e pelo estímulo à pesquisa entre os alunos, segundo Ramos. O Instituto agora testa a incorporação dessas habilidades no currículo escolar do Colégio Estadual Chico Anysio, no Rio –incluindo treinamento de professores, projetos interdisciplinares envolvendo capacidades socioemocionais e estímulo para que os alunos elaborem "projetos de vida", com planos para o futuro. "A vantagem é que essas habilidades não cognitivas se desenvolvem ao longo da vida, basta criar um ambiente adequado para isso", diz Ramos. Para Resnick, do MIT, mais do que ajudar na busca de empregos, o estímulo dessas habilidades ajudará os jovens do futuro a serem "uma parte mais ativa da sociedade, pessoas que pensam melhor, inovam e que são capazes de articular suas ideias. E todo o mundo precisa disso".

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07 de maio de 2014

Habilidades socioemocionais são chave para empregos do futuro

Aula para comemorar o Dia Mundial do Tai Chi

As aulas de Tai Chi Chuan ocorrem em todas as manhãs no Curso G9, mas esse era um encontro especial. Enquanto os alunos chegavam o professor Silvio Kato ajustava os trajes em dourado, preto e branco. As cores que simbolizam riqueza, força e paz foram escolhidas em comemoração ao Dia Mundial do Esporte. A homenagem foi realizada ao redor de todo mundo, no último sábado de abril – no G9, foi antecipada para sexta-feira, dia 25. 

“Sou professor de artes marciais chinesas: as mais conhecidas no ocidente são o Kung Fu, com características mais exteriores, e o Tai Chi, mais interno ou introspectivo”, contou Silvio. “Os atletas aprendem a usar a força do adversário contra ele mesmo em um embate. Mas aqui no G9 os principais objetivos e benefícios são aliviar o estresse, relaxar, desenvolver a disciplina e a concentração por meio da prática constante durante todo o ano”, completou. 

Para a coordenadora de Marketing do Curso G9, Cecília Passos, o Tai Chi é um excelente exercício indicado para todos os tipos de pessoas. “Estou praticando há bastante tempo aqui no G9. É necessário ter perseverança e disciplina para vermos os resultados em longo prazo. Concentração, leveza, melhora na postura e no equilíbrio mental e físico são apenas alguns dos benefícios que percebi”, contou. 

As aulas de Tai Chi são oferecidas a todos os alunos, de segunda a sexta-feira, sempre antes do início das atividades letivas normais. Também há sessões específicas para os funcionários do colégio. Nas quartas-feiras, o encontro com essa prática milenar chinesa é aberta a toda comunidade escolar, a partir das 18 horas. 

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02 de maio de 2014

Aula para comemorar o Dia Mundial do Tai Chi

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