Uma aula passeio repleta de contato com a natureza e com animais da roça marcou a tarde dos alunos do Jardim I do Ensino Infantil do Curso G9, em 24 de abril. A visita ocorreu para complementar as atividades do Projeto de Literatura. Isso porque as turmas fizeram a leitura do livro “Os Dois Cabritos”, de Tatiana Belinky.
O livro conta a história de dois cabritos que querem atravessar, ao mesmo tempo, uma ponte – só que em sentidos opostos. Para solucionar esse problema, eles usam a violência, o que gerou resultados negativos para ambos. Com isso, o livro passa aos alunos a ideia de que a violência não é uma solução que funciona.
Feita a leitura, os alunos ficaram com diversas dúvidas sobre a vida dos cabritos, tais como a sua alimentação, se eles podem ter mais de um filhote por vez, entre outras. Para sanar os questionamentos, os alunos fizeram uma visita ao Sitio Recanto dos Pássaros, localizado em Piranguinho.
O próximo passo do projeto será encontrar uma solução para o problema apresentado na história. Isso acontecerá através de uma reescrita coletiva do livro. Esse trabalho culminará com a exposição do Projeto Literário, em maio, que contará com trabalhos de todas as turmas da Educação Infantil
A visita foi acompanhada pelas professoras Suzane Gonçalves de Oliveira, Letícia de Faria Silva Camargo, Rayssa Ribeiro de Lima e Juliana Aparecida de Oliveira Alkimin.
Infantil visita Sitio em Piranguinho
O grupo de basquete adaptado para cadeirantes “Mãos de Fogo” participou de uma partida demonstração com alunos do 7o ano do Ensino Fundamental II Curso G9, em 26 de abril. Também houve atividades lúdicas relacionadas ao basquete durante a aula de Educação Física. O evento esportivo integrou o Mês do Bem-Querer, uma programação voltada à inclusão e o respeito às diferenças.
“Atividades assim melhoram a visão das pessoas, pois, quando elas vivenciam nossa realidade, começam a enxergar os problemas que passamos diariamente por falta de acessibilidade e veem pequenos detalhes da vida cotidiana que nos atrapalham, mas que passam despercebidos para outras pessoas”, explicou a atleta Diana Ferreira Matos, idealizadora do time de basquete.
Para a jogadora Andréa Aparecida Caetano, “é muito importante fazer essas atividades de inclusão, pois mostra para todas as pessoas as dificuldades que passamos diariamente”. “O que acontece atualmente é que nós nos adaptamos para viver em sociedade, mas deveria acontecer o contrário. Isso porque somos iguais, todo mundo tem algum tipo de deficiência, seja ela visível ou não”, completou.
Além da Andréa e da Diana, o atleta André Luiz Ramos da Silva e o técnico Mauricio Ferreira também participaram das atividades no Curso G9. O time “Mãos de Fogo” é parceiro do Curso G9 desde outubro de 2016. Atualmente, é formado por quatro atletas. Os treinamentos semanais acontecem na quadra do colégio.
“Mãos de Fogo” participam do Bem-Querer
O Curso G9 implanta mais um projeto que visa à integração dos alunos nos momentos extraclasse: é o Intervalo Literário, organizado pela Biblioteca do colégio – um momento de leitura e bate-papo sobre livros e autores. A primeira edição aconteceu em 19 de abril, nos dois períodos letivos. A iniciativa vem se somar ao Intervalo Musical, que acontece mensalmente há quatro anos.
“A leitura é importante pois enriquece a cultura do leitor nos diferentes campos do conhecimento, além de melhorar a escrita, a forma de falar e de se comunicar”, explicou Rejane Ribeiro de Lima, responsável pela Biblioteca do Curso G9. “Nossa biblioteca conta com um acervo riquíssimo para todos os segmentos. O Intervalo Literário é mais uma forma de divulgá-lo”, completou.
A atividade aconteceu durante os intervalos dos períodos da manhã e da tarde e contou com um espaço confortável no pátio gramado, com a exposição de livros e revistas expostos. “Essa primeira edição foi muito interessante e chamou a atenção dos nossos alunos. Nosso objetivo é que as novas edições aconteçam bimestralmente”, disse Rejane Lima.
Ela adiantou que já está em análise algumas novidades para as próximas edições. Uma delas é criar um tema para cada evento. Assim, haverá Intervalo Literário dedicado à poesia, à literatura brasileira, a contos etc.
G9 cria Intervalo Literário para incentivar a leitura
Uma aula diferente, com histórias e artesanato, marcou a tarde dos alunos do Ensino Infantil em homenagem ao Dia do Índio, comemorado dia 19 de abril. Eles ouviram diversas histórias sobre índios e folclore indígena, além de conhecer um pouco mais sobre a cultura, os costumes e os hábitos dos índios brasileiros.
Outra atividade que animou os alunos foi uma Oficina de Argila, na qual viram na prática como os índios faziam artesanato e alguns utensílios caseiros. As turmas fizeram desde animais selvagens até pessoas e ocas – casa dos índios – durante a atividade.
A coordenadora do Ensino Infantil, Jéssica Antunes Dias Ferreira, gostou do resultado das atividades realizadas e frisou a importância de os alunos conhecerem a cultura indígena. “A Oficina de Argila possibilitou aos alunos criarem objetos do mesmo modo que os índios faziam. Além disso, os alunos levaram os artesanatos criados para casa, o que leva o assunto do Dia do Índio para o ambiente familiar”, explicou.
O Dia do Índio é comemorado dia 19 de abril desde 1943, por meio de Decreto de Getúlio Vargas. Essa data é lembrada nos países do continente americano, devido ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México em 1940, com o objetivo de discutir políticas que protegessem as tribos e as culturas indígenas.
Infantil: Dia do Índio com atividades lúdicas
Uma aula de Educação Física diferente e inclusiva. Essa foi a maneira de integrar as turmas do 7º ano do Ensino Fundamental I com os alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), que fizeram visita ao colégio, nos dias 10 e 17 de abril. A atividade integrou o Mês do Bem-Querer, promovido pelo Serviço de Educação Inclusiva do G9.
A aula contou com diversas atividades, realizadas em conjunto com alunos das duas escolas. O objetivo foi estimular a convivência e o respeito às diferenças, além de promover a diversão e a amizade.
“Essa foi uma atividade muito interessante, pois mostrou um processo de inclusão de forma que não existia anos atrás. Antigamente o pessoal visitava a APAE e ficava uma tarde toda lá, mas sem nenhuma interação entre as crianças e adolescentes”, explicou a professora da APAE, Wolkmar Guimarães Araújo.
Para ela, encontros como esses são fundamentais para o desenvolvimento dos alunos. “Eles, geralmente, têm uma vida social muito restrita. Então, visitar uma outra escola e poder partilhar momentos assim, conhecendo alunos de mesma faixa etária, torna essa oportunidade rica para eles”, completou Wolkmar Araújo.
A atividade também gerou impacto positivo na vida dos alunos do G9. “Gostei muito dessa aula de Educação Física com os alunos da APAE, pois nos divertimos e aprendemos a conviver com outras pessoas e com as diferenças”, disse o aluno Yago Vieira Ramos, da Turma F72.
Alunos da APAE visitam Curso G9
Passeio por prédios históricos de Itajubá marcou a tarde de 7 de abril dos alunos do 5o ano do Ensino Fundamental I do Curso G9. Os alunos visitaram prédios centenários da cidade, como a Casa Rosada, onde viveu o ex-presidente Wenceslau Braz, e a Câmara Municipal de Itajubá.
A atividade surgiu da necessidade de vivenciar, na prática, o que os alunos estudaram em sala de aula. Na disciplina de História, os alunos estudaram as Câmaras Municipais das cidades brasileiras no século XVI, e o passeio mostrou como a história é viva e está próxima de nós. Outro tema abordado durante a atividade foi apresentar aos alunos o papel que os vereadores desempenham na cidade e qual é o papel do Legislativo dentro da política brasileira.
As alunas Pietra Vidal Mendonça e Clara Moallem gostaram muito das visitas. “Foi muito interessante porque descobrimos mais coisas sobre o município de Itajubá”, disse Pietra. “Valeu a pena. Foi uma experiência única” completou Clara.
Durante a visita, os alunos conheceram como é a rotina dos vereadores, conheceram os gabinetes e o plenário, onde as leis municipais são debatidas. A visita contou com uma conversa com o vereador Joel Carlos de Almeida. No decorrer da conversa, surgiu o tema de representatividade na Câmara, quando os alunos descobriram que, durante toda a história de Itajubá, a cidade teve somente quatro vereadoras.
Alunos do 5º ano do EFl I visitam Câmara
Brincadeiras, mágica, peças teatrais e muita diversão; tudo recheado com chocolate e sorrisos. Assim foi a programação da Semana de Páscoa, organizada para os alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I do Curso G9.
A primeira atividade, dia 11, foi uma peça teatral encenada pelas professoras do Infantil, com participação de alunos. A peça foi baseada no livro infantil “O coelhinho que não era de Páscoa”, da escritora brasileira Ruth Rocha.
O livro conta a estória de um coelho que não quer mais entregar ovos de Páscoa e decide “mudar de profissão”. Seus pais não gostam muito da ideia, mas se alegram com a escolha certa do filho quando acontece uma crise de ovos de chocolate.
Ao final da peça, houve um número de mágica que chamou a atenção dos alunos. Um coelho de verdade saiu da cartola, o que deixou os alunos maravilhados e eufóricos. Após a mágica, o coelho foi levado até os alunos, que puderam conhecer e brincar com o animalzinho.
Outras atividades
Outra atividade foi uma caça ao tesouro pelo parque e pelo gramado do Curso G9. Os alunos tiveram que procurar os ovos que o coelho da páscoa havia espalhado pela escola.
Na quarta-feira, dia 12, as atividades foram voltadas para os alunos do Maternal e do Jardim. A primeira delas foi a confecção de brigadeiros, na qual os alunos enrolaram e confeitaram os doces, para depois levar para casa e compartilhar com seus familiares. Essa atividade alegrou muito as crianças, pois elas se sentiram como se trabalhassem para o coelhinho da Páscoa.
Por fim, os alunos colocaram máscaras e passaram maquiagem para parecerem iguais ao coelhinho. Depois disso, os alunos foram para o gramado e cantaram diversas músicas infantis sobre Páscoa, pularam, correram e se divertiram, o que marcou o final do dia na escola.
Infantil e EF I participam de atividades de Páscoa
Atletas do Clube de Xadrez do Curso F9 (CXG9) dominaram a primeira etapa do Circuito Sul Minas de Xadrez 2017, realizado nas dependências do colégio: a equipe conquistou duas categorias e a campeã geral feminino, além de dois vice-campeonatos, um terceiro e um quarto lugar.
O torneio reuniu, em 1º de abril, 19 participantes de clubes e escolas da região de Itajubá, como CXUnifei (Clube de Xadrez da Unifei) e alunos do Colégio Sagrado Coração de Jesus e Colégio Empreender.
“Este evento foi um ótimo teste para nossos atletas que pretendem participar da Fase Microrregional do JEMG, que acontecerá entre os dias 8 e 14 de maio. A competição reuniu ótimos atletas. Tivemos confrontos difíceis, o que é muito bom para aprendizado de nossos alunos”, explicou Antônio Martins, professor de Xadrez do Curso G9 e treinador da equipe.
O CXG9 foi recordista em participantes nesta edição, com sete alunos/atletas: Pedro Esteban Arango (campeão SUB 14), Thiago Taets e Sales (vice-campeão SUB 14), Rafael Monti Benac (campeão Sub 18), Vivian dos Santos Carvalho (campeã Feminino), Ariane Stecca Martins (vice-campeão feminino), Mariana Bressan Pizarro (3º Lugar Feminino) e Gustavo Taets e Silva (4º lugar Sub 14).
O campeão na categoria absoluto foi o atleta Antonio Carlos Soares Junior, do tradicional CIX, que também levou o título de campeão Veterano com o atleta Aécio Zózimo Bustamante. Já a categoria Sub 10 foi vencida pelo atleta Filipe Daves Mendes, do Colégio Empreender.
A classificação e os confrontos das cinco rodadas podem ser acessados no link a seguir: https://goo.gl/k7blmr
Xadrez do G9 domina a 1ª etapa do Sul Minas
A capacitação da equipe de professores e funcionários e a participação em eventos que tratam sobre o tema fazem parte da programação do “Mês do Bem-Querer” do Curso G9. A primeira atividade foi a participação do Serviço de Educação Inclusiva (SEI) do colégio no “Encontro Pedagógico – Educação Inclusiva”, no Centro Cultural Clotide Framil, em Itamonte (MG).
“Foi um momento muito enriquecedor para todos nós. Pudemos levar um pouco de informação sobre o tema e relatar o processo pelo qual passamos aqui no Curso G9. Agora, queremos dar um passo mais e compartilhar atividades práticas com a escola de Itamonte e com outras interessadas”, explicou a coordenadora do Ensino Fundamental II e integrante do SEI, professora Estela Maria de Oliveira.
Para ela, encontros como esse fortalece o SEI e os profissionais de outras escolas. “O caminho da inclusão precisa ser trilhado em conjunto, em parceria: somente com a troca de saberes e experiências podemos construir um mundo melhor e mais inclusivo”, ressaltou.
Nesse sentido, o Curso G9 participou ativamente das atividades do Dia Mundial de Conscientização do Autismo, organizado pelo Gapa – Grupo de Amigos e Pais dos Autistas, na Praça Theodomiro Santiago. O colégio ofereceu oficinas de Xadrez, Lego e Pintura, além de uma sessão de Tai Chi Chuan. “É muito importante estarmos presentes em atividades como essa porque nos enriquece e nos dá firmeza para tratar o tema inclusão como ele merece”, destacou a diretora pedagógica do colégio, professora Maria Aparecida Fernandes.
Outra atividade que teve a presença de profissionais do Curso G9 foi na 3ª edição da Semana Internacional do Autismo – TEAbraço, realizada em Ribeirão Preto (SP). O encontro visa disseminar informação sobre o universo autista, contribuir com a inserção de portadores de TEA na sociedade, trazer novidades sobre o assunto e quebrar preconceitos.
Também está prevista, para 26 de abril, a palestra “Currículo Funcional: um olhar diferente”, a ser ministrada por neuropsicopedagoga Katrien Van Heurck, professora em Autismo e em Deficiência Intelectual. O “Mês do Bem-Querer” do Curso G9 tem atividades em todos os segmentos da escola e vão até o final de abril. Para a programação completa, acesse o link.
Capacitação no “Mês do Bem-Querer”
Duas atividades deram sequência ao mês do “Bem-Querer” no Curso G9: o Intervalo Musical, recheado de canções que tratam do respeito às diferenças, e contação de histórias para os alunos da Educação Infantil. As duas aconteceram em 31 de março.
As atividades são organizadas pelo Serviço de Educação Inclusiva do Curso G9, com apoio das coordenações pedagógicas da Educação Infantil, Fundamental I e II e Ensino Médio. As atividades tiveram início em 18 de março e terminam em 26 de abril.
“Como escola e como cidadãos, devemos cultivar o respeito e ensinar que, apesar de sermos diferentes, todos nós somos iguais e dignos de respeito”, disse a diretora pedagógica do colégio, professora Maria Aparecida Fernandes.
Intervalo Musical
O grupo de Música do G9 apresentou quatro músicas cuidadosamente escolhidas para tratar o tema das diferenças. Durante a atividade, professores reafirmaram a importância de se debater abertamente o tema no ambiente escolar e convidaram os alunos para as próximas atividades do “Mês do Bem-Querer”.
“A música é cenário para qualquer tipo de ambientação de sentimentos e não a nada mais especial do que a música para falar de assuntos tão nobres quanto às diferenças e síndromes”, disse o professor de música do G9, João Cesar da Silva.
Contação de História
A segunda atividade do dia foi direcionada aos alunos do Jardim e do Maternal, que ouviram uma fábula sobre a importância de “sermos diferentes, tendo cada um sua característica e personalidade”. Logo após ouvirem a história, eles tocaram e cantaram uma música que retrata a premissa do “Mês do Bem-Querer”: mesmo com todas as nossas diferenças, somos iguais.
A coordenadora do Infantil, Jéssica Antunes Dias Ferreira, contou um pouco sobre o trabalho com as crianças: “Contar histórias, por meio de fábulas e músicas, são ferramentas pedagógicas importantes para se trabalhar com crianças. Por meio da história contada, elas perceberam que cada um é diferente e tem seus talentos pessoais”.
“Foi muito legal porque fala que todo mundo é diferente. Todo mundo tem uma coisa de diferente, mas todo mundo tem uma coisa igual que é a amizade”, disse a aluna Rafaela Sainato Guimarães, do Jardim II.
Já o aluno Lucas Rodrigues Leite, também do Jardim II, ficou preocupado, caso todos fossem iguais. “A gente tem que ser diferente um do outro, porque, se todo mundo fosse ‘Lucas’ ninguém ia saber quem é quem; e a gente precisa ter amigo diferente para brincar; senão, não tem graça”, destacou.
Para a professora Ana Paula dos Santos Vieira, “é importante falar desses assuntos desde pequenos, pois cria na criança a aceitação do diferente e melhora o convívio entre elas”. “Além disso, as crianças, a partir do momento que conhecem um tema novo, já contam aos pais, o que leva a reflexão sobre respeito ao diferente para dentro de casa”.
O mês do “Bem-Querer” tem atividades em todos os segmentos da escola e vão até o final de abril. Para a programação completa, acesse o link.
“Mês do Bem-Querer” tem início no Curso G9
Alunos do 2º ano do Ensino Fundamental I visitaram o Espaço ConViver, restaurante do Curso G9 aberto a toda comunidade escolar. Eles tiveram uma conversa descontraída com a nutricionista da escola, Juliana Siqueira da Silva, sobre alimentação saudável.
A atividade, realizada em 24 de março, teve o objetivo de consolidar o aprendizado em sala de aula de forma prática e divertida. A ideia da visita surgiu da união dos estudos das disciplinas-Ciências, História e Geografia. Na disciplina de Ciências, os alunos estudaram o corpo humano, mais especificamente o tópico alimentação e alimentos saudáveis. Já na disciplina de História e Geografia, eles aprenderam sobre a escola e seu espaço físico.
O passeio foi acompanhado pelas professoras Elaine Cristina Cortez Ribeiro e Vanessa Maduro de Almeida Dalla Rosa, que ficaram muito contentes com os resultados. “Vivemos em um mundo em que a maioria dos alimentos é industrializada e vem com produtos que fazem muito mal à saúde. Por isso, devemos incentivar as crianças a terem uma alimentação equilibrada para que elas tenham uma vida mais saudável”, disse Vanessa Dalla Rosa.
Ela ressaltou que, durante a visita e a conversa com a nutricionista, muitos alunos perceberam a relação entre a alimentação e as doenças. “Muitos relataram problemas na família. Isso é enriquecedor porque a gente percebe o interesse pelos temas estudados”.
“Foi muito legal a visita porque vi como funcionam as comidas no nosso organismo. A alimentação saudável tem que ter cinco cores diferentes no prato e eu como, às vezes, quatro ou cinco cores”, disse o aluno Daniel Cardoso Franceschini.
Como primeira atividade desse trabalho, os alunos realizaram um trabalho em sala de aula que consistiu na criação do “prato saudável”, com todos os alimentos essenciais para a saúde do ser humano.
O próximo passo foi a visita ao Espaço ConViver. Para tirar as dúvidas dos alunos, uma roda de conversa com a nutricionista Juliana Silva, que contou um pouco de seu trabalho na escola e da importância da alimentação saudável. Logo após a conversa, os alunos foram conhecer o processo pelo qual o alimento passa até chegar às prateleiras do restaurante, conhecendo todas as máquinas e todos os cuidados necessários para que o ambiente seja seguro e higiênico.
“Temos que incentivar os alunos a, desde pequenos, comerem alimentos saudáveis, pois, quando mais velhos fica difícil criar esse hábito”, disse a nutricionista.
Como etapa de conclusão, os alunos devem escrever um texto, contando um pouco da experiência vivida, qual foi o assunto que mais chamou atenção durante o estudo e quais hábitos foram modificados em sua alimentação.
Alunos do 2º ano do EF I visitam Espaço ConViver
Uma tarde diferente para os alunos do Jardim I e II do Curso G9, em 20 de março: acompanhados pelas professoras do segmento, eles caminharam até o Teatro Municipal Christiane Riêra, onde assistiram a uma peça teatral. A apresentação integrou as atividades promovidas pela Prefeitura para comemorar os 198 anos de Itajubá.
A peça “O Fabuloso Mundo das Descobertas”, encenada pelo grupo “1, 2, 3 e Saúde”, conta a história de um menino que perdeu seu sabiá e, para encontrá-lo, decidiu criar uma “máquina voadora”. Para isso, ele procurou ajuda de seus professores, que lhe deram dicas importantes para ir atrás de seu pássaro de estimação.
Durante a apresentação, o grupo teatral buscou despertar nas crianças, de forma lúdica e divertida, um estilo de vida mais saudável. Falaram da importância de se manter uma alimentação balanceada, da prática regular de esportes e da consulta frequente aos médicos.
“O teatro, de uma forma geral, é um meio lúdico de influenciar o acesso à cultura. Além disso, o teatro proporciona aos alunos a expressão artística de uma forma diferente da que eles têm contato”, explicou a coordenadora pedagógica da Educação Infantil, Jéssica Antunes Dias Ferreira, que acompanhou as turmas na visita ao teatro.
Alunos do Jardim I e II assistem peça teatral
O Serviço de Educação Inclusiva (SEI) do Curso G9 promove o Mês do Bem-Querer, uma série de atividades para marcar o Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado em 21 de março, e o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, que acontece em 2 de abril.
A programação começou com um encontro pedagógico sobre Educação Inclusiva em Itamonte (MG). O Grupo SEI ministrou capacitação aos professores das escolas públicas e particulares, no Centro Cultural Clotide Framil, em 18 de março.
Durante o Bem-Querer, haverá apresentações especiais no Intervalo Musical, nas sessões do Cineclube G9 e demais oficinas pedagógicas do colégio. Durante todo mês, as aulas de Educação Física serão adaptadas para que os alunos “sintam as deficiências”.
Em 2 abril, o Grupo SEI estará na Praça Theodomiro Santiago, Centro de Itajubá, onde irá realizar oficinas de Lego, Tai Chi, Xadrez e Pintura. A atividade é realizada em conjunto com a APAE e o GAPA.
Curso G9 promove o Mês do Bem-Querer
Alunos do 3º ano do Ensino Fundamental I participaram nesta terça-feira, 21 de março, de uma palestra ministrada pelo sargento da Polícia Militar do Meio Ambiente, Álvaro Gomes Lopes, em homenagem ao Dia Mundial da Água – comemorado dia 22.
O objetivo da atividade foi conscientizar os alunos sobre a importância da água e a necessária preservação dos mananciais e rios. Durante a palestra, sargento Lopes apresentou dados que alertam para o impacto negativo que os seres humanos geram diariamente no meio ambiente, como o descarte incorreto de materiais – exemplo é o óleo de cozinha que, despejado na pia, irá contaminar os rios.
Sargento Álvaro ressaltou a importância de tratar desses assuntos com os alunos do Fundamental I. “É muito importante falar desse tema para as crianças, pois a educação é a base de tudo”, disse. “Não são as multas que vão resolver os problemas que os seres humanos criam no meio ambiente, mas sim a conscientização. É fundamental despertar nas crianças os valores de respeito e cuidado com o meio ambiente”, completou.
Celebrado mundialmente desde 22 de março de 1993, o Dia Mundial da Água foi recomendado pela ONU durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Eco-92), realizada no Rio de Janeiro. Desde então, as comemorações ocorrem a partir de um tema anual, definido pela ONU, com o objetivo de abordar os problemas relacionados aos recursos hídricos. Neste ano, o tema é Água Residual, aquela resultante de algum processo industrial ou doméstico, e que geralmente pode ser reutilizada para fins que demandem menos qualidade.
Palestra sobre o Dia Mundial da Água
Uma conversa franca e divertida com o poeta itajubense, Gildes Bezerra, autor da composição do Hino de Itajubá. Assim foi a maneira que alunos do Ensino Fundamental I do Curso G9 encerraram uma série de atividades realizadas para marcar o aniversário da cidade, comemorado em 19 de março.
“A poesia é uma ferramenta pedagógica muito importante, pois desperta a criatividade, a curiosidade e a emoção na criança. Isso porque ela se apresenta por meio de uma linguagem subjetiva, estimulando o raciocínio dos pequenos”, disse o poeta.
Com bom-humor, Gildes Bezerra contou um pouco de sua história e comentou sobre a composição do hino, o que chamou a atenção dos alunos. O convite ao poeta foi feito depois que os alunos do 5º ano estudaram a letra do Hino de Itajubá e aprenderam a melodia da música, o que despertou neles a curiosidade sobre a história de quem fez e de como foi feito o hino.
Para deixar a palestra mais dinâmica, os alunos elaboraram algumas perguntas em sala de aula para que, no dia do encontro, fossem compartilhadas com o poeta.
Além da palestra, as turmas do Fundamental I também recolheram fotos antigas, desenharam e escreveram mensagens sobre a data. Todo o material está exposto nos corredores do Curso G9.
Gildes Bezerra conversa com alunos do EF I
Primeiro simulado do vestibular no ano no Curso G9 teve a proposta de avaliar e mapear o conhecimento e o nível de cada aluno para subsidiar a organização e formulação das estratégias e planos de estudos dos alunos. Além do simulado no modelo do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), realizado em 13 de março, também acontecerá um simulado diagnóstico no modelo Fuvest, em 25 de março.
Os simulados são realizados bimestralmente pelos alunos do 3º ano do Ensino Médio e do Pré-vestibular. Desde o ano passado, foi integrado à proposta pedagógica da escola a realização desse primeiro simulado logo no início do ano. Essa primeira edição não contabiliza pontos para os alunos do 3º ano, pois visa mapear o conhecimento para auxiliar alunos e professores no aprendizado e ensino.
“Até o final do 2º ano, o material do Poliedro prevê a aplicação de todo o conteúdo determinado pelos parâmetros nacionais de ensino. No 3º ano os alunos revisam e se aprofundam. Por isso, é possível realizar essa avaliação, que pode guiar e orientar os pontos fortes e as defasagens individuais e coletivas. Esse simulado é uma oportunidade oferecida ao aluno visando dar maior foco e melhor desempenho nos simulados”, explicou a coordenadora pedagógica do Ensino Médio e Pré-vestibular do Curso G9, professora Márcia Gil de Souza.
A aluna do 3º ano, Thais Abranches (Turma M32), acredita que o simulado diagnóstico é um grande diferencial da escola para os alunos. “Além de ser muito importante, preparamos nossa resistência para as provas de longa duração do vestibular e podemos planejar nossas estratégias de estudo de forma muito mais eficiente com as informações dessa avaliação”, contou.
3º ano e PV realizam simulado diagnóstico