A equipe de Xadrez do Curso G9 conquistou seis medalhas – duas de ouro, duas de prata e duas de bronze – no Campeonato Itajubense de Xadrez Escolar, que reuniu 115 atletas de 10 escolas das redes pública e privada do município. O torneio foi realizado pela Prefeitura de Itajubá, em 11 de novembro, no salão nobre da Praça de Esportes – antigo ITC.
Um dos destaques da competição foi o aluno André Bernardo Britto, atleta mais novo do torneio e único representante da Educação Infantil – ele é do Jardim II. Com cinco vitórias em cinco jogos, ele foi campeão na Categoria Sub 07 Masculino. “Foi um resultado surpreendente porque o André começou a jogar há menos de três meses”, disse o professor de Xadrez do Curso G9, Antônio Martins, mais conhecido como Toninho.
Outra grata surpresa, de acordo com Toninho Martins, foi Julia de Araujo Estanislau, atleta mais nova do torneio e sétima colocada na categoria Sub 07 Feminino.
A outra medalha de ouro conquistada pelo Curso G9 é da “veterana” em competições nacionais e internacionais, Vivian dos Santos Carvalho: ela ganhou na categoria Sub 13 Feminino. As medalhas de prata ficaram com os alunos Isabela Gonçalves Zilocch Rocha, na Categoria Sub 07, e Enzo Oliveira Avanci, na categoria Sub 11. Já as de bronze, com Ariane Stecca Martins, na categoria Sub 09, e Matheus Faria Lopes, na categoria Sub 11.
“Esse torneio veio para coroar um bom ano do Xadrez no Curso G9, pois tivemos um grande interesse por parte dos alunos do Ensino Fundamental, tanto que foi a primeira vez em que todas as quatro turmas destinadas ao Fundamental I ficaram cheias”, explicou. “Sem contar o projeto de Xadrez para a Educação Infantil, que teve início em agosto, e tem despertado, desde cedo, o interesse pelo esporte em nossos atletas”, completou.
Confira abaixo a classificação dos atletas no Campeonato Itajubense de Xadrez Escolar:
FEMININO
Categoria Sub 07
2º lugar: Isabela Gonçalves Zilocch Rocha 4º lugar: Pietra Nobre Moreira Coli 7º lugar: Júlia de Araújo Estanislau 9º lugar: Isabelly FlorianoCategoria Sub 09
3º lugar: Ariane Stecca MartinsCategoria Sub 17
1º lugar: Vivian dos Santos Carvalho
MASCULINO
Categoria Sub 07
1º lugar: André Bernardo Britto 4º lugar: Daniel David Rezeck de Biaso 6º lugar: Enzo de Almeida 7º lugar: João Guilherme Siqueira Vieira 9º lugar: Henrique Ribas Vieira Esper 17º lugar: Enzo Chaluppe El Alam 18º lugar: João Gabriel Cruz Teodoro 20º lugar: Cristóvão Gropp FreitasCategoria Sub 09
14º lugar: George Stefanello Simsen 17º lugar: Thiago Silva Cruz 27º lugar: Davi Nunes Montanari 27º lugar: Tomás Kazuo Vilela HessCategoria Sub 11
2º lugar: Enzo Oliveira Avanci 3º lugar: Matheus Faria Lopes 5º lugar: Pedro de Araújo Estanislau 6º lugar: Guilherme Gonçalves Ziloc Rocha 10º lugar: Guilherme Rabelo Gesualdo 16º lugar: Miguel Fernandes Seabra De Morais 19º lugar: Vinicius Gomes de Carvalho 21º lugar: Ian Fernandes de Lima E Silva
G9 conquista 6 medalhas no Itajubense de Xadrez
Uma experiência marcante, com direito a muita chuva na madrugada. Assim foi a segunda edição do Acantonamento, promovido pelo Curso G9, que reuniu os alunos do Clube de Ciências. A atividade aconteceu entre os dias 10 e 11 de novembro e contou com a participação de 50 alunos, todos do Ensino Fundamental II.
“Foi uma atividade bem legal, apesar da chuva, porque a gente fez muitas atividades interessantes. A gente se divertiu bastante. Gostei muito quando fizemos o caça ao tesouro no escuro”, disse o aluno Tiago Pizarro Bonanni, do 9º ano (Turma F92).
Durante o Acantonamento, foram realizadas diversas atividades e desafios, tais como o caça ao tesouro no escuro, basquete à luz da lanterna, experimentos de Física, momentos de música e o “Moitão – Elevador Humano” – um experimento no qual os alunos sentavam em um banco no meio da quadra e eram erguidos pelos colegas por meio de roldanas no teto.
“Com o aumento significativo de alunos, percebemos que também cresceu o número de interessados pelo Clube de Ciências”, explicou o professor de Matemática, Mateus Bibiano Francisco, um dos organizadores do Acantonamento. “Foi um momento muito proveitoso, com muita interação, brincadeiras e conhecimentos partilhados”, completou.
Para o professor de Matemática, Vicente Carlos da Silva, o outro organizador do evento, essa atividade, que era muito aguardada pelos alunos, finaliza os trabalhos do Clube de Ciências neste ano letivo. O Acantonamento também teve o apoio da coordenadora pedagógica do segmento, Estela Maria de Oliveira; da assistente Sheila Bourdon; e das professoras Eloiza Montanari (Ensino Fundamental II) e Luciana (Ensino Médio).
Clube de Ciências faz 2º Acantonamento
Funcionários do Curso G9 participam de mais um treinamento sobre a Brigada de Incêndio. O curso foi promovido pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), com o apoio de membros do Corpo de Bombeiros.
Durante as palestras, os funcionários aprenderam, na teoria, quais atitudes tomar em situações de emergência e como atuar na prática em casos assim. Também foram orientados sobre maneiras de prevenir e evitar diversos problemas de segurança na escola.
A parte prática reuniu uma série de atividades para simular o combate a situações de incêndio que podem acontecer no ambiente de trabalho: os funcionários treinaram como apagar o fogo com os diversos tipos de extintores, como neutralizar o fogo em um botijão de gás e como manusear corretamente o hidrante. Também aprenderem técnicas de primeiros-socorros.
“É muito importante ensinar os funcionários a combater focos de incêndio, pois, além de ser uma obrigação legal manter uma Brigada de Incêndio, a prevenção é a melhor forma de manter um local seguro”, explicou o técnico de Segurança e Bombeiro Civil, Renato Lincoln Faria Neto, que ministrou o treinamento.
A CIPA do Curso G9 também realizou mais uma edição da Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT) do colégio. A semana contou com diversas palestras, workshops e atividades voltadas para os alunos e funcionários da escola. A SIPAT aconteceu entre os dias 23 a 27 de outubro
G9 promove treinamento da Brigada de Incêndio
Professora de muitos itajubenses (e de seus filhos, netos...), a educadora Fernandes tem em sala de aula muito mais do que um rico conhecimento. É detentora de uma didática austera, que a tornou referência em Educação na cidade, além de ser o norte para muitos que querem saber mais sobre a Língua Portuguesa. Nesta entrevista com o Itajubá Notícias, ela também fala sobre religião nas escolas, inclusão e gestão municipal.
Como itajubense, conte para nossos leitores sobre sua formação escolar e sua trajetória profissional na cidade. Estudei na Escola Estadual Major João Pereira. Sou da primeira turma de Magistério, o saudoso curso Normal, quando éramos muito bem preparadas para trabalhar com as crianças da Educação Infantil e do Fundamental I, o antigo primário. Formei-me em 1967, este ano estou completando 50 anos de magistério.
E as primeiras experiências profissionais?Quando nos formamos, éramos cerca de 70 alunas. Dessa turma, três foram escolhidas para trabalhar na própria escola (Major João Pereira) nas classes anexas, onde as alunas do magistério assistiam às aulas modelo. Comecei a lecionar no quarto ano primário (Fundamental I), depois passei a dar aulas no antigo curso ginasial (Fundamental II). Também lecionei no curso de Magistério e no Colegial, até me aposentar. Fiquei um tempo fora do Brasil e, no retorno, dei aulas, também, no Colégio Sagrado Coração de Jesus e no Colégio Anglo, de Itajubá e Pouso Alegre.
Esteve também na direção da Escola Major João Pereira?Sim, fui vice-diretora quando era diretor o professor Sérgio Roberto Costa. Eu dava aulas no período matutino e, à tarde, trabalhava na vice- direção. Era uma equipe excelente, tudo fluía muito bem. Foi uma experiência bastante rica que contribuiu para minhas atividades de hoje, como diretora pedagógica do G9. Apesar da sala de aula ser mais atraente pela lida direta com os alunos, na direção, aprendemos muito porque acompanhamos o trabalho dos professores.
Conte sobre o início do Curso G9 e o que inspirou esse projeto na cidade? Em 1995, resolvemos montar o G9. Éramos um grupo de nove professores. Conversávamos muito sobre o ambiente escolar, sobre a educação e como poderíamos contribuir com a comunidade se montássemos uma escola. Naquela época, éramos jovens (eu era a com idade – risos), mas experientes e idealizávamos uma escola nova. E assim iniciamos, éramos dois professores de Matemática, um de Física, um de Química, um de Biologia, um de História, um de Educação Física e dois de Língua Portuguesa.
Qual cenário do G9 hoje, 22 anos depois? Está entre as melhores da cidade? Acho que seria muita presunção falar em melhor escola, pois todas as escolas de nossa cidade são muito boas. Porém, cada uma tem a sua filosofia e a sua metodologia, é isso que as diferencia. O G9, por exemplo, tem a filosofia de ser uma escola que atenda, como necessidade primeira, a construção do conhecimento. Mas não somos uma escola conteudista, queremos um ambiente que prepare o cidadão para o futuro. Parece ‘lugar comum’ falar assim, mas não sabemos, por exemplo, que profissionais nossos alunos serão, tampouco quais as profissões aparecerão daqui a cinco anos. O mercado atual exige competências técnicas acrescidas das competências socioemocionais. Por isso, é importante que nossa escola prepare muito bem os alunos para as diferentes competências, como saber trabalhar em equipe e lidar bem com as relações interpessoais. Temos a responsabilidade de oferecer educação de qualidade, adequada às necessidades do século 21, por isso a importância do desenvolvimento de projetos, a oportunidade de debates, a autoavaliação constante, o saber se integrar no grupo. Para tanto, estamos sempre capacitando nossos professores e os funcionários.
Como despertar nos professores que eles são um espelho para os alunos?Procuro lembrar, sempre, que, no ambiente escolar, todas as atitudes devem ser educativas. Desde a maneira como tratamos uns aos outros, a discussão sobre direitos e deveres, até a forma como a escola se relaciona com as pessoas que nos visitam. Tudo é percebido pelas crianças, tudo é “espelho” para elas.
É uma escola que adota projetos diferenciais, como robótica, música, revista feita com a participação dos alunos. Qual a importância dessa pedagogia?É muito importante para que os alunos se descubram e para atender as diferentes inteligências. Àqueles que gostam de esporte, são oferecidas diferentes modalidades. Trabalhamos com a Lego Zoom a partir do Maternal I, dois aninhos. Quando os alunos chegam ao sexto ano, Ensino Fundamental II, eles iniciam as atividades de robótica, temos uma sala com computadores para a programação dos robôs. Temos também aulas de xadrez, muito importante para o desenvolvimento do pensamento lógico. Há aulas de dança, o Clube de Ciências, a Orquestra Experimental, o coral das crianças. Há, também, aulas de apoio aos alunos que participam das Olimpíadas de Matemática, de História e de Astronomia. Na OBA – Olimpíada Brasileira de Astronomia, deste ano, nossos alunos conquistaram três medalhas de ouro, cinco de prata e seis de bronze.
A inclusão na escola? Como você enxerga e pratica o tema?A escola tem que atender a todos, inclusive àqueles que apresentam determinadas deficiências ou síndromes que precisam ser tratadas de formas diferenciadas. Há muitos anos, em nossa escola, tínhamos a ‘Sala Projeto’, com cerca de sete alunos. Hoje, os alunos deficientes estão nas salas regulares, pois é um direito deles e um dever nosso, enquanto educadores. Para dar apoio aos professores, com a finalidade de atender bem a esses alunos, foi criado o SEI - Serviço de Educação Inclusiva. É um trabalho importante para todos, porque contribui para a formação do cidadão e ratifica a importância do respeito às diferenças.
A religião nas escolas voltou a ser discutido no país. O que pensa e como é no G9?O G9 não oferece aulas de religião, pois não é uma escola confessional. Sobre essa questão, sempre digo que é necessária uma postura cristã, baseada no respeito ao próximo. Temos alunos de diferentes crenças, inclusive ateus, portanto abordar religião é muito delicado, mas nunca tivemos problemas. Entendo que o estudo da religião cabe à família e à Igreja, não é atribuição da escola, mas a posição confessional das famílias não deve interferir na escola. Sempre digo que o tripé Escola, Família e Igreja é fundamental para a formação de todos, desde que cada um desempenhe seu papel com responsabilidade e respeito.
O Brasil está usando a nova ortografia. Era uma mudança necessária? Os brasileiros estão usando bem?É uma mudança que não trouxe grandes impactos. O problema não é ortográfico, é político. Não é uma questão de querer padronizar a Língua Portuguesa nos países que falam português. Vejo que algumas mudanças, como o uso do hífen, continuam sendo um problema. Não houve benefícios que mereçam destaque. Há outras mudanças que poderiam ter acontecido e que facilitariam a escrita.
Quais os maiores erros cometidos pelos brasileiros na Língua Portuguesa?Eu tenho observado muito a questão de regência e concordância. Exemplo: é muito comum ouvir ‘o filme que eu mais gostei foi o x’. O verbo gostar rege a preposição ‘de’. Toda vez que usar o verbo tenho que usar a preposição ‘de’. Então é o filme ‘de que eu mais gostei foi o x’.
Você acha que a internet prejudica a escrita da atual geração? A Língua tem uma característica que é ser consuetudinária, o uso determina muitas vezes a forma, mas isso não justifica o desleixo ao se escrever nas redes sociais. Há o corretor automático, mas ele não corrige concordância e regência. Por isso acho que nós, professores, comunicadores, temos que tomar muito cuidado com a Língua quando falamos e escrevemos, seguindo o padrão culto. Entre amigos podemos usar o padrão coloquial, mas hoje o que se percebe é o padrão coloquial tomando conta da linguagem, principalmente na internet. Estão negligenciando as regras da Língua Portuguesa.
Em tempos passados a escola pública tinha mais qualidade e respeito. A senhora pensa assim também?Delicado falar sobre isso. Acho que a escola somos nós. Eu tive toda minha formação em uma escola pública excelente. Hoje, a escola pública mudou muito. Não só a escola, mas o atendimento público de saúde, de transporte, porque nós não temos a cultura de exigir qualidade desses serviços. Como não exigimos, a qualidade passa a não ser prioridade. Se exigíssemos mais das autoridades responsáveis, teríamos saúde pública de qualidade, escola pública de qualidade e tudo mais de qualidade. Mas não podemos generalizar, ainda temos muitas escolas públicas de muito boa qualidade. Por isso digo que o padrão da escola, seja pública ou particular, depende da exigência daqueles que usam o serviço dela e de seus gestores.
A senhora tem noção do quão é respeitada na cidade, como mulher e dominadora da Língua Portuguesa?Sobre a Língua, como professora, tenho que conhecê-la, mas não sou dominadora (risos). Agora, quanto à questão do respeito, sinto-me muito feliz! Talvez seja pelo fato de eu estar há 50 anos no Magistério e muitas pessoas terem sido alunos meus, depois seus filhos, seus netos … Então fico muito feliz com isso. É muito bom! Penso que esse respeito advém do cuidado que sempre tive com meu trabalho, com meus alunos, com o preparo das minhas aulas. Levei sempre muito a sério minha profissão e gosto muito dela. Isso é apenas a consequência!
O que acha da nossa cidade? Ela se desenvolveu de forma regular?Itajubá tem me surpreendido bastante. Ela tem melhorado e se desenvolvido muito, está mais limpa, mais organizada. Tem também oferecido muitas opções de lazer, agora com o teatro cheio de apresentações, o Parque Municipal, as praças bem cuidadas, os aparelhos de ginástica..., percebo que a cidade realmente mudou para melhor.
Avalia como boa a atual gestão municipal?Sim! Nós temos hoje a gestão de um jovem que tem enxergado as necessidades da comunidade. Tenho visto a atenção dada às escolas do município e, apesar de toda essa crise pela qual nosso país está passando, nossa cidade está conseguindo se sair muito bem. Isso é um trabalho de todos, do gestor público ao cidadão que nele vota.
Itajubá ainda é excelência em Educação?Sim. A palavra excelência é muito forte, mas acho que continuamos buscando-a. No nosso país, ainda temos carência de excelência em Educação, mas vejo que Itajubá tem buscado muito isso através das escolas de educação básica, da universidade, das faculdades, de um trabalho coletivo em busca dessa qualidade tão importante para o desenvolvimento do país.
Como você avalia a educação a distância que cresce a cada dia no país?Itajubá é uma cidade extremamente privilegiada para cursos presenciais. Então não acho que necessite tanto da educação à distância. Fico preocupada, por exemplo, com os cursos de Licenciatura nesse formato, pois para mim o professor se forma muito em um grupo, em uma turma presencial. Acredito ser difícil adquirir essa experiência dessa forma, por meios digitais. Vejo sim com bons olhos a EaD para regiões que não têm o privilégio que temos. Eu vejo com restrições a educação à distância para a formação do professor.
Quais seus sonhos? Pessoais e profissionais?Tenho como grande sonho profissional e pessoal ver um país com uma Educação de qualidade que atinja a todos da melhor forma possível.
Deixe sua mensagem para alunos, colaboradores do G9 e itajubenses.É importante que sejamos éticos e que possamos exercer realmente a nossa responsabilidade cidadã de respeitar uns aos outros e, principalmente, de saber escolher sempre aqueles que vão nos representar. Não devemos pensar apenas nas nossas vontades, nos nossos quereres, mas nas necessidades da nossa cidade, do nosso Estado, do nosso país.
Itajubá Notícias: entrevista com a diretora pedagógica Fernandes
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) realizou mais uma edição da Semana Interna de Prevenção de Acidentes (SIPAT) do Curso G9. A semana contou com diversas palestras, workshops e atividades voltadas para os alunos e funcionários da escola. A SIPAT aconteceu entre os dias 23 a 27 de outubro.
“Durante a SIPAT, houve uma diversidade de assuntos e temas que puderam agregar muito conhecimento à vida dos alunos e dos funcionários. Acredito que eles terão um olhar mais cuidadoso para evitar e prevenir acidentes”, comentou Rejane Ribeiro de Lima, auxiliar de Biblioteca do Curso G9 e vice-presidente da CIPA.
A SIPAT teve início com uma palestra sobre o trânsito, ministrada por Renato Nascimento de Moraes, que mostrou como é importante dirigir de forma mais segura para evitar acidentes. “É interessante levar esse tema também para os alunos, pois, quando chegarem em casa, eles contarão aos familiares o que aprenderam e vão cobrar deles um comportamento mais responsável no trânsito”, disse.
Programação
Na terça-feira, dia 23, a manhã foi reservada às funcionárias do Curso G9, que participaram da “Manhã Bem-Estar” – momento de maquiagem com representantes da Mary Kay. Durante a atividade, as funcionárias e professoras testaram diversos tipos de maquiagens, aprenderam algumas dicas e trocaram experiências sobre o assunto.
O evento seguinte foi uma palestra sobre a Importância da Doação de Órgãos, ministrada pelos alunos da Faculdade de Medicina de Itajubá (FMIt) e membros da Liga de Transplantes, Capitação e Doação de Órgãos e Tecidos, Christian Pietro e Jackeline Camargo Preto, que levaram diversos dados e mostraram como é fácil ser um doador.
“Para ser um doador, a única coisa que precisamos fazer é avisar nossa família. Por isso, esse tipo de palestra para os alunos é importante, pois conscientizamos e mostramos como é fácil ser um doador”, comentou Jackeline.
Durante a tarde de quarta-feira, 24 de outubro, houve um momento de Quick Massagem com a participação do Senac Itajubá. A atividade foi voltada a professores e funcionários, que puderam relaxar do estresse de trabalho durante esse momento.
Na quinta-feira, a atividade foi voltada para todos que entrassem no Hall do Curso G9. A atividade foi a Aferição de Pressão e de Glicemia, que contou com o apoio dos alunos e professores do curso de Farmácia do Centro Universitário de Itajubá (FEPI).
Para fechar a Semana Interna de Prevenção de Acidentes, aconteceu uma palestra sobre Primeiros-Socorros, ministrada pela Drª Vanessa Oliveira Silva Grassi. Participaram da palestra alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental, além de professore e funcionários, que aprenderam diversos procedimentos e técnicas para serem usados em situações de emergência.
G9 faz Semana Interna de Prevenção de Acidentes
Com 115 participantes de dez escolas do município, o Campeonato Itajubense de Xadrez Escolar foi realizado pela Prefeitura de Itajubá, na Praça de Esportes, no último sábado, dia 11 de novembro. O vice-prefeito Christian Gonçalves prestigiou o evento e fez a entrega dos prêmios aos campeões de cada categoria, ao lado das representantes de escolas apoiadoras. O campeonato teve como objetivo promover a prática do xadrez nos diferentes ambientes escolares e conhecer os campeões itajubenses em suas respectivas categorias no ano de 2017. Organizado pelo professor Toninho Martins e com o apoio do Curso G9, Colégio Empreender, Colégio Sagrado Coração de Jesus e Colégio Anglo, os participantes disputaram nas categorias Sub 07, Sub 09, Sub 11, Sub 13, Sub 15 e Sub 17 em ambos os naipes (masculino e feminino). Com mais este evento, a Prefeitura de Itajubá reforça o incentivo e apoio aos mais diversos segmentos esportivos no município, destacando que no Xadrez já há representantes que levam o nome de Itajubá por diversos torneios pelo Brasil e no exterior.
Portal PMI: Campeonato Itajubense de Xadrez Escolar
A harmonia deu o tom das apresentações de dança e teatro que marcaram a edição 2017 da Feira do Conhecimento do Curso G9, o mais tradicional projeto pedagógico do colégio. Com o tema “Música: ferramenta educacional e transformação da sociedade”, a escola ficou repleta de notas musicais, estandes e decoração criativa, feita pelos alunos: teve de estúdio de rádio a um canto para brincadeiras musicais.
“Este ano, o tema foi muito envolvente para as crianças. Elas se sentiram muito motivadas com o assunto, pois a música e as brincadeiras são coisas que estão no nosso dia a dia”, explicou a coordenadora da Educação Infantil, Jéssica Antunes Dias Ferreira. “Além disso, as famílias participaram de forma positiva nas atividades”, concluiu, ao se referir às oficinas preparatórias para a Feira.
Durante a feira, diversas apresentações artísticas estavam intercaladas com o conteúdo apresentado nos estandes. Com alunos dominando os subtemas de suas turmas e com professores fazendo a mediação dos trabalhos, a Feira do Conhecimento agregou muito conhecimento, de forma leve aos alunos.
A coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental I do Curso G9, professora Nilceia Julliana Ribeiro Carvalho Pereira, gostou muito do resultado da Feira. “Houve um equilíbrio interessante entre as exposições artísticas e as dos estandes porque uma apresentação completava a outra”, disse. “Fiquei contente com a Feira, pois as crianças ficaram muito motivadas e satisfeitas com o resultado final”, completou.
Para o aluno Luis Gustavo Mello, do 2º ano do Ensino Médio (Turma M22), “este ano será inesquecível”. “Este ano foi umas das melhores experiências que tive com a Feira, pois além de ser sobre um assunto de que muitos alunos da escola gostam, tivemos a oportunidade de sermos palhaços com o curso de Palhaçaria. As visitas às Vila Vicentina e ao Polivalente foram encantadoras, com muitas risadas e dedicação. Na minha opinião, foi show”.
Visitas
Em meio a diversas visitas de pais, colegas e alunos de outras escolas, cada turma teve que preparar seus estandes de forma mais visual e interativa possível.
“Gostei demais da Feira! Desde o início, os professores e alunos ficaram muito entusiasmados pelo tema, o que resultou em um trabalho de grande qualidade”, frisou a coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental II do Curso G9, professora Estela Maria de Oliveira. “O saldo foi muito positivo em muitos sentidos, principalmente, no trabalho em grupo, pois os alunos trabalharam com muita autonomia”, contou Estela. “Devemos ressaltar também as apresentações artísticas, pois vimos a diversidade de talentos de nossos alunos que, muitas vezes, ficam escondidos no dia a dia”, concluiu.
Alunos da Escola Municipal Doutor Antônio Salomon visitaram a Feira e gostaram muito das apresentações. A professora Alessandra Pereira dos Santos, que acompanhou a visita, acredita que a Feira do Conhecimento “só veio a acrescentar na vida dos alunos”. “Teremos um Sarau na escola, no dia 21 de outubro, e a Feira mostrou aos alunos um pouco da riqueza da música, de sua história e o que podemos aprender com ela”, destacou a educadora.
A aluna Eleonora Cecília Ribeiro, do 5º ano, gostou da visita “Foi muito legal por que a gente aprendeu várias coisas interessantes e, agora, temos mais inspiração pra fazer o sarau em nossa escola”.
Outro ponto positivo da Feira foi a interação entre os alunos do 2º ano do Ensino Médio do Curso G9 e os alunos da Escola Estadual Professor Antônio Rodrigues de Oliveira, mais conhecido como Colégio Polivalente. Antes da Feira, houve uma oficina de instrumentos musicais no Polivalente e, durante o evento, alunos de ambas as escolas realizaram uma apresentação musical no Ginásio do Curso G9.
“Nesses anos todos, essa foi a feira de que eu mais gostei. Ela foi leve por conta do tema, colorida e quebrou paradigmas, pois levou as apresentações para fora da escola”, disse Marcia Gil de Souza.
Música é tema da Feira do Conhecimento do G9
Pelo terceiro ano consecutivo, alunos do 2º ano do Ensino Médio realizaram Bazar Solidário, projeto que faz parte da proposta interdisciplinar da área de Humanas e é orientado pela professora Patrícia Ribeiro, de História. A atividade aconteceu em 6 de novembro e contou com a presença de diversas pessoas de toda a comunidade escolar: pais, alunos, professores e funcionários do colégio.
O projeto começou em 2015 como forma de concluir um trabalho interdisciplinar sobre finanças domésticas. O resultado surpreendeu à época e o projeto passou a ser anual. O objetivo do Bazar Solidário é arrecadar diversas peças de roupas, que passaram por uma triagem dos alunos, vendê-las e, com o dinheiro arrecadado, promover ações solidárias no município.
Para Patrícia Ribeiro, a importância desse projeto “é desenvolver nos alunos o espírito solidário e os valores cidadãos, pois as peças colocadas à venda não são peças velhas, mas sim peças de roupa que os alunos abriram mão em prol do outro”, explicou.
No primeiro ano do Bazar Solidário, o dinheiro arrecadado foi usado para comprar lençóis e fraldas geriátricas para os idosos do Lar da Providência. Em 2016, a verba foi usada para proporcionar um Natal Solidário para alunos da Escola Municipal Doutor Antônio Salomon.
Para este ano, os membros do Bazar Solidário pretendem usar o dinheiro arrecadado para continuar os projetos iniciados na Feira do Conhecimento, que teve como tema “Música: ferramenta educacional e transformação da sociedade”; a Palhaçaria e a Oficina de Música.
Durante a Feira, os alunos do 2º ano do Ensino Médio levaram para a Escola Estadual Professor Antônio Rodrigues de Oliveira (Polivalente) uma oficina de música, ensinando os alunos a fazerem flautas com materiais reciclados e a tocar, a flauta construída. Em 2018 o projeto incluirá aulas de violão.
Com a Palhaçaria, os alunos receberam treinamento com um palhaço, mestre diplomado pela UNICAMP, e se apresentaram para os idosos da Vila Vicentina e para as crianças da Creche Nossa Senhora Auxiliadora, ambas do bairro Cruzeiro. Para dar continuidade a essa proposta solidária, em 2018, os alunos multiplicarão o curso com os colegas do 2º ano do Ensino Médio.
Alunos do Ensino Médio promovem Bazar Solidário
Alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I do Curso G9 encenaram peça teatral com base no livro “O Fantástico Mistério de Feiurinha”. A apresentação reuniu pais e alunos das demais turmas do colégio, que se divertiram com a apresentação.
O projeto faz parte da disciplina de Língua Portuguesa, ministrada pela professora Débora Duarte Pereira da Fonseca. O trabalho teve início no primeiro semestre letivo, com a leitura do livro, proposta de produção escrita e, em setembro, teve uma primeira apresentação artística.
O livro, de autoria de Pedro Bandeira, conta a história de uma princesa chamada Feiurinha que sumiu do reino das princesas. Com isso, as outras princesas – Cinderela, Branca de Neve e Bela Adormecida – saem em uma jornada em busca de sua amiga perdida.
“O trabalho foi muito legal e interessante, pois foi uma experiência única para desenvolvermos nossas habilidades artísticas”, disse a aluna da Turma F52, Maria Eduarda Motta Oliveira. Ela gostou muito da apresentação. “Tudo ficou muito bonito”, destacou.
A peça aconteceu em diversos horários, em dois dias diferentes, para que todos os familiares e colegas de outras turmas pudessem assistir. Além disso, o projeto teve como objetivo incentivar a leitura dos alunos e estimular a criatividade por meio da apresentação artística. A elaboração do cenário contou com ajuda do grupo de teatro G9 EmCena.
5º ano apresenta peça teatral para os pais
O 3º Grand Prix de Voleibol Misto reuniu seis times e envolveu em torno de 50 alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio do Curso G9. As partidas foram realizadas no Ginásio da escola. O campeonato teve como objetivos a integração entre alunos de diversas turmas e idades, o incentivo à prática do esporte e ao trabalho em equipe e um momento de relaxamento para aqueles que irão prestar vestibulares e as provas do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio.
“Essa edição teve uma adesão maciça dos alunos, tanto que registramos um número recorde de inscritos, maior que em outros torneios mais tradicionais na escola, como o Handebol e o Interpanelinhas, de Futsal”, explicou Fernando de Carvalho Rodrigues, que coordenou e ajudou a realizar o torneio. “Isso mostra a motivação dos alunos para essas atividades”, completou.
As equipes que marcaram presença no torneio foram: “Tapa na Galinha o Retorno”, “Ecabrisa”, “Nuguetes”, “Segue o Baile”, “Gnovinhas” e “Família Giba”.
O campeão do 3º Grand Prix de Voleibol Misto foi o time “Tapa na Galinha o Retorno”, formado por Camila Mouallem Rodrigues, Danielle Vitoria Borges, David Kallás Pinto, Enzzo Grillo de Carvalho, Gabriel Rocha Emygdio, Luiz Fernando Correa de Almeida, Luísa Kallas Pinto, Stella Ribeiro de Gusmão. O técnico da equipe foi o aluno Juan Felipe de Souza Vieira.
Na segunda posição, ficou com os “Nuguetes”, que teve a participação dos alunos Gabriela Lara Riera Pimenta, Gabriela Vilela Cardoso Ribeiro, Caio Gonçalves Tiburzio Santos, Cayo Giovanny Santos Joanny, Daniel de Lima Nogueira, Karine Campos Sales Reis. O técnico foi Leopoldo Vilella Cardoso Ribeiro.
E, em terceiro lugar, ficou a equipe “Gnovinhas”, composta pelos alunos e alunas: Ana Gabriela de Souza Rodrigues, Emanuelly Goulart Avelar, Gustavo Mendes Rodrigues, Matheus Motta Quesada Fortes, Natalia Maria Riêra Pimenta, João Valadão Mello Neto, Renata Fortes Siqueira e, como técnica, a aluna Lara Bourdon de Souza.
3º Grand Prix de Voleibol do Curso G9
Brincadeiras com água, apresentações artísticas, peça teatral encenada pelos pais de alunos, piquenique e churrasco marcaram o Mês da Criança no Curso G9. As atividades envolveram todos os segmentos, em especial, a Educação Infantil e o Ensino Fundamental I.
Os alunos da Educação Infantil participaram da atividade “Aventuras sobre rodas”, que aconteceu na quadra esportiva da escola, durante a qual os alunos puderam andar de bicicleta, de motos elétricas e de outros veículos de rodinhas. Após essa brincadeira, participaram de um piquenique na área verde do colégio. “Mais do que compartilhar o alimento, os alunos partilharam de bons momentos com os amigos”, disse a coordenadora da Educação Infantil Jéssica Antunes Dias Ferreira.
Além disso, os alunos da Educação Infantil participaram de brincadeira com água, sendo que os mais novos brincaram com mangueiras e, os mais velhos, brincaram na piscina, sob a supervisão de professores e funcionários.
Para os alunos do Ensino Fundamental I, foram realizadas diversas atividades na piscina, nas quais eles puderam brincar e se refrescar. Também aconteceu uma atividade que juntou os dois segmentos, que foi a “Hora do Picolé”, no qual os alunos participaram de um momento de convivência com os amigos e professores nos jardins da escola.
Churrasco
Outra atividade tradicional do Mês da Criança foi o churrasco de confraternização, promovido pelo Curso G9. É um momento para homenagear as crianças, os professores e as equipes que participaram da Gincana. Também marca o encerramento da Feira do Conhecimento, que teve como tema "Música: ferramenta educacional e de transformação da sociedade".
Para os alunos da Educação Infantil, o churrasco também foi um momento de ir fantasiado para a escola e para levar brinquedos de casa para brincar com os colegas. “Está tudo muito legal”, disse a aluna Rafaela Sainato Guimarães, do Jardim II – Turma E51, que foi fantasiada de joaninha. O aluno Lucas Rodrigues Leite, da mesma turma, também gostou do churrasco: “Está muito gostoso, a melhor carne é a de frango”, comentou.
Agora, a próxima atividade que reúne todas as turmas da escola é a Noite Cultural, que acontece em todos os finais de ano, para comemorar o encerramento do ano letivo concluído.
Mês da Criança tem brincadeiras e churrasco
Mais de cinco mil pessoas assistiram à peça “O Mágico de Noz”, encenado pelo grupo teatral G9 EmCena, formado por pais de alunos do Curso G9. As apresentações aconteceram no Teatro Municipal Christiane Riera e integra as atividades em homenagem ao mês das crianças.
A peça, inspirada no clássico “O Mágico de Oz”, conta a aventura da jovem Dorothy em busca da felicidade. Em sua jornada rumo ao desconhecido, ela conhece um Espantalho, que sonha em ter cérebro; um Homem de Lata, que gostaria de ter coração; e um Leão covarde. Em comum, todos querem algo que lhes falta, sem perceber que já têm tudo de que precisam.
“Esse conto encantador foi tratado pelo grupo sob o viés da aceitação das diferenças e incentivo à inclusão, com objetivo de ser feliz com o que se tem e como que se é”, explicou Carol Carvalho. A peça contou com a participação de alunos do G9, do grupo de basquete de cadeirantes “Mãos de Fogo” e da cantora Joyce Mendes.
No total, foram oito apresentações: duas foram abertas ao público, com o ingresso um quilo de alimento, e as outras seis apresentações destinadas a alunos das redes de ensino pública e particular de Itajubá e cidades vizinhas, como Maria da Fé. As apresentações aconteceram entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro.
As doações arrecadadas, em torno de 1.500 quilos, foram entregues às seguintes entidades: Vila Vicentina, Anjo Acolhedor, Lar da Providência, Casa de Dependentes Químicos e Lar Santo Antônio de Piranguçu.
“Estou no grupo há seis anos e digo, sem dúvida nenhuma, que foi a peça mais bonita que já fizemos. O cenário ficou grandioso e colorido. O figurino ficou digno de grandes palcos. É muito gratificante ver o público se divertir conosco e o brilho nos olhos das crianças que nos assistem”, disse Carol Carvalho. “Recebemos tantos elogios de pessoas comuns e de críticos de teatro que aumenta nossa responsabilidade em fazer uma peça ainda melhor no próximo ano”, completou.
O grupo teatral teve apoio da Prefeitura de Itajubá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (SECUT), e dos seguintes apoiadores e patrocinadores: Curso G9, Francis Passos Assessoria e Produção, The Kids Club, A Mineira, Clínica Fernando Ayres, Cimensul, Buffet Mundo da Diversão, Casa Marcelo, Tora Movelaria, Vivaz Farmácia de Manipulação, Gráfica Imprimax, Multi Artes Artesanatos e Planejados, Ivison, Exclusiva Noivas e Festas, Clara Assis Confecções, Anna Bela, Hering, G6 Internet, City Shoes, Supermercado Pilar, Imobiliária J. Ferreira, Móveis Novo Toque, Distribuidora de Bananas Lopes, Casa Joka, Habib Decorações e Mercadinho Santo Antônio.
G9 EmCena leva cinco mil pessoas ao teatro
Profissionais das áreas de Educação e Saúde participaram do Workshop Desafios da Inclusão – Síndromes Neurológicas e seus Efeitos na Aprendizagem, promovido pela Associação Grupo de Apoio à Inclusão (AGAI). O evento, que reuniu em torno de 600 pessoas de 20 cidades do Sul de Minas, foi realizado no Ginásio Poliesportivo do Curso G9, um dos apoiadores do evento.
O workshop foi ministrado pelo neuropediatra Clay Brites, presidente da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil (Abenepi) do Paraná, co-oganizador da Neurosaber e um dos profissionais que se dedicam aos estudos e pesquisa sobre inclusão. “Incluir é um desafio não só na educação, mas na saúde. O caminho é que ela chegue a todas as áreas que trabalham com comportamento e aprendizagem infantis”, observou.
“Nosso desafio é formar verdadeiros cidadãos, que respeitem as diferenças e saibam conviver com elas”, disse a presidente da AGAI, Ana Carolina Ribeiro Freire da Silva, na abertura do evento. “Quero destacar o comprometimento, o empenho e a dedicação dos profissionais da rede de ensino no trabalho diário para a inclusão de todos. Encontros como esse são muito produtivos porque nos ajudam a pensar e buscar soluções em conjunto”, disse.
Para a diretora pedagógica do Curso G9, professora Maria Aparecida Fernandes, buscar uma educação de qualidade sem a capacitação dos educadores é inútil. “Esta é uma atividade muito importante porque tenho certeza de que todos procuramos desenvolver muito a competência cognitiva; mas, precisamos trabalhar, também, competência socioemocional ”, ressaltou.
A atividade reuniu os profissionais do Serviço de Educação Inclusiva (SEI), criado pelo Curso G9, que reúne direção, coordenação pedagógica, professores e funcionários.
Workshop Desafios da Inclusão reúne 600 no G9
Experimentos, aprendizagem e brincadeiras marcaram a visita dos alunos do Clube de Ciências do Curso G9 ao Espaço Interciências da Universidade Federal de Itajubá (Unifei). A atividade visou apresentar, na prática, os conteúdos teóricos vistos em sala de aula.
A visita aconteceu em dois dias diferentes: em 14 de setembro, foram os alunos dos 6º e 7º anos do Ensino Fundamental I e, no dia 21, dos 8º e 9º anos. Todos fazem parte do Clube de Ciências do colégio. Os alunos foram acompanhados pelos professores Vicente Carlos Martins e Mateus Bibiano.
“Foi uma experiência inédita e muito proveitosa para os alunos, não se via ninguém parado” disse Vicente Carlos. “As duas horas foram poucas e ficou um gostinho de ‘quero mais’ em todos. Isso é muito bom porque desmitifica muita coisa das ciências”, completou.
O Clube de Ciências é um projeto extracurricular que o Curso G9 oferece aos alunos do Ensino Fundamental II. Os encontros acontecem toda quinta-feira, no período da tarde. O projeto desenvolve diversas atividades dentro e fora do colégio. Além da visita ao Espaço Interciências, os alunos vão participar do “Show de Química”, que acontecerá ainda este ano.
Ao final do ano letivo, por fim, acontecerá o II Acantonamento, uma noite em que os alunos dormem na escola e realizam diversas atividades relacionadas aos assuntos aprendidos durante as aulas.
Alunos visitam Espaço Interciências da Unifei
Alunos do Ensino Médio participam de seminário sobre tecnologia e as diversas áreas de Engenharia. A palestra foi ministrada pela engenheira de telecomunicações, Bruna Maíra da Silva Fonseca, que integra o “Promove Engenharia” do Inatel (Instituto Nacional de telecomunicações), de Santa Rita do Sapucaí.
O Promove Engenharia é um projeto que tem como objetivo visitar as escolas, com o foco no Ensino Médio, para falar um pouco sobre a área de Engenharia, apresentar as diversas oportunidades que essa área oferece e esclarecer dúvidas sobre os vários cursos ofertados.
“Nosso foco não é somente apresentar as engenharias aos alunos, mas também mostrar as diversas tecnologias que entram no mercado”, explicou. “Qualquer área que escolherem seguir, eles vão usar e ter contato com as novas tecnologias, por isso achamos extremamente importante despertar esse interesse nos alunos”, completou.
Ao final da palestra, os alunos foram convidados a participar de mais uma edição regional da Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia (FINIT), que acontecerá no Inatel entre os dias 16 e 20 de outubro.
Seminário sobre tecnologia e engenharias
Os preparativos para a Feira do Conhecimento 2017 estão na reta final. Pensando nisso, os alunos da Educação Infantil do Curso G9 apresentaram aos pais uma prévia dos trabalhos realizados desde o início do projeto.
A Feira do Conhecimento 2017, que tem como tema “Música: ferramenta educacional e de transformação da sociedade”, acontecerá nos dias 5 e 6 de outubro, nas salas de aula e ginásio do colégio.
Foram três atividades interativas. A primeira aconteceu em 20 de setembro com os alunos das Turmas E41 e E42, que trabalharam o subtema “Os Sons do Corpo”. Para apresentar os estudos vistos em sala de aula, prepararam uma Oficina de Percussão Corporal: a ideia foi cantar músicas infantis fazendo os ritmos com batuques pelo corpo – também houve a participação de todos os presentes, o que tornou a apresentação mais interessante.
“Essa é uma forma lúdica de desenvolver nos alunos as diversas habilidades motoras, a memória e a percepção dos movimentos”, explicou a professora de Música da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I, Lúcia Marques Machado. “A música tem o poder de socializar, e essa atividade mostrou muito bem isso, pois os alunos e os familiares tiveram um ótimo momento de partilha durante a oficina”, completou.
A segunda atividade aconteceu no dia 21 de setembro e reuniu os alunos das Turmas E21, E22 e E31. O subtema dessas turmas é “Brincadeiras Cantadas”. O encontro envolveu os pais nesse momento musical. Todos quando cantaram e brincaram com canções que remetiam ao sabor da infância
“Esse foi um momento de partilha muito importante, pois levou de forma lúdica e divertida o trabalho feito em sala de aula para os familiares”, ressaltou a coordenadora do Infantil, Jéssica Antunes Dias Ferreira.
O terceiro e último encontro, aconteceu em 28 de setembro e envolveu alunos e familiares das turmas do Jardim II. Em uma oficina de histórias cantadas, os alunos construíram instrumentos musicais com sucata e depois se divertiram com a união das músicas com as histórias.
Oficinas do Infantil em preparação para a Feira