A Educação infantil do Curso G9 aderiu à modalidade das aulas online desde o início da suspensão das aulas presencias, em março de 2020, com o objetivo de garantir o andamento do processo de ensino/aprendizagem em prol do desenvolvimento integral de nossos alunos.
“Procuramos minimizar o impacto da pandemia, desenvolvendo um trabalho pedagógico intencional para cada turma, de forma a garantir um desenvolvimento que não aconteceria espontaneamente”, explicou a coordenadora da Educação Infantil, professora Jéssica Antunes Dias. “Para nós, é muito importante que as crianças mantenham o vínculo com seus professores e colegas; uma vez que, neste período de necessário isolamento social, as aulas são justamente um momento de socializar, trocar ideias, contar novidades, rever os amigos, se divertir e, principalmente, aprender”, completou.
A equipe pedagógica do Curso G9 tem sido constantemente capacitada e a escola tem investido em recursos tecnológicos para aprimorar cada vez mais as aulas online e, consequentemente, para que os alunos tenham um aproveitamento eficiente e significativo.
Currículo
De acordo com Jéssica Antunes, o currículo e a carga horária das turmas foram adaptados para a atual circunstância. No cronograma, são oferecidas aulas assíncronas (videoaulas) e aulas síncronas (em tempo real). Há momentos em que as aulas síncronas são com o grupo completo e outros em que as turmas são divididas em dois horários de aula, de modo a dinamizar as propostas e privilegiar a participação de todos.
As aulas são disponibilizadas através da ferramenta Google Classroom. Por esta ferramenta, as famílias têm comunicação direta com os professores e com a equipe pedagógica envolvida; recebem informações, instruções, atividades e tarefas; bem como retornam as atividades de modo prático e eficaz, podendo anexar fotos, vídeos e áudios.
Parceria
“As famílias têm sido grandes parceiras nesse processo, cada vez mais se adequando e organizando a rotina da casa de modo a incentivar, acompanhar e auxiliar as crianças, garantindo o sucesso dessa proposta”, destacou a coordenadora pedagógica.
Para Jéssica Antunes, além de toda dedicação da equipe pedagógica e familiares, é de extrema importância destacar o empenho dos alunos nas aulas online. “Embora sintam saudades de estar no ambiente escolar, mostram cada dia mais familiaridade com as ferramentas digitais, participam com envolvimento das atividades propostas e nos ajudam a enxergar que a escola não são os móveis, o parquinho, o prédio, mas sim as pessoas que se reinventam a cada dia, superam desafios e se unem para não deixar a educação parar. A escola somos nós”, finalizou.
Infantil mantém aulas online desde o início da quarentena
Um encontro virtual, pela plataforma Meet, reuniu alunos das equipes de robótica GTEeN e GDroid com o agrônomo, Caio Tatamiya Rodrigues. O objetivo do bate-papo, em 14 de agosto, foi validar as propostas de pesquisa de ambas as equipes, que se preparam para disputar o Torneio Brasil de Robótica (TBR).
“A entrevista foi essencial para que, a partir do que pesquisamos e reunimos de informações, pudéssemos organizar nossas ideias, ajudando, assim, a definir com exatidão o rumo de nossa pesquisa”, disse o aluno Pedro Mouallem, da 3ª série do Ensino Médio (Turma M32) e integrante da GDroid. Caio Rodrigues é pai dos alunos Inayá Ahau Tatamiya Medeiro, da 2ª série do Ensino Médio (Turma M22), e Isabela Silva Tatamiya Rodrigues, da Educação Infantil (Turma E53).
Esse foi o segundo encontro virtual das duas equipes com profissionais da área. O primeiro bate-papo virtual foi com Douglas Mariano de Souza, da Faculdade de Engenharia Agronômica da Universidade Federal de Lavras; na ocasião, os alunos conversaram sobre as atuais tecnologias e técnicas agrícolas ligadas à fitossanidade, bem como questões que envolvem a integridade vegetal e que poderiam ser abordadas no projeto da equipe.
TBR 2020
A GTEeN irá disputar a Categoria Middle 2 do Torneio Brasil de Robótica 2020, voltada aos alunos de 12 a 15 anos, e tem como proposta de pesquisa identificar um problema relacionado à erradicação de pragas e doenças de plantas ou gerenciá-las melhor quando isso não for possível, estudá-lo e propor uma solução inovadora. Em 2019, a GTEeN foi a campeã geral da categoria Middle da Fase Nacional do TBR, título inédito para Itajubá.
Já a GDroid disputará a Categoria High, para alunos de 15 a 19 anos, e deve identificar um problema relacionado à proteção de plantas que são a primeira linha de defesa contra pragas e doenças, estudá-lo e propor uma solução inovadora.
GTEeN e GDroid procuram validar pesquisa para TBR 2020
Alunos do Curso G9 conquistaram classificação para a próxima etapa da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC). O resultado foi divulgado na sexta-feira, 14 de agosto. Dos 35 alunos aptos à segunda etapa, 10 são dos 9º anos do Ensino Fundamental II e 25 do Ensino Médio.
“O desempenho de nossos alunos foi muito bom e estamos confiantes em obter boas colocações nessa olimpíada escolar”, disse o professor de Matemática, Vicente Carlos Martins. A segunda fase será realiza em 12 de setembro.
Nesta próxima etapa, os alunos irão responder a questões interdisciplinares envolvendo História, Química, Física e Biologia. A primeira, que reuniu 2 milhões de participantes no Brasil, aconteceu nos dias 6 e 7 de agosto.
A Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) integra o Programa Ciência na Escola e é uma realização de cinco Sociedades Científicas: a SBF (Sociedade Brasileira de Física) a ABQ (Associação Brasileira de Química) o Instituto Butantan, a Sociedade Astronômica Brasileira e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
CANGURU
Alunos do Curso G9 conquistaram bronze na olimpíada Canguru de Matemática, uma competição internacional destinada aos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental até os da 3ª série do Ensino Médio.
Alunos se classificam para 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências
Três alunos do Curso G9 conquistaram medalhas de bronze na olimpíada escolar Canguru de Matemática, uma competição anual internacional destinada aos alunos do 3º ano do Ensino Fundamental até os da 3ª série do Ensino Médio. São eles: George Stefanello Simsen, João Pedro Ribeiro Guedes e João Pedro Tilmann de Souza.
Outros seis alunos receberam menção de Honra ao Mérito: Letícia Ribeiro Guedes, Maria Luisa Ribeiro, Yarah Dias da Silva Lucas e Silva, Pedro Ferreira Cardozo, Rafael Neves de Moraes Castro, Thiago Taets e Sales e Yarah Dias da Silva Lucas. As provas da Canguru de Matemática foram realizadas em junho deste ano, de forma online.
“Neste período em que estamos confinados, promover desafios como é oferecido pela Canguru é essencial e permite ao aluno desenvolver o raciocínio lógico. A prova não exige conteúdos tradicionais e procura distanciar a ideia da Matemática como algo ruim”, explicou o professor de Matemática, Mateus Bibiano Francisco. “Os alunos se sentiram motivados em participar dessa olimpíada escolar, e os resultados evidenciaram o comprometimento com a proposta”, completou.
Nos dias 6 e 7 de agosto, alunos do Ensino Médio e do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental II do Curso G9 participaram da primeira fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC).
CANGURU
George Stefanello Simsen disputou a competição no Nível E (Ecolier), destinado a alunos do 5º e 6º anos do Ensino Fundamental; João Pedro Ribeiro Guedes no Nível S (Student), para alunos da 3ª série do EM; e João Pedro Tilmann de Souza, no Nível C (Cadet), voltado aos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental II.
Os objetivos da Canguru de Matemática, que há 11 anos é realizada no Brasil, são: contribuir para a melhoria do ensino de Matemática em todos os níveis da Educação Básica; favorecer o estudo de maneira interessante e contextualizada, aproximando os alunos do universo da Matemática; e estimular a capacidade dos alunos de obter prazer e satisfação intelectual na resolução de problemas de Matemática pura ou aplicada.
Alunos conquistam bronze na olimpíada Canguru de Matemática
Alunos do Ensino Médio e dos 8º e 9º anos do Ensino Fundamental II do Curso G9 participaram da primeira fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), realizada nos dias 6 e 7 de agosto. A prova aconteceu de forma online, e registrou recorde de inscrição: foram quase dois milhões de estudantes no Brasil; no colégio, foram 42.
“Foi uma prova muito boa de se fazer”, disse o aluno Enzo Serrano Conti, da 3ª série do Ensino Médio (Turma M32). “A ONC tem seu conteúdo mais amplo em relação às outras olimpíadas de disciplina única, além das questões um pouco mais rápidas e objetivas, deixando a prova bem dinâmica e nada cansativa”, explicou.
Nessa primeira fase, os alunos responderam a 20 questões objetivas, envolvendo as disciplinas de química, física, biologia, história e astronomia. Os conteúdos são sempre referentes à série anterior a que o estudante está cursando. De acordo com a organização da olimpíada, aqueles que atingirem o número mínimo de acertos nessa primeira fase, estarão inscritos automaticamente na segunda etapa, ainda sem data para ser realizada.
A Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) integra o Programa Ciência na Escola e é uma realização de cinco Sociedades Científicas: a SBF (Sociedade Brasileira de Física) a ABQ (Associação Brasileira de Química) o Instituto Butantan, a Sociedade Astronômica Brasileira e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Em junho, alunos do Curso G9 participaram da edição online da Olimpíada Canguru de Matemática, que reuniu em torno 300 mil inscritos.
Alunos do Curso G9 participam da Olimpíada Nacional de Ciências
Alunos da 1ª série do Ensino Médio do Curso G9 participaram de palestra virtual “O Rap além da periferia”, que teve como convidado o aluno de Educação Artística da USP (Universidade de São Paulo), Alander Souza Ramos. O encontro, em 7 de agosto, integra o trabalho interdisciplinar da área de Linguagens que tem se desenvolvido desde fevereiro. O projeto envolve as disciplinas de Gramática, Literatura, Redação, Espanhol, Inglês.
“O encontro virtual foi muito rico e abriu inúmeras possibilidades para o desenvolvimento do trabalho interdisciplinar de nossos alunos. O palestrante, que é músico, professor da área, especialista em RAP, fez um breve histórico sobre esse tipo de música, oferecendo pistas importantes para criarem uma letra nesse estilo musical”, explicou a coordenadora do Ensino Médio e Pré-vestibular, professora Marcia Gil de Souza.
A coordenadora se refere à dinâmica do trabalho interdisciplinar: depois da palestra, os alunos, divididos em grupos, irão compor uma letra de RAP, que terá como ponto de partida uma música já pronta; em seguida, farão inserções em Espanhol e Inglês, seja na letra, seja na apresentação da proposta da letra; por fim, vão produzir um vídeo, sob a orientação do professor Luan Fernandes. Vale destacar que o ponto de partida para o trabalho interdisciplinar foi a leitura do livro dos Racionais MC “Sobrevivendo no Inferno”.
Em maio deste ano, o Curso G9 promoveu, em uma das plataformas virtuais utilizadas pelo colégio, o seminário “História das Pandemias – Impactos Sociais, Econômicos e Biológicos”, que reuniu alunos e professores do Ensino Médio e Pré-vestibular.
RAP
“A palestra com o Alander Ramos agregou muito ao desenvolvimento do nosso trabalho. Com bom humor e naturalidade, ele respondeu várias dúvidas, explicou os diferentes tipos de RAP, sua importância e seu papel representativo na sociedade, já que dá voz ao povo, muitas vezes sufocada pela opressão; relata as dificuldades vivenciadas nas periferias, onde diversos direitos são violados todos os dias; e promove conscientização, união e respeito à todas as comunidades”, disse a aluna Ana Luíza Duarte da Fonseca, da 1ª série do Ensino Médio (Turma M11).
Esta é a segunda vez que Alander Ramos conversa com alunos do Curso G9 sobre RAP. No ano passado, a culminância do projeto também foi a produção de um vídeo com uma canção nesse estilo musical.
Alander Ramos é músico desde os sete anos, com estudos na Escola Livre de Arte, em Belo Horizonte; foi professor de Musicalização Infantil e Educação Musical no Instituto Gonfer e Oficina da Música; integrante do Coletivo Hip Hop, de Paraisópolis; Instrutor de Poesias – SLAM no ECOA Espaço Cultural O. das Artes em Brasópolis; e instrutor de percussão histórico-cultural – Células Rítmicas. Atualmente é professor de música no Espaço SESI, em São Paulo, onde desenvolve projetos na área.
Alunos do Ensino Médio participam de palestra sobre Rap
Três atletas do Curso G9 conquistaram feito inédito para Itajubá: eles receberam, oficialmente, o título de Mestre Nacional pela Confederação Brasileira de Xadrez (CBX), órgão máximo do esporte no Brasil. São eles: André Bernardo Britto e os irmãos Enzo de Almeida Ramos e Giovanna Almeida Magalhães.
Vale destacar que Giovanna Almeida Magalhães, de quatro anos, passa a ser a atleta mais nova da história do Xadrez Nacional a se tornar Mestre. Antes dela, o recorde pertencia ao atleta de Santa Catarina, Kim Paul, de cinco anos. “Estou muito feliz com esse título. Quero agradecer muito ao professor Toninho Martins e ao Curso G9”, disse a aluna.
“Foi um grande passo em busca do meu grande sonho, que é me tornar Grande Mestre de Xadrez. Isso só foi possível graças a Deus e ao treinamento com o professor Toninho e a oportunidade que o Curso G9 nos dá de praticar esse esporte”, disse Enzo de Almeida.
A titulação é decorrência do ótimo desempenho dos três alunos Campeonato Brasileiro de Xadrez Escolar 2020, realizado de forma remota nos dias 25 e 26 de julho. Giovanna Almeida (Educação Infantil) foi campeã na categoria Pré-Escolar; André Britto na categoria 3º ano do Ensino Fundamental I; e Enzo Almeida na categoria 5º ano do Ensino Fundamental I. O Curso G9 ainda conta na equipe com outro atleta titulado, Renan Morais (8º ano do Ensino Fundamental II), que é Candidato a Mestre Internacional.
“Esse título representa um prêmio ao meu esforço e um incentivo para que continue desenvolvendo meu xadrez. Quero agradecer aos meus pais, ao professor Toninho, o Curso G9 e todos que me ajudaram nessa conquista”, disse André Brito.
REPERCUSSÃO
Os pais dos atletas estão orgulhosos com a conquista dos filhos. “Agradeço a Deus pelo cuidado singular de me permitir ser mãe de uma duplinha que me encanta diariamente, não pelo conquistam, mas pelo que são. Aprendo diariamente a importância de construir aquilo que queremos e o valor imensurável do amor que transborda nos olhinhos deles. Gratidão ao Curso G9 e ao professor Toninho por caminharem conosco”, disse Karla Almeida, mãe dos alunos Giovanna e Enzo.
“Para nós, a conquista do bicampeonato Brasileiro de Xadrez Escolar e o consequente título de Mestre Nacional, outorgado e homologado pela CBX, nos enche de orgulho, alegria e satisfação. Representam um resultado de sucesso de um esforço conjunto de família, atleta, treinador e escola”, disse os pais do aluno André Britto, Luís Henrique do Amaral Britto e Juliana Bernardo Fernandes.
MESTRE DE XADREZ
“A conquista é um marco para nossa cidade que nunca teve um Mestre em Xadrez que fosse da própria cidade”, disse o professor de Xadrez do Curso G9, Antônio Martins. “Estou muito feliz com mais essa conquista de nossos alunos. Acredito que a CBX está no caminho certo ao incentivar e dar a chance para que as crianças com talento para o esporte tornem-se referência desde muito cedo”, completou.
De acordo com Toninho Martins, o título de Mestre Nacional é geralmente concedido aos jogadores que obtiveram excelente desempenho em torneios importantes ou que alcançaram pontuação alta no ranking da Federação Internacional e da Confederação Brasileira.
Como o evento realizado pela CBX foi disputado de forma mista, ou seja, alunos da Educação Infantil disputaram com alunos até do 4º ano do Ensino Fundamental, a confederação entendeu que os respectivos campeões em cada categoria de ano escolar deveria receber tal honraria tendo em vista a dificuldade encontrada pela disparidade na idade dos atletas. A CBX tem realizado várias ações online durante o período de quarentena como forma de incentivar a prática do xadrez.
A Oficina de Xadrez do Curso G9 teve início em 2010. Desde 2012, a equipe participa de torneios nacionais e internacionais, obtendo excelentes resultados.
TITULAÇÃO NO XADREZ
As formas de titulação concedidas tanto para homens e mulheres no Xadrez são:
CM – Candidato a Mestre InternacionalMN – Mestre NacionalMF – Mestre FIDEMI – Mestre InternacionalGM – Grande Mestre
Também há titulações concedidas apenas para atletas que disputam categorias de gênero feminino. São elas:
WCM – Candidata a Mestre FemininoWMF – Mestre FIDE FemininoWMI – Mestre Internacional FemininoWGM – Grande Mestre Feminino
Três atletas do G9 conquistam título de Mestre do Xadrez
A GnORANGE venceu a seletiva interna e irá representar o Curso G9 no Arduino Challenge, tradicional torneio de robótica promovido pelo Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), de Santa Rita do Sapucaí. A competição aconteceu neste domingo, 2 de agosto.
A GnORANGE é formada pelos alunos Vinicius Ferreira dos Santos, Rafael Neves e João Pedro Tilmann. A seletiva reuniu outras duas equipes: os Bibis é composta pelos alunos João Matheus de Oliveira Nunes Campos, Gabriel de Campos Irineu Santana e Manuela Vilas Boas e Silva; e a Techssaur, formada por Anna Luiza Pereira Abelha, Guilherme Brites Siqueira e Vinicius Souza Santos.
O Curso G9 tem histórico de vitórias no torneio, que reúne alunos de todo o país. Das três participações, o colégio foi duas vezes campeão e ficou em 2º lugar em uma oportunidade.
A seletiva aconteceu em dois turnos: na parte da manhã, as três equipes participaram de um treinamento ministrado por monitores do Inatel; e, à tarde, ocorreram as provas. Ambas aconteceram de forma online, pela plataforma Zoom.
“A disputa foi muito acirrada desde o início e, por pequena diferença, a GnORANGE se classificou para representar a escola nas semifinais”, explicou o professor de Matemática e mentor das equipes, Vicente Carlos Martins. Também é mentor o professor de Matemática, Mateus Bibiano Francisco. As semifinais devem ser realizadas em 24 e 25 de setembro, durante a Fetin (Feira Tecnológica do Inatel), também de forma online.
O Torneio Arduino Challenge é um programa de iniciação à Engenharia, o qual visa mostrar aos seus participantes uma das várias facetas que essa modalidade pode adquirir, tem como principal motivador uma competição de robótica e usa a programação Arduino. O público-alvo do projeto são alunos do 9° ano do Ensino Fundamental II ao 2° ano do Ensino Médio.
O treinamento e a realização da seletiva foram conduzidas por Diego Henrique da Costa, engenheiro de computação e coordenador do Arduino Challenge, e teve como instrutores Guilherme Miguel Roque, graduando de engenharia de Controle e Automação, Gustavo Aguiar Paiva, graduando de engenharia de Telecomunicações, Sávio Gomes Leite, graduando de engenharia de Computação, e Rebeca de Cássia Gonçalves Siqueira, graduanda de engenharia de Controle e Automação.
GnORANGE representará Curso G9 no Arduino Challenge do Inatel
Encontros marcados pela emoção e pela paixão em comum: o canto coral. Assim foram os últimos meses de cantores, preparadores vocais, arranjadores e regentes que participaram do Laboratório Coral de Itajubá 2020 – Edição Especial Virtual. O resultado foi a apresentação de um vídeo com um arranjo para a canção “Sementes do Amanhã”, de Gonzaguinha, veiculado nas redes sociais do Laboratório Coral e do Curso G9, que apoia o evento.
“Apesar das dificuldades causadas pelo distanciamento social, o Laboratório Coral de Itajubá reinventou-se e criou um lindo espetáculo virtual”, disse o maestro Amaury Vieira, coordenador geral do evento. “Uma centena de cantores e profissionais do canto coral, de várias cidades brasileiras, criaram um belo vídeo com a canção do Gonzaguinha. Com isso, estivemos presentes na arte e na cultura itajubenses neste momento de necessário isolamentos social”, completou.
“O Curso G9 reconhece que desafio, criatividade, confiança, disponibilidade, superação, persistência e esperança são as sete notas da harmonia entre educação e cultura, presentes no Laboratório Coral de Itajubá, o grande incentivador musical de nossa sociedade e um belo exemplo a nossos jovens a fim de que não deixem de sonhar”, disse a diretora pedagógica do Curso G9, professora Maria Aparecida Fernandes.
De acordo com o maestro, todas as atividades foram feitas por meio das plataformas virtuais. “Foram encontros para definição das atividades, ensaios, preparação vocal e até mesmo para trocar ideias e matar a saudade de pessoas tão queridas que sempre participaram das edições presenciais do Laboratório Coral”, destacou.
“Quero agradecer à direção do Curso G9 pelo suporte e apoio administrativo e artístico, em momento tão urgente para a arte, a educação e a cultura brasileiras”, disse Amaury Vieira.
Participaram da equipe de elaboração do Laboratório Coral de Itajubá 2020 – Edição Especial Virtual os seguintes profissionais: Eduardo Fernandes – maestro e cantor; Zeca Rodrigues – maestro e cantor; Eduardo Lakschevitz – maestro, arranjador e cantor; Cezar Elbert – arranjador instrumental; Francis Padilha – preparador vocal e cantor; Reynaldo Puebla – diretor cênico e de imagens; Ana Abe – assistente de direção e figurinos; Gustavo Godoy – editor de áudio e coordenação; Rafael Faria – editor de vídeo e coordenação; Bill Souza – artes gráficas; Ediléia Ribeiro Santiago – secretaria executiva e coordenação; e Amaury Vieira Fernandes – Coordenação Geral.
Laboratório Coral de Itajubá faz edição especial virtual
Atletas do Clube de Xadrez do Curso G9 (CXG9) brilharam nos tabuleiros, agora em julho, em duas importantes competições: o Campeonato Brasileiro de Xadrez Escolar 2020 e o Circuito Mineiro de Xadrez Escolar. Ambos foram realizados de forma online em função do necessário isolamento social para combater a Covid-19.
No Campeonato Brasileiro de Xadrez Escolar, os três atletas do Curso G9 sagraram-se campeões em seus respectivos anos escolares. São eles: Giovanna Almeida (Educação Infantil), André Britto (3º ano do Ensino Fundamental I) e Enzo Almeida (5º ano do Ensino Fundamental I). A competição aconteceu nos dias 25 e 26 de julho.
Com as conquistas, Enzo e Giovanna Almeida passam a integrar a galeria de campeões brasileiros do Curso G9, que possuía cinco títulos até então: Pedro Esteban Arango (2012), Vívian dos Santos Carvalho (2013 e 2015), Renan de Souza Stockler Morais (2015) e André Britto, que agora passa a ser bicampeão brasileiro (2018 e 2020).
“Enzo vive o Xadrez intensamente. É amor, é estudo, é treino, é garra, é persistência. E tudo isso com o motivo que o impulsiona todos os dias: sua fé em Deus. Giovanna, a nossa Gigi, ainda pequena, mas com muita responsabilidade e confiança, se dedicou muito para chegar até aqui. Hoje transbordamos de alegria, orgulho, encanto e gratidão”, disse Karla Almeida, mãe de Enzo e Giovanna. “Obrigada a Genius – Academia de Xadrez por sonhar com cada atleta e não medir esforços para lutar com eles, e ao Curso G9, nossa gratidão por tudo”, completou.
CIRCUITO MINEIRO
“O Campeonato Brasileiro veio em um momento muito bom para os nossos atletas, em especial, para os alunos Enzo e André, líderes em suas categorias no Circuito Mineiro de Xadrez Escolar, que vem acontecendo de forma online desde maio”, explicou o professor de Xadrez do Curso G9, Antônio Martins, ao comentar sobre a terceira etapa do Circuito Mineiro de Xadrez Escolar Online, realizada em 18 de julho.
De acordo com Toninho Martins, os atletas do Curso G9 brilharam mais uma vez, com destaque para Pedro Esteban Arango (2ª série do Ensino Médio), que ficou em 3º lugar na categoria D; Ian Fernandes (8º ano do Ensino Fundamental II), vice-campeão na categoria C; e André Britto, campeão na categoria A.
No Circuito Mineiro, o Curso G9 segue sendo líder, agora com 120 pontos; a segunda colocada, da cidade de Ipatinga, possui 54 pontos; e a terceira, de Guaxupé, está com 52 pontos.
Três atletas do G9 são campeões no Brasileiro de Xadrez Escolar
Professores e a equipe pedagógica do Curso começaram nesta segunda-feira, 28 de julho, a preparação para o retorno das atividades escolares do segundo semestre letivo, que iniciará em 3 de agosto. A “Semana de Estudo e Compartilhamento do Saber” acontecerá até a próxima sexta-feira, 31 de agosto, e reúne os profissionais da Educação Infantil ao Ensino Médio.
A capacitação inclui encontros específicos para debater as necessidades e demandas de cada segmento de ensino, bem como aprofundamento do uso das plataformas virtuais utilizadas pelo colégio desde o início deste necessário isolamento social, como a Geekie e o Google Education.
“Vivemos um momento muito desafiador, o que exige de todos nós compromisso e compartilhamento de saberes para atender às expectativas de nossos alunos e das famílias de nossa comunidade escolar”, disse a diretora pedagógica do Curso G9, professora Maria Aparecida Fernandes, na abertura da semana. “Diante da realidade na qual estamos inseridos, precisamos saber selecionar e priorizar os conteúdos que farão a diferença para os nossos alunos: nosso foco deve ser a aprendizagem e não o ensino”, completou.
De acordo com a diretora pedagógica, o Curso G9 tem como proposta pedagógica, desde sua origem, romper com a configuração da “maneira de ser escola” que ainda perdura atualmente e que tem suas raízes no século 19. “Essa travessia é difícil, mas possível e necessária. Para isso, devemos ter sempre a preocupação com a formação continuada, pessoal e coletiva, ou seja, estarmos abertos a aprender a todo instante”, ressaltou.
Para o diretor administrativo do Curso G9, professor Hilson Háliz Dias Perlingeiro, o colégio tem adotado uma série de medidas administrativas, ancoradas na legislação, para manter o emprego e a renda de toda equipe. “Nosso objetivo é atravessar esta fase sem grandes sobressaltos, em especial, mantendo a qualidade do serviço prestado às famílias”, destacou.
Também participou da abertura e da “Semana de Estudo e Compartilhamento do Saber” o diretor de planejamento do Curso G9, professor Giovanni Henrique Faria Floriano.
G9 promove Semana de Estudo e Compartilhamento do Saber
As equipes de robótica do Curso G9, GDroid e GTEeN, adaptaram as atividades de preparação para os torneios, em especial o TBR (Torneio Brasil de Robótica), em novas plataformas digitais. Isso foi necessário diante do necessário isolamento social para combater a Covid-19. Uma delas é a Open Roberta Lab, que consiste numa simulação das ações do robô em um tapete virtual.
“A quarentena nos impôs uma nova realidade, de aulas e encontros por meio das plataformas virtuais”, explicou o professor de Matemática, Vicente Carlos Martins, um dos mentores das equipes. “Com esforço e dedicação, os alunos superaram esse primeiro desafio e, desde então, mantêm uma rotina online de preparação”, completou.
Para o também professor de Matemática e mentor das equipes, Mateus Bibiano Francisco, “o trabalho exige dos alunos esforço e ações empreendedoras para obtenção de produtos nos itens de avaliação do TBR”. Nas competições, são analisados os seguintes itens: Tecnologia e Engenharia (alunos programam e simulam ações de um robô com auxílio do Open Roberta Lab); Pesquisa (com embasamento em referenciais e indicações advindas da entrevista com profissionais da área de fitossanidade); e Organização e Método (a dinâmica do trabalho colaborativo).
Como exemplos, citou que a organização de rifas e do bingo virtual são ações que entram na avaliação da Organização e Método. Na Pesquisa, Mateus Francisco lembrou que uma das atividades realizadas neste ano pela GTEeN e GDroid foi um bate-papo virtual com Douglas Mariano de Souza, estudante de Engenharia Agronômica da Universidade Federal de Lavras. A conversa foi sobre as atuais tecnologias e técnicas agrícolas ligadas à fitossanidade, bem como questões que envolvem a integridade vegetal e que poderiam ser abordadas no projeto da equipe.
Neste ano, o TBR será realizado de forma online. Em 2019, a equipe GTEeN conquistou título inédito para Itajubá: ela foi a campeã geral da categoria Middle da Fase Nacional Torneio Brasil de Robótica (TBR). A competição reuniu 900 participantes, de todas as regiões do país. Clique aqui para saber mais.
GDroid e GTEeN em preparação para o Torneio Brasil de Robótica
Um momento de descontração e encontro virtual da comunidade escolar. Assim foi o 1º Bingo Virtual das equipes de robótica, que reuniu pais, alunos, professores e gestores do colégio em 10 de julho. O encontro contou com a participação de 150 pessoas por meio do Google Meet, uma das plataformas utilizadas pelo Curso G9 neste período de necessário isolamento social para combater a propagação da Covid-19.
O Bingo Virtual foi organizado pela equipe GDroid, com participação da equipe GTEeN. Ambas irão disputar a versão online da edição 2020 do Torneio Brasil de Robótica (TBR). Em 2019, a GTEeN conquistou título inédito para Itajubá: ela foi a campeã geral da categoria Middle da Fase Nacional Torneio Brasil de Robótica (TBR). Clique aqui para saber mais.
“O dinheiro arrecadado será suficiente para cobrir os custos que as equipes terão para participar das etapas regional e nacional do torneio, bem como para cobrir pequenas demandas nessa preparação, como a confecção de uniformes e maquetes”, explicou o professor de Matemática e um dos mentores das equipes, Mateus Bibiano Francisco. Ele lembrou que a realização do bingo, que acontecia na festa junina do colégio, sempre ficou sob a responsabilidade dos alunos. Neste ano, em função da quarentena, ousaram em promover o encontro de maneira online.
As equipes foram responsáveis por toda a organização do bingo: elas confeccionaram e venderam as cartelas por meio de depósitos bancários; enviaram comprovantes e orientações aos participantes; criaram artes gráficas para a divulgação do encontro nas redes sociais; cuidaram da contabilidade interna; e gerenciaram o banco de dados durante as rodadas virtuais. Todo o trabalho teve a mediação de Mateus Francisco e de Vicente Carlos Martins, também mentor das equipes de robótica do Curso G9.
Equipes de robótica do Curso G9 realizam bingo virtual
Alunos da Orquestra Experimental do Curso G9 tiveram a oportunidade de, pela primeira vez, sentir a sensação de estar ao vivo em uma transmissão pelo YouTube e apresentar o trabalho realizado pelo grupo durante a quarentena. A live, em 8 de julho, marcou a estreia do canal da Orquestra, sob a regência do professor de música, João César da Silva.
Nessa primeira live, o professor e alunos participaram de um bate-papo para explicar como está o andamento das aulas de música durante essa fase de necessário isolamento social e como lidam com as novas ferramentas de produção musical a distância. Também contaram como foi a experiência de montar uma pré-produção para um clipe e a apresentação, pela primeira vez, levando uma mensagem de esperança com a interpretação da música “Let it be”, de Paul McCartney e John Lennon.
“Tudo o que vivemos nesse momento é surreal. De uma hora para outra tivemos que nos adaptar às aulas virtuais, ao isolamento social. Na Oficina de Música, não foi diferente”, disse Júlia Gelfuso, integrante da Orquestra e que participou da primeira live. “Faltou a gente poder ensaiar e tocar junto, ter aquela interação tão comum nas aulas de Música, mas o resultado dessa adaptação foi muito bom”, completou Filipe Daves.
Para o diretor de Planejamento do Curso G9, Giovanni Henrique Faria Floriano, “a apresentação foi maravilhosa”. Ele fez questão de parabenizar os alunos e o professor João César pela “brilhante condução da Orquestra”.
O professor João César reconhece que “a mudança foi brusca e a equipe teve que se adaptar de uma semana para outra porque não teria mais as aulas presenciais”. “Apesar das adversidades, isso ampliou a forma como estudamos música, pois começamos a utilizar as ferramentas digitais para incrementar nosso trabalho, em especial, nas áreas de edição de som e vídeo”, explicou. “Foi uma descoberta incrível para mim e para os alunos porque tentamos tirar o máximo proveito disso tudo”, completou.
Para ele, a culminância do trabalho foi a live, quando todos tiveram a oportunidade de explicar tudo o que foi realizado desde o início da quarentena.
HISTÓRIA
A Orquestra Experimental do G9, projeto criado pelo professor de música da escola, João César da Silva, existe desde 2011, sendo formada por alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II à 3ª série Ensino Médio.
A musicalização coletiva visa ao favorecimento da integração social e do cooperativismo. Tem como objetivo, além de promover o aprendizado musical, valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo, para entender e intervir positivamente na sociedade.
Para se inscrever no canal da Orquestra Experimental e ser notificado das novidades, clique aqui.
Orquestra Experimental do G9 estreia canal em live no Youtube
Os desafios que se abriram com a pandemia da Covid-19 para alunos, famílias, professores, funcionários e instituições de ensino foram tema da live “As aulas remotas continuarão. E agora?”, com o psiquiatra Aidê Fernandes.
A transmissão ao vivo, realizada nessa terça-feira, 7 de julho, aconteceu pelo perfil do Instagram do médico e pelo Meet, plataforma da Google utilizada pelo Curso G9. O próximo encontro, em 15 de julho, terá como tema “Pra que obter conhecimento”.
“Esta não é a pandemia mais grave da história do mundo, mas a primeira em que todos estão conectados e, em uma fração de segundos, temos acesso a informações de pessoas daqui do nosso entorno e dos lugares mais distantes do planeta. A grande pergunta que fica é: e agora, o que faremos no ‘novo normal’ que virá”, disse Aidê Fernandes.
Para ele, cada elo da comunidade escolar precisa reconhecer a gravidade da situação, refletir sobre o assunto em suas mais variadas matizes, reaprender e se reinventar diante das quebras de paradigmas, em especial, na área educacional. “Em geral, vivenciamos um método de ensino que ainda está preso no século 19, com aulas expositivas e um processo avaliativo arcaico”, disse.
O que virá, de acordo com o psiquiatra, será um mundo com um protagonismo cada vez maior dos alunos. Às instituições de ensino, no seu entender, cabe aproveitar o momento para implantar e/ou potencializar medidas e ferramentas, analógicas e virtuais, para capacitar a equipe para essa nova realidade.
“Devemos tirar o foco no ensino e deslocá-lo para a aprendizagem. Precisamos ousar em busca de uma educação transformadora”, destacou a diretora pedagógica do Curso G9, professora Maria Aparecida Fernandes. Desde o início da quarentena, o colégio adotou uma série de ferramentas tecnológicas para minimizar os efeitos desse isolamento social no processo de aprendizagem de seus alunos.
“As aulas remotas continuarão. E agora?” é tema de live do Curso G9
Funcionários da área administrativa do Curso G9 participaram nesta terça-feira, 30 de junho, de mais uma palestra sobre maneiras de se prevenir a Covid-19. O tema foi abordado pelo médico dr. Arlei Sebastião Xavier Júnior, da Continua Singular Assessoria em Saúde, que atua na área de Saúde e Segurança do Trabalho. Durante o bate-papo, os funcionários usaram máscara e mantiveram o necessário distanciamento social, conforme orientação das autoridades de saúde.
“O melhor tratamento para a Covid-19 é a prevenção. Todos precisamos estar focados em manter a higienização das mãos, usar máscaras e manter distância adequada de nosso interlocutor. Essa é uma orientação que vale para todo momento: em casa, no trabalho ou nas ruas para as compras necessárias”, explicou o médico.
Para o gestor da área administrativa, Yulbrynner Diodeles, “a palestra foi de suma importância e muito bem preparada pelo dr. Arlei Xavier”. “Ele demonstrou, de uma maneira muito didática, os cuidados que devemos ter neste momento em que o Covid-19 está assolando o mundo. Sem dúvida, nosso foco deve ser a prevenção”, completou.
Vale destacar que o Curso G9 tem tomado todas medidas profiláticas, indicadas pelas autoridades sanitárias, para evitar eventual propagação do novo coronavírus, a saber: mantém as salas de trabalho ventiladas; higieniza objetos de utilização comuns; instalou, em diferentes pontos da instituição, álcool em gel para o uso de toda comunidade escolar; e exige dos funcionários e comunidade escolar o uso obrigatório de máscaras.
“Desde o início, adotamos todos os protocolos indicados para a segurança de nossos trabalhadores e da comunidade escolar”, destacou o diretor administrativo do Curso G9, Hilson Háliz Dias Perlingeiro, que participou da palestra, realizada na quadra da escola.
O Curso G9 está com horário especial de atendimento às famílias durante este período de quarentena. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Também mantém contato com os pais pelas redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas. O telefone do Curso G9 é (35) 3623-1877.
Funcionários do G9 participam de palestra sobre Covid-19